Mostrar mensagens com a etiqueta ONU. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ONU. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

António Guterres

Já tudo foi dito sobre António Guterres. Limito-me, por isso, a documentar com a foto supra o momento do seu juramento como Secretário-Geral das Nações Unidas.
Que, para bem de todos nós, tenha os maiores sucessos na tarefa a que vai lançar mãos, tarefa que, não se antevendo nada fácil, tem em António Guterres a pessoa mais capacitada para a levar a bom termo. afirmação que, a meu ver, não sofre contestação tendo em conta todo o procedimento que culminou na sua escolha para desempenhar o cargo maior da diplomacia mundial.
(Imagem daqui)

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

O MELHOR !

Não apenas "o melhor de nós", ou "o melhor da sua geração", como repetidamente tem sido dito pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, ele próprio pertencente à mesma geração, nem apenas "um homem extraordinário", ou "um homem excepcional" como nos tem sido garantido por diversas vozes e em vários tons, a começar pela voz emocionada do primeiro-ministro António Costa, porque, em boa verdade, António Guterres é o melhor de todos a nível mundial, pelo menos para liderar a Organização das Nações Unidas (ONU) como seu Secretário-Geral, como acaba de ser confirmado pelo Conselho de Segurança da ONU que por aclamação o escolheu para exercer  tão alto cargo, submetendo, em consequência, a sua escolha à aprovação da Assembleia Geral da Organização.
Sim, indiscutivelmente,  O MELHOR, a quem desejo que tenha "toda a sorte do mundo", desejo que, neste caso, me parece ser o mais adequado, visto que, a partir de 1 de Janeiro do próximo ano, a sorte do mundo, em parte, também estará nas suas mãos.
(Imagem daqui)

sábado, 12 de julho de 2008

Há sempre uma desculpa...


Cinco países (China, Rússia, África do Sul, Líbia e Vietname) votaram ontem, no Conselho de Segurança da ONU, contra um projecto de resolução que propunha a adopção de sanções contra o Zimbabwe, na sequência da reeleição de Mugabe na segunda volta das últimas eleições presidenciais, comummente qualificadas como "farsa", pois o candidato mais votado na primeira volta, Morgan Tsvangirai, viu-se forçado a desistir, pela violência do regime.
Razões alegadas:" A situação no Zimbabwe não constitui uma ameaça para a paz e segurança internacionais" e "adoptar sanções agora seria comprometer as delicadas negociações entre os partidos rivais do Zimbabwe".
Desde que se queira há sempre uma desculpa "esfarrapada" para justificar as posições mais abstrusas, é a conclusão a tirar deste caso.
Pelos vistos, nem a África do Sul, que se tem visto a braços com muitos milhares de cidadãos do Zimbabwe, fugidos do regime sanguinário de Mugabe e cuja afluência já levantou ondas de xenofobia naquele país, à mistura com tumultos, considera estar em perigo a paz e a segurança internacional.
E, pelos vistos, também ainda há quem creia, (ou antes quem nos queira fazer crer) que as conversações com Mugabe vão levar a alguma parte, quando o mesmo está farto de afirmar que não larga o poder enquanto for vivo. Negociações delicadas, dizem eles. Tão delicadas, quanto frágeis e inúteis, digo eu.
Quem se ficou a rir, mais uma vez, foi Mugabe, para quem a votação em causa constitui uma “vitória diplomática histórica”. Infelizmente só ele se ri, porque o povo do Zimbabwe, graças a muita gente (incluindo Mbeki e os países que acompanharam a África do Sul nesta votação) só tem razões para dizer mal da sua sorte!
(A imagem foi copiada aqui)