“Houve quem beneficiasse muito com esta política e não foram os mais pobres. (…) E houve também quem ficasse prejudicado em termos relativos e quem acabasse por ver a sua situação piorar ao longo do tempo” (António Borges)
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domingo, 24 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
"Para palavras loucas, orelhas moucas"
António Borges que, pelos vistos, não pode ficar calado durante muito tempo, veio hoje dizer que " temos a enorme sorte de contar com o professor Vítor Gaspar" e que "Não se muda de timoneiro a meio da tempestade, sobretudo quando ele é muito bom".
Borges tem o indiscutível direito de dizer que, para ele, é uma "enorme sorte" poder contar com o ministro Gaspar. E até é compreensível que o diga, uma vez que Gaspar lhe paga muitíssimo bem para fazer não se sabe bem o quê.
Já falar em nome de todos os portugueses é, claramente, um abuso. Falando por mim, digo que contar com Gaspar é uma sorte que dispenso em absoluto.
Já quanto à referência ao timoneiro, julgava eu que o timoneiro era outro, mas Borges, nesse ponto, está, por certo, em muito melhores condições para saber quem é, de facto, o timoneiro. Noto, no entanto, que, há aqui coisa de ano e meio, não ouvi a Borges emitir a sentença de que "não se muda de timoneiro a meio da tempestade".
Temo, porém, que já me tenha alongado demasiado no comentário. De facto, o mais avisado é seguir o conselho: "Para Palavras loucas, orelhas moucas".
(Imagem e citações daqui)
sábado, 29 de setembro de 2012
O homem da dinamite
Já não é a primeira vez que António Borges, consultor do governo para as privatizações, lança mão do dinamite. Fê-lo ao vir declarar que era urgente a baixa de salários. Repetiu a cena com a apresentação da "boa" solução para a RTP, através da sua concessão a uma entidade privada.
A meu ver, porém, ainda não tinha usado uma tão forte carga de dinamite como hoje, ao defender que as alterações que o Governo queria fazer à Taxa Social Única (TSU) constituíam uma medida "extremamente inteligente" e ao qualificar de "completamente ignorantes" os empresários que se manifestaram contra as alterações.
Que o homem não tem a mínima sensibilidade social está bem patente nas afirmações que tem proferido em catadupa. O que surpreende é a sua incapacidade para avaliar os efeitos das cargas de dinamite que usa.
Depois de o governo ter recuado na aplicação das referidas medidas, Borges, ao lançar esta bomba, insulta os empresários, dinamitando qualquer hipótese de o governo ainda vir a poder conseguir algum tipo de consenso com o mundo empresarial e, ao mesmo tempo, deixa Passos Coelho em muito maus lençóis. No mínimo, chama-lhe "frouxo".
Depois disto, o mais surpreendente é que Passos Coelho não despeça Borges sumariamente.
Será que Passos Coelho é suficientemente imbecil para não ver que Borges, tal como Relvas, só contribuem para denegrir ainda mais a sua imagem? Ou será que Coelho não passa dum "boneco" na mão destes dois "artistas"?Francamente, não vejo outra alternativa.
Qual delas, a pior? Não sei, mas seja como for, certo é que nenhum dos três presta!
Qual delas, a pior? Não sei, mas seja como for, certo é que nenhum dos três presta!
(Imagem daqui)
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
O trolha
Afiançam-nos que António Borges é o consultor do governo para as privatizações mas, bem vistas as coisas, ele, afinal, não passa de um trolha ao serviço deste governo. Como se viu quando apareceu a defender a urgência numa ainda maior descida de salários. E o mesmo aconteceu agora com a apresentação da "solução final" para a RTP. Em ambos os casos, Borges não fez mais que o trabalho de um trolha ou seja, o de lançar o barro à parede, para ver se pega.
Facto é que, lançado pela mão de Borges, o "barro" nunca colou. Compreende-se facilmente que assim tenha sido. É que não só o trolha é reles, como o "barro" não presta.
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