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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Era uma vez na América, ou a estória da raposa no galinheiro

Dizem as notícias que Donald Trump, escolheu para dirigir a Agência de Proteção Ambiental o procurador-geral Scott Pruitt, um indivíduo que "passou a maior parte do tempo como procurador-geral de Oklahoma a lutar contra a Agência". 
Há que reconhecer que a decisão faz todo o sentido do ponto de vista de Trump, um adversário das leis de protecção ambiental e dos tratados internacionais contra o aquecimento global, fenómeno em que Trump, pelos vistos,  não acredita.
Não podendo o próprio, por razões óbvias, encarregar-se de neutralizar a acção da Agência de Proteção Ambiental, Trump teria naturalmente que procurar alguém a quem pudesse confiar o papel de raposa encarregada de destroçar o galinheiro. É claro que, para Trump,  Pruitt, pelo seu passado, é a escolha perfeita. 
Tão perfeita do ponto de vista de Trump, quão perigosa para o resto do mundo. Tão perigosa que é mesmo caso para, parafraseando os romanos, deixar o aviso: Cavete Trump!
(notícia e imagem daqui)

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A "guerra" dos poços

Como se chegou a toda a celeuma levantada a propósito da obrigação que, segundo a comunicação social, incidiria sobre generalidade dos donos de poços e furos e, nos termos da qual, aqueles teriam de declarar a sua existência e obter um título de utilização junto das administrações da respectiva região hidrográfica, obrigação que, afinal, diz apenas respeito aos proprietários que tenham motores com capacidade para extrair 110 metros cúbicos por hora, o que representará menos de um por cento dos casos ?
O ministro do Ambiente admite que pode ter havido simultaneamente falha de comunicação, erro de percepção e manipulação. Eu não vou fora disso, mas julgo que a responsabilidade primeira cai sobre os serviços do Ministério do Ambiente, que surgido o fogo, deviam atempadamente tê-lo extinto, o que não foi o caso. Se esclarecimentos houve, eles não chegaram ao conhecimento da generalidade da população. E o que acaba de se dizer, em relação ao passado recente, continua a ser verdade no presente, pois as declarações do ministro nas páginas de um jornal não são suficientes para acalmar as populações.
Seria bom que alguém chamasse a atenção do ministro do Ambiente para a necessidade de os serviços que tutela virem a público esclarecer as populações, através dos grandes meios de comunicação social, para, de uma vez por toda, se acabar com esta "guerra" que tem custos eleitorais não despiciendos. E não só ao nível das populações rurais, mas também nos meios urbanos, pois há muita gente na cidade que tem um poço lá na horta da sua terra.
O ministro Nunes Correia tem aqui uma boa oportunidade para sair do "biombo". Se nada fizer, confirma-se que é lá que há muito devia estar. Ou mais longe ainda !

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Lá como cá !

O PSD, a sua presidente, Manuela Ferreira Leite e mais uns tontos * devem, pelo menos, pôr os olhos nesta notícia, sempre que voltem a ter a tentação de criticar a opção do Governo em levar avante os projectos do TGV e do novo aeroporto de Alcochete.
Parece que, afinal, as receitas para lutar contra a crise, nos Estados Unidos, a terra onde ela nasceu, não diferem muito das já decididas pelo Governo português, medidas que, como salienta o presidente Barack Obama, proporcionam a vantagem suplementar de contribuírem para diminuir a dependência do petróleo estrangeiro e para reduzir as emissões de dióxido de carbono.
Tudo isto é válido.
Lá como cá !
* "mais uns tantos" queria eu dizer.
(reeditada)