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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Já estou mesmo a vê-los a arder!

Os milhões de euros entregues ao soba da Madeira, por Passos, Gaspar & Portas, por via de aval para pagar dívidas, milhões que os portugueses vão ter que pagar, como é mais que certo e sabido, foram, pelo menos em parte, desviados durante a viagem até à Madeira. Alguns já estou mesmo a vê-los a arder!
Basta-me olhar para a imagem (infra) e ler esta notícia: "Madeira gasta  dois milhões nas iluminações e fogo-de-artifício".

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O Gaspar raspa e o Jardim gasta

O Gaspar raspa, o Jardim gasta, mas quem se "lixa", com a continuação do forrobodó, é o "Zé".  O mais espantoso no meio disto tudo é que, nem o Coelho, nem o Gaspar abrem o bico sobre este escândalo. Enquanto o "Zé" se deixar esbulhar de toda a maneira e feitio é com o que poderemos contar. Tomem nota, porque escândalos como este vão continuar. 

quinta-feira, 1 de março de 2012

Mais dois mil milhões de razões

Tendo em conta toda a encenação feita por Alberto João Jardim, no seguimento da descoberta do "buraco"  nas contas públicas da Região Autónoma da Madeira,  o convite endereçado ao dito cujo para ser um dos mandatários da recandidatura de Pedro Passos Coelho à liderança do PSD, só pode ser encarado como altamente surpreendente. 
Soube-se hoje, no entanto, que há, pelo menos, mais dois mil milhões de razões para a surpresa ser maior ainda. Com efeito, sabe-se agora que a dívida global da região da Madeira que, segundo o antes anunciado pelos governos da Madeira e da República andaria pelos 6328 milhões de euros no final de Junho passado, vai ultrapassar a barreira dos 8000 milhões.
Mas tudo tem, afinal, a sua explicação e, neste caso, é o próprio Alberto João quem se prontificou a apresentá-la: “É uma altura de unidade partidária e foi por essa razão que eu aceitei ser o mandatário do líder nacional do partido”. 
Perante isto e se nos recordarmos que Alberto João não vai ter que pagar, até ao final do seu actual mandato, nem um tostão do empréstimo concedido pelo governo presidido por Passos para cobrir as loucuras do líder da Madeira, será ainda preciso explicar como funciona uma pandilha?

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Como funciona, na Madeira, o princípio do utilizador/pagador

Não vou discutir aqui sePrograma de Ajustamento Financeiro da Madeira é justo, ou injusto, se é, ou não o adequado. Não disponho de dados, nem de conhecimentos para me pronunciar sobre o assunto na sua globalidade. Tal não me impede, no entanto, de comentar uma das medidas anunciadas com impacto do lado da receita. Precisamente esta a que achei, não digo muita, mas alguma graça: "Em alternativa à introdução de portagens, serão aumentadas as taxas do Imposto sobre Produtos Petrolíferos para valores superiores aos de Portugal Continental".
Quer isto dizer que, na Madeira, com esta medida, o princípio do utilizador/pagador passa a funcionar ao contrário: circular por um caminho de cabras é muito mais caro do que andar numa qualquer auto-estrada.
Verdade seja dita que isto de as coisas, na Madeira, funcionarem ao contrário, nem é motivo para surpresa, pois quando não funcionam ao contrário, funcionam de forma muito sui generis. Por exemplo, alguém duvida que a democracia na Madeira é algo muito sui generis? E quanto ao presidente do governo regional? Haverá algum  mais sui generis?

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

"Como passar o ano em folguedos por conta de 10 milhões de otários insultando-os todos os dias"


"Do fogo e das cinzas"
"Nove paquetes de cruzeiro com cerca de 15 mil turistas terá sido o saldo do espectáculo de fogo de artifício de 736 mil euros organizado por Jardim no final do ano.
A factura do foguetório foi integralmente paga pelo Governo Regional, isto é, pelos contribuintes do Cont'nente. Dando de barato que todos esses turistas tenham chegado a desembarcar, terão deixado em restaurantes e lojas de bugigangas do Funchal algo como 750 mil euros, o que, em miúdos, significa que 736 mil euros dos contribuintes passaram (essa, sim, a "passagem do ano"!) para as mãos dos comerciantes do Funchal através das vastas mãos de Jardim, acrescidos de uns trocos de turistas. Juntem-se agora mais 2 milhões de euros na "iluminação" das ruas dos restaurantes e lojas de bugigangas (adjudicada sem concurso à empresa de um ex-deputado do PSD e também paga pelos contribuintes), e calcule-se - é só fazer as contas, como dizia o outro - quem ganhou o quê e quem ficou de novo a arder com uns milhões.
Não seria mais rentável a Madeira dedicar-se, por exemplo, ao turismo de congressos e partilha de experiências de sucesso? Eis temas (mas haverá muitos mais) capazes de atrair ao Funchal multidões de jovens políticos de elevado potencial de todo o Mundo: "Como passar o ano em folguedos por conta de 10 milhões de otários insultando-os todos os dias" ou "Como transformar sifões em cifrões escolhendo os amigos certos no partido certo".
Manuel António Pina in JN.

(Tomei não só a liberdade de transcrever, na íntegra, a crónica do Manuel António Pina, mas, indo mais longe,  também acabei por tirar o título do "post" do texto da crónica. É verdade que é abuso a mais, mas espero que ele compreenda. A intenção foi boa.) 

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Vai pagar com língua de palmo, mas, ao menos, ria-se







"Shiuuu, que se a Madeira acorda, o Alberto João já não mama mais!"

Uma madeirense deu à luz um casal de gémeos e para homenagear a sua origem chamou Madeira à menina e Alberto João ao menino. Sabendo da história, o presidente do Governo Regional decidiu visitar a recém mãe. Encontrou-a a amamentar um dos bebés e a embalar o outro. E pouco receptiva ao estilo estriónico de Jardim. "Shiuuu, que se a Madeira acorda, o Alberto João já não mama mais!"

Informação horária

"São dez horas. Menos uma hora nos Açores. Menos uns milhões na Madeira."

(Todo o material foi tirado daqui)

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Crimes de bradar aos céus

O "rombo" e a bandalheira são da responsabilidade do Alberto João que, a haver justiça, a esta hora já devia estar na prisão, pois os seus actos representam um roubo a todos os contribuintes,  mas a inacção e o silêncio de Cavaco e de Passos Coelho também são crimes de bradar aos céus. Por este andar, o soba da Madeira pode continuar impunemente a gozar com a nossa cara. No fundo, no fundo, vendo bem quem são os actuais responsáveis políticos, não temos mais do que aquilo que o país merece. Disse.
(Imagem roubada ao Eduardo Pitta)

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

O fanfarrão não passa dum cobardolas

Temendo as consequências das suas afirmações (“O Sócrates, o Teixeira dos Santos e o seu deputado Maximiano que fez esta pouca vergonha toda à Madeira, tinham uma lei* em que o Governo da República podia aplicar sanções sobre o governo regional, se o governo regional continuasse com obras a fazer dívida, porque eles não nos tinham dado o dinheiro e não nos autorizavam a fazer dívida”; “Foi por isso que não era aconselhável, porque eles ainda nos tiravam mais dinheiro, se andássemos a mostrar o jogo todo a um Governo socialista que não era sério”. “Nós estávamos em estado de necessidade e, por isso, agimos em legítima defesa") o fanfarrão Alberto João, porque alguém lhe chamou a atenção para as consequências, vem agora, em comunicado, feito cobarde, negar "o que todos ouviram e viram declarar em comícios" e dizer que   “tem sido atribuída ao Governo regional da Madeira uma intenção dolosa de 'ocultar' dados que seriam devidos a Entidades da República Portuguesa”. “Para tal, manipula-se qualquer eventual frase ou 'lapsus linguae', normal na torrente discursiva e emocional de um comício, só por se ter chamado à atenção que, se por coincidência os acertos então em curso estivessem prontos para comunicação à República, poderiam implicar mais cortes de verbas por parte do Governo socialista” (sic, que esta escrita é de arrepiar).
O nosso fanfarrão é tanto mais cobarde quanto é certo que nem sequer assume a responsabilidade das suas afirmações, imputando as culpas a toda a comunicação social.
Perde, como é óbvio, o seu tempo, pois toda agente ouviu o artista gabar-se. E perde também o seu tempo a negar que tivesse escondido, dolosamente, as dívidas do seu Governo para não ser penalizado com cortes nas transferências do Estado, pois é evidente (e até ele o devia saber) que a sonegação continuada e reiterada ao longo dos anos (pelo menos desde 2004, segundo a informação do INE e do BdP) não pode ser fruto de um qualquer descuido ou negligência. Só pode ser fruto duma intenção deliberada, ou seja, dolosa. 
Que não doam as mãos a quem tiver de lhe aplicar as correspondentes sanções. Só pecam por chegar tão tarde.

(*Lei que, afinal, segundo uma das notícias "linkadas", nem sequer é do tempo dos Governos de José Sócrates. É de 2001, altura em que o primeiro-ministro era Durão Barroso.)

domingo, 18 de setembro de 2011

Pilatos

Pilatos, em relação à sonegação de dados sobre a dívida pública da Madeira praticada por Alberto João Jardim (AJJ) desde 2004 e agora descoberta, não temos um (o que já não nos deixaria mal colocados no ranking mundial) mas, batendo mais um recorde, temos dois:




Este considera que a situação da Madeira configura “uma irregularidade grave”, mas entende que A confiança política (em Alberto João Jardim) é uma questão para o PSD da Madeira e para o eleitorado da Madeira” e daí lava as mãos. 








Este faz outro tanto, ao limitar-se a dizer que "ninguém está imune aos sacrifícios". Ora, além do mais, está enganado. Será que ainda não teve notícias da bandalheira que vai pela outrora designada "Pérola do Atlântico", agora mais conhecida, graças a AJJ, por "ilha desonesta?

Subscrevo

"1. Se Alberto João Jardim tivesse o mínimo de vergonha na cara, retirar-se-ia imediatamente do cargo que ocupa. Porém, a forma como calmamente declarou que se esteve positivamente nas tintas para uma lei da República, a das finanças regionais, e não deu qualquer justificação para não ter transmitido informações a que estava também legalmente obrigado ao INE e ao Banco de Portugal, mostra que a palavra vergonha não consta do seu vocabulário. E porque haveria de constar, se nós sempre lhe tolerámos todos os desvarios, todos os insultos, todas as chantagens, todos os caprichos. Que medidas foram tomadas para parar o evidente compadrio reinante no Governo Regional? Quem não sabe dos constantes ataques a jornalistas que se atrevem a criticar o consulado de Jardim? Quem desconhecia as obras faraónicas? Há alguém que ignore o patrocínio directo a três clubes de futebol? Quem não fez anedotas sobre a crónica semanal de Jardim num jornal sustentado integralmente pelo Governo Regional ? O facto de 70% da economia da Madeira estar na mão do governo ou que este empregasse 30 000 funcionários era segredo? Colaboramos todos, mas uns com mais responsabilidades do que outros. Os vários governos da República que ou fingiam não ver ou se acobardavam ao primeiro urro de Jardim contra o centralismo e ameaças de independência, o PSD sempre disposto a tolerar todas as exigências em troca dos votos dos "deputados da Madeira", os candidatos a líder dos sociais-democratas que se arrojavam aos pés de Jardim para contar com os seus votos nas directas, os elogiadores da "obra feita" na Madeira, os que achavam muita piada aos insultos à oposição no parlamento regional contribuíram muito para o estado a que se chegou. O buraco, anteontem conhecido, que põe em causa a credibilidade do Estado português perante a comunidade internacional e imporá ainda mais sacrifícios aos cidadãos é apenas o epílogo duma história que já sabíamos ir correr mal.
2. Se alguns deputados fossem verdadeiros representantes do povo e não de ridículos interesses partidários não comparariam as correcções aos défices do antigo Governo da República com este tenebroso escândalo. É quase insultar a inteligência das pessoas lembrar que o INE e o BdP tinham todos os dados relativos às contas do Estado e que não foram violadas leis ou deveres de informação no decurso dos últimos exercícios orçamentais. Mas se dúvidas houvesse, bastava ouvir Vítor Gaspar a dizer que esta "irregularidade" era um caso único. Apesar de todas as evidências, há quem teime em desculpar Jardim em razão duma serôdia luta politiqueira.
3. Se Cavaco Silva fosse efectivamente o presidente de todos os portugueses e o garante do regular funcionamento das instituições, faria uma declaração ao País sobre o assunto e não insultava os seus concidadãos afirmando que "ninguém está imune aos sacrifícios". Pois claro, os antivírus dos computadores da Presidência são merecedores de proclamações solenes ao País, já a ocultação dum buraco de 1600 milhões de euros merece apenas um comentário na rua.
4. Se Passos Coelho quisesse mostrar respeito pelos sacrifícios dos portugueses, diria imediatamente que Jardim não tem condições para desempenhar o cargo que ocupa, nem tem lugar no PSD. Com que cara nos anunciará novos aumentos de impostos, cortes na saúde, educação ou elementares prestações sociais em prol do equilíbrio das finanças públicas, se continuar a pactuar com quem se está positivamente a borrifar para o destino de todos os portugueses desde que não sejam seus eleitores? Como espera não obter uma risada irónica dos nossos credores quando disser que Portugal não é a Grécia? Que dirão os nossos parceiros europeus quando descobrirem que, apesar de tudo, o partido no poder em Portugal continua a apoiar a candidatura de Jardim ? Se o primeiro--ministro estiver interessado em fazer respeitar o Estado de Direito, não pode mais afirmar que apenas os madeirenses podem definir o futuro de Jardim. Eleições não derrogam leis ou absolvem infracções, convém lembrar. "Quem tem de decidir da confiança política em Jardim é o PSD/Madeira", disse Passos Coelho. Perdão? Não é Jardim militante do PSD? Não tem o apoio do PSD? O PSD/Madeira não faz parte do PSD? Será que o primeiro-ministro não percebe que se não declarar formalmente que considera a candidatura de Jardim um atentado à dignidade do País e não propõe a sua expulsão do partido se torna cúmplice do actual e provavelmente futuro presidente do Governo Regional? Passos Coelho, só ele, tem a palavra."
Pedro Marques Lopes, in DN

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Tirando o cavalinho da chuva...

In illo tempore:



"O que se passou desde 2004 na Madeira é uma irregularidade grave, que não tem compreensão”... blá, blá, blá... "O Governo português entende que esta situação configura uma irregularidade muito grave. Não é uma situação que tenha outras companhias, quer dizer, não conhecemos outros exemplos de matérias desta natureza que tenham ocorrido" ... blá, blá, blá ...“A confiança política é uma questão para o PSD da Madeira e para o eleitorado da Madeira”... 

Conclusão:

Mais rápido que Passos Coelho a desdizer-se e a "tirar o cavalinho da chuva" não há.
( Reprodução tirada daqui)

Já estou a ver o resto do subsídio de Natal a "voar"


Veja aqui, até onde já chegou a fama do Alberto João. Tão alto já vai que até a Madeira (que não tem outra culpa que não seja a de permitir que o palhaço se tenha vindo a perpetuar no poder) já leva com o epíteto de "ilha desonesta".
Por sua vez, o comissário europeu da economia Olli Rehn, na sua peculiar forma de falar, não esconde que as falcatruas agora detectadas na Administração Pública da Madeira são uma "surprise z z" muito pouco bem-vinda.
E a propósito, qual vai ser a reacção dos contribuintes que, uma vez mais, serão chamados a pagar o rombo ?
É que já estou mesmo a ver o resto do subsídio de Natal a "voar".
(Imagem daqui)

Os "esqueletos no armário"

Ora cá temos os tais "esqueletos no armário" de que o PSD falava e que, afinal, não eram uma fantasia. Fica-se agora a saber que o partido laranja falava com conhecimento de causa: é que esqueletos estavam em casa deles. Uma pena que não os tenham dado a conhecer em tempo útil.
Se na Madeira do "companheiro"  Alberto João se chegou a este ponto, duvido que os esqueletos se fiquem por aqui.
Mas já alguém no PSD, ou no Governo falou em regabofe?
E por quanto tempo é que ainda teremos que aturar a pouca-vergonha do dinossáurio da Madeira?
Têm a palavra os madeirenses, o Governo e o Presidente da República. Será que estes serão, desta vez e perante tamanho escândalo, capazes de abrir a boca?

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Então, prá Madeira não vai nada ?


 Vinte milhões de euros é, em qualquer caso, muita "massa", mas o mais estranho é que um Governo que faz todos os dias profissões de fé em matéria de cortes na despesa (embora os não pratique) se disponha a pagar à Perella Weinberg tão bela maquia, para assessorar a operação de privatizações na área da energia, tarefa que, aparentemente, pelo menos para a minha santa ignorância, não se reveste de especial complexidade.
Como o ministro Gaspar entendeu por bem eximir-se a explicar os contornos de tão extravagante negócio, em recente audição em comissão parlamentar, com a surpreendente alegação de que se acha no soberano direito de dar ou não resposta às perguntas dos deputados, entendeu, e bem, o deputado do PS, João Galamba, endereçar ao ministério das Finanças, um requerimento a solicitar todos os esclarecimentos necessários sobre o caso. Eu disse "e bem", mas não tenho dúvidas que Gaspar, usando do direito soberano de que se acha investido, nem sequer lhe vai dar troco. É que, com este Governo, a transparência, de que tão abundantemente se reclama, esgota-se com o uso da palavra.

Sendo assim,  parece-me de toda a conveniência que se dê conhecimento do caso ao Alberto João, o "companheiro"  que, por conta PSD,  governa a Madeira desde os tempo dos dinossáurios e que julgo ser a pessoa indicada para pôr tudo em pratos limpos. É fácil perceber porquê: o homem, que é grosso e fala ainda mais grosso, sabendo do caso, é muito capaz de aparecer por aí, um destes dias, a reclamar:
- Mas o que é isto ? Que raio de pulhice é esta? Isto cheira-me a Maçonaria. Então estes tipos dão o euromilhões aos gajos da Perella Weinberg e para a Madeira não vai nada ?
Acha o leitor que estou a exagerar e que o Alberto João não é capaz de um tal discurso ? Ora se é: "pulhice", "maçonaria", "gajos" e "tipos" são expressões, entre muitas outras, que fazem parte das suas orações matinais. E será que tal discurso resulta ? Ou muito me engano, ou não estamos a muitos dias de o ficarmos a saber.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

O grande "benemérito"

Palavras do grande "benemérito" Alberto João Jardim que já deveria ter ouvido alguém dizer-lhe que o país dispensa, de muito bom grado, tanta "benemerência" feita à custa dos contribuintes (cada residente na Madeira deve 30.480 euros, treze vezes mais do que há 20 anos e o dobro da média nacional).  Os contribuintes acham, por certo, que já chegou o tempo para dizer: Basta!
E, já agora, que haja alguém que o avise que as suas ameaças, perante uma dívida que vai nos 8000 milhões de euros,  já não produzem efeito.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O que diz Louçã...


... que não tenha sido já dito e repetido por centenas de vozes, para merecer a exclusividade de ser processado pelo Governo de Alberto João Jardim? Pelos vistos, para o recordista em matéria de insultos,  defender a necessidade da realização de uma auditoria às constas da Madeira “para proteger a região e todos os contribuintes no país inteiro que têm sido obrigados a pagar este descalabro das contas e este facilitismo das contas de Alberto João Jardim, que é o primeiro e único responsável pelo buraco financeiro da Madeira” é crime e uma ofensa ao "bom nome e honra do presidente do Governo e dos membros do Governo Regional da Madeira". 
Não sei até onde poderá ir a "sensibilidade" de Alberto João Jardim. O que sei é que é uma honra ser processado por um tal indivíduo e pela razão alegada que é, muito simplesmente, a denúncia de que a Madeira governada por AJJ se transformou num sorvedouro de dinheiro dos contribuintes.


Adenda:
Sobre a iminência da bancarrota da Madeira, o JM Correia Pinto acaba de publicar, no seu Politeia, um comentário cuja leitura vivamente recomendo.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Não há quem tenha mão nele ?

A receita usada por AJJ para se manter indefinidamente no poder na Região Autónoma da Madeira é conhecida: o dinheiro sugado aos contribuintes do continente tem-lhe permitido criar e sustentar uma vasta clientela que dele depende. Ainda assim não deixa de ser surpreendente que a maioria dos madeirenses continue a permitir que um indivíduo tão boçal como AJJ continue a representá-los. É que a permanência de AJJ no poder em nada favorece a imagem da Região. Muito pelo contrário. 
E o pior é que, pelos vistos, não há, na República, quem tenha mão nele.

sábado, 13 de agosto de 2011

O "resistente" Jardim pode continuar a gozar com o pagode

E impunemente, porque o ministro Gaspar, a quem supostamente competiria acabar com o regabofe, nem sequer comenta o descalabro orçamental da Região Autónoma da Madeira de que, aliás, só tivemos conhecimento graças à troika que fez o favor de o anunciar, porque o Governo de Passos Coelho (o tal da transparência) teve o extremo cuidado de, sobre o assunto, guardar, de Conrado, o prudente silêncio.
O soba da Madeira pode, pois, continuar a "resistir" com toda a tranquilidade.