Durão Barroso não tem que se queixar se, como escreve o Ferreira Fernandes, Barroso em Bruxelas passa a ser o lóbi mau.
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segunda-feira, 12 de setembro de 2016
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Não é caso único, muito longe disso
«Durão Barroso, não contente em participar na despudorada e algo obscena operação de recauchutagem política de Miguel Relvas, também decidiu dar o seu valioso contributo para o processo de rescrita da história em curso.
Aparentemente, o mesmo Durão Barroso que, em 2010, em 2011, em 2012, em 2013 e em 2014 sempre disse que Portugal não era a Grécia, vem agora, a três meses das eleições, dizer que, afinal, Portugal só não é a Grécia por obra e graça da determinação e firmeza de Passos Coelho.
Não sei se estão recordados, mas, para além de ter passado os últimos cinco anos a dizer que Portugal não era a Grécia, Durão Barroso, antes da entrada da ‘troika' em Portugal, empenhou-se mesmo em dizer que Portugal não só não era a Grécia como, também, não seria a Irlanda. E não seria nem a Grécia nem a Irlanda porque, ao contrário destes dois países, Portugal não seria intervencionado pela ‘troika'.
Havia um acordo, no qual o próprio Durão Barroso, na qualidade de presidente da Comissão Europeia, se empenhou, que envolvia Portugal, a Comissão Europeia, o Conselho Europeu e o Banco Central Europeu e que visava impedir um terceiro resgate a um país da zona euro. O empenho de Durão Barroso no chamado PEC 4 foi público, bem como todas as tentativas de evitar que a oposição, e em particular Passos Coelho, não inviabilizassem o acordo que o Governo português e as instituições europeias, bem ou mal, consideravam suficiente para evitar a vinda da ‘troika'.
Todos sabemos o que se passou. Passos Coelho, forçado a escolher entre os interesses do seu país e os interesses do seu partido, escolheu os segundos, tirou o tapete ao país e empurrou Portugal para a ajuda externa. Tudo isto com a oposição (pública) de Durão Barroso (e de outros líderes europeus). Por essa razão, se há algo que a determinação de Passos conseguiu foi mesmo dinamitar a possibilidade de esse acordo ser bem sucedido.
(...)»
(João Galamba: "Durão Barroso, o amnésico". Na íntegra: aqui. Destaque meu)
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Que grande confusão vai naquela cabeça!
Isto dito por Durão Barroso na cerimónia de imposição da condecoração atribuída por Cavaco significa que o fujão barroso anda a fazer grandes confusões. Se o fujão acredita mesmo que a opinião de Cavaco coincide com a do povo português, o melhor que tem a fazer é tratar-se.
E quanto mais depressa, melhor.
(Notícia e imagem daqui)
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
"Quantos de nós querem dizer obrigado?"*
«(...)
Não se esperava que Durão (...) fosse capaz de mudar sozinho o rumo da Europa. A pancada foi demasiado violenta. Dizer que outro no seu lugar teria feito melhor é apenas especular. Mas o pecado que o agora cessante líder da Comissão Europeia diz não ter cometido - a submissão incondicional à austeridade - depressa passou de original a terminal. Na realidade, a cura injetada no soro do doente acabou por matá-lo. O sacrossanto Pacto de Estabilidade e Crescimento ficou-se pela metade. A da estabilidade.
Durão tem razão quando afirma ter conseguido evitar a bancarrota de alguns países europeus, entre eles o nosso. Mas essa, diria eu, não é propriamente uma medalha que alguém goste de ostentar na lapela. Em especial porque essa "vitória" teve uma consequência nefasta: mais de 26 milhões de desempregados e uma profunda crise social, que transformou os europeus do Sul em bandidos e os do Norte em fidalgos. À reiterada pergunta "como sair da crise?", a Europa de Durão Barroso não encontrou uma resposta satisfatória. A Alemanha puxa para um lado, a França e a Itália, a acordar do coma induzido, tentam puxar para outro. É certo que o euro sobreviveu para contar a história. Mas à custa de quê? E de quem?
(...)»
(Pedro Ivo Carvalho: Goodbye, au revoir, adeusinho. Na íntegra: aqui)(* Eu não.)
sábado, 12 de abril de 2014
Um homem do antigamente
E foi este indivíduo ("nostálgico do ensino na ditatura", na expressão da jornalista Valentina Marcelino) primeiro-ministro de Portugal... Bem enganados temos andado!
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Resposta fácil
Apesar dos Duarte Marques e dos Nuno Melo, não há razão para desesperar, enquanto houver neste país gente séria como os autores desta carta aberta "Em defesa de Vítor Constâncio", surgida na sequência duma entrevista de Durão Barroso dada ao Expresso em que afirma que quando era primeiro-ministro terá chamado três vezes o então governador do Banco de Portugal a São Bento para saber o que se passava no BPN, declarações já desmentidas por Vítor Constâncio.
A este propósito, visto que as duas "narrativas" sobre o tema são contraditórias, não posso deixar de me interrogar sobre qual das duas personalidades (Barroso ou Constâncio) é merecedora de maior credibilidade.
Para mim, tendo em conta que Barroso tem no seu activo a garantia da existência, no Iraque de Sadam Hussein, de armas de destruição maciça que ninguém viu, a resposta é fácil.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
A falta que cá faziam...
A Marinha Portuguesa recebeu o primeiro dos dois submarinos, encomendados em 2004, pelo Governo de Durão Barroso, com a assinatura do então ministro da Defesa, Paulo Portas - O "Tridente" (na imagem, tirada daqui).
O "Arpão" virá depois.
Digamos que ficamos a dever à dupla Durão/Portas (PSD/CDS) uma excelente contribuição para o agravamento do défice, já que a conta (dos dois) ascende a cerca de mil milhões de euros.
Já quanto à sua utilidade, diria que os submarinos faziam cá tanta falta como uma viola no enterro.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
O-sempre-em-pé !
Ainda o estou a ver na cimeira dos Açores (de triste memória) ao lado de Bush, Blair e Aznar e não esqueço.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
E poderia ser de outro modo ?
Goste-se ou não de Durão Barroso, como político, (eu, p.e. não gosto, por razões que ficam para melhor oportunidade) não me parece que o Governo português tivesse outra alternativa que não fosse a de apoiar a sua recondução, em Dezembro, ou noutra altura. Proceder doutra forma seria retirar a pouca visibilidade que Portugal tem a nível mundial, como pequeno país que é. E Durão Barroso, goste-se ou não, é português e, como tal é referenciado em tudo quanto é comunicação social, a nível do Globo.
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