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sexta-feira, 2 de junho de 2017

Eufemismo em alta!

Não seria mais apropriado e muito mais económico chamar-lhe simplesmente burro ?
Eu diria que sim, embora compreenda que, nas relações internacionais, o uso de eufemismos tem as suas vantagens. E compreende-se tanto melhor quanto é certo que, por estes dias, o uso de eufemismos está em forte alta. Graças, em primeiro lugar, a Donald Trump, um presidente só imaginável (e mesmo assim dificilmente) num país como os Estados Unidos da América, onde vigora, com razão ou sem ela, um sentimento de elevada  autoestima. Em qualquer outro país, um presidente como Trump seria insuportável. 
(imagem daqui)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Era uma vez na América, ou a estória da raposa no galinheiro

Dizem as notícias que Donald Trump, escolheu para dirigir a Agência de Proteção Ambiental o procurador-geral Scott Pruitt, um indivíduo que "passou a maior parte do tempo como procurador-geral de Oklahoma a lutar contra a Agência". 
Há que reconhecer que a decisão faz todo o sentido do ponto de vista de Trump, um adversário das leis de protecção ambiental e dos tratados internacionais contra o aquecimento global, fenómeno em que Trump, pelos vistos,  não acredita.
Não podendo o próprio, por razões óbvias, encarregar-se de neutralizar a acção da Agência de Proteção Ambiental, Trump teria naturalmente que procurar alguém a quem pudesse confiar o papel de raposa encarregada de destroçar o galinheiro. É claro que, para Trump,  Pruitt, pelo seu passado, é a escolha perfeita. 
Tão perfeita do ponto de vista de Trump, quão perigosa para o resto do mundo. Tão perigosa que é mesmo caso para, parafraseando os romanos, deixar o aviso: Cavete Trump!
(notícia e imagem daqui)

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Frei Tomás, em versão americana


"Trump condenou lobistas durante campanha. Agora fazem parte da sua equipa"
-Surpresa ? 
-Nem por isso. Surpreendente seria ver Donald Trump disposto a deixar os seus créditos bem firmados de pinóquio fanfarrão por mãos alheias.
(imagem e notícia daqui)

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

O novo e desagradável retrato da América

A vitória de Donald Trump tem certamente muitas explicações que não tenho a pretensão de dilucidar. Olhando, no entanto, para o mapa com os resultados eleitorais, ainda que não definitivo, é dificil não concluir que há uma América que está para lá das belas fachadas da Costa Leste e da Costa Oeste. Uma América que é reacionária, racista, xenófoba, inculta e, direi mesmo, alarve e grosseira. Uma América que, se elegeu Donald Trump, é porque nele se revê. Sendo essa América maioritária, Trump é, por muito que desagradável que ela seja, a nova cara da América. E por muito que nos custe admiti-lo.
Hélas!
(imagem do Público)