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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Brilhante, Costa!

"É natural que alguém que durante tantos anos foi político profissional tenha agora algumas saudades do palco, e é também natural que haja pessoas que tenham saudades do estilo presidencial que o professor Cavaco representou" (Fonte).
Não sei se a fala de António Costa foi espontânea ou se foi o resultado de coisa pensada. Seja como for, não seria fácil encontrar forma mais elegante de reduzir Cavaco à sua actual insignificância, ao relembrar-lhe que o tempo dele já lá vai.
Brilhante, Costa! 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Preso por ter cão ...

Não falta por aí quem, acintosa e oportunisticamente, critique o primeiro-ministro António Costa pelo facto de ter decidido não interromper a visita de Estado à Índia para poder prestar a última homenagem a Mário Soares, entretanto falecido. É, porém, certo que se a decisão tivesse outra e em sentido contrário também não teriam faltado vozes a censurá-lo por antepor as suas amizades ao interesse do país. Sabe-se, com efeito, que em circunstâncias como esta, é-se, com frequência, "preso por ter cão e preso por não ter".
Estou certo que o facto de não poder estar presente no funeral de Mário Soares é  motivo de grande desgosto pessoal para António Costa, tendo em conta a mútua relação de amizade e a admiração que António Costa nutria por Mário Soares. Ao decidir como decidiu, dando prevalência aos interesses do país, António Costa procedeu bem, porque em conformidade com as suas obrigações como primeiro-ministro. 
Parece-me óbvio.
(imagem daqui)

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Novo comunicado do "Presidente da Junta"

«Na sequência da audiência hoje concedida pelo Presidente da República ao Secretário-Geral do Partido Socialista, Dr. António Costa, a Presidência da República divulga a seguinte nota:

“As informações recolhidas nas reuniões com os parceiros sociais e instituições e personalidades da sociedade civil confirmaram que a continuação em funções do XX Governo Constitucional, limitado à prática dos atos necessários para assegurar a gestão dos negócios públicos, não corresponderia ao interesse nacional.

Tal situação prolongar-se-ia por tempo indefinido, dada a impossibilidade, ditada pela Constituição, de proceder, até ao mês de abril do próximo ano, à dissolução da Assembleia da República e à convocação de eleições legislativas.

O Presidente da República tomou devida nota da resposta do Secretário-Geral do Partido Socialista às dúvidas suscitadas pelos documentos subscritos com o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista Português e o Partido Ecologista “Os Verdes” quanto à estabilidade e durabilidade de um governo minoritário do Partido Socialista, no horizonte temporal da legislatura.

Assim, o Presidente da República decidiu, ouvidos os partidos políticos com representação parlamentar, indicar o Dr. António Costa para Primeiro-Ministro.»

(O "presidente da junta" fez questão de deixar bem claro, de novo, que a indigitação de António Costa como primeiro-ministro é uma solução que se viu forçado a aceitar, porque não tinha alternativa. A secura do comunicado, em contraponto com a discursata proferida por Cavaco aquando da indigitação de Passos Coelho é significativa nesse sentido. Até a substituição da palavra "indigitar" usada na Constituição, pela palavra  "indicar", revela que Cavaco fez questão de se desmarcar acintosamente do Governo do PS que António Costa se prepara para formar a partir de agora e que contará com o apoio no Paralamento por parte do PCP, Bloco de Esquerda e PEV. Felizmente já não teremos que aturar o azedume, a parcialidade e as birras deste "presidente da junta". Que parta em breve, porque não deixa saudades e ontem já era tarde.)