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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

António Guterres

Já tudo foi dito sobre António Guterres. Limito-me, por isso, a documentar com a foto supra o momento do seu juramento como Secretário-Geral das Nações Unidas.
Que, para bem de todos nós, tenha os maiores sucessos na tarefa a que vai lançar mãos, tarefa que, não se antevendo nada fácil, tem em António Guterres a pessoa mais capacitada para a levar a bom termo. afirmação que, a meu ver, não sofre contestação tendo em conta todo o procedimento que culminou na sua escolha para desempenhar o cargo maior da diplomacia mundial.
(Imagem daqui)

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

O MELHOR !

Não apenas "o melhor de nós", ou "o melhor da sua geração", como repetidamente tem sido dito pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, ele próprio pertencente à mesma geração, nem apenas "um homem extraordinário", ou "um homem excepcional" como nos tem sido garantido por diversas vozes e em vários tons, a começar pela voz emocionada do primeiro-ministro António Costa, porque, em boa verdade, António Guterres é o melhor de todos a nível mundial, pelo menos para liderar a Organização das Nações Unidas (ONU) como seu Secretário-Geral, como acaba de ser confirmado pelo Conselho de Segurança da ONU que por aclamação o escolheu para exercer  tão alto cargo, submetendo, em consequência, a sua escolha à aprovação da Assembleia Geral da Organização.
Sim, indiscutivelmente,  O MELHOR, a quem desejo que tenha "toda a sorte do mundo", desejo que, neste caso, me parece ser o mais adequado, visto que, a partir de 1 de Janeiro do próximo ano, a sorte do mundo, em parte, também estará nas suas mãos.
(Imagem daqui)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

"Carta a Guterres"

«(...)

Em 6 de dezembro de 2012, escrevi nas páginas do Correio da Manhã que António Guterres, "nesta hora difícil, tem o dever de colocar todas as suas capacidades e o capital de prestígio internacional que acumulou ao serviço de Portugal (e) assumir uma candidatura a Presidente da República". Fundamentei esse dever cívico no reconhecimento, pelo próprio, de que "ainda não fomos capazes de ressituar o país por forma a podermos garantir aos nossos cidadãos melhores níveis de emprego e de bem-estar" e na assunção, ao menos implícita, da respetiva quota-parte de responsabilidades. Estas linhas parecem-me cada vez mais atuais. Numa altura em que muitos cidadãos descreem da III República e do próprio Estado de direito democrático, não vejo alternativa fácil à candidatura de António Guterres. Nobreza de caráter, sensibilidade ético-social, inteligência brilhante e vasta experiência política são as qualidades que, sem grande originalidade, lhe apontei há dois anos e reitero agora. Essas qualidades não farão de Guterres um homem providencial mas renovam a esperança de muitos dos seus concidadãos. Vai dizer presente ou meter cera nos ouvidos?»
(Rui Pereira. Na íntegra: aqui)

Assino.

domingo, 8 de dezembro de 2013

A "Paixão pela Educação"

A "Paixão pela Educação" enunciada e anunciada por António Guterres, enquanto primeiro-ministro, não foi afinal, uma simples figura de retórica dos governos socialistas, pois os resultados estão à vista. O relatório PISA da OCDE referente a 2012, comentado por Ricardo Reis em artigo ("O erro da educação") de indispensável leitura, aí está para o demonstrar.
Noutro estilo,  também a Fernanda Câncio analisa os mesmos resultados num bem humorado comentário a que deu o título de "Todos ao Marquês", cuja leitura igualmente se recomenda.
Não será preciso comemorar o feito, indo "Todos ao Marquês", mas será seguramente imperioso que haja forma de pôr termo à destruição deste importantíssimo legado dos governos socialistas. Se não for travada a fúria insana do ministro Crato contra a escola pública, o resultado não poderá ser outro. Travada enquanto é tempo, se é que ainda se vai a tempo.