Mudar para votar numa candidatura que apresenta, como 1 dos cabeças de cartaz, um activo tóxico como Maria Luís Albuquerque, a apoiante incondicional do senhor Schäuble, ministro das Finanças alemão, não seria coragem, mas pura insensatez. Admira-me, aliás, que o candidato à câmara municipal tenha alinhado numa tal parceria. Tal não abona muito a favor da sua clarividência política e, de algum modo, por razões que não são para aqui chamadas, até tenho pena.
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quinta-feira, 28 de setembro de 2017
terça-feira, 22 de setembro de 2015
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
Quatro anos de penar para tão magro resultado!
Uma "profecia" que valeu ao Moed(inha)as um lugar de Comissário, em Bruxelas. Valeu isso, mas só isso: a dívida pública portuguesa continua classificada como "lixo", queira ou não queira o governo ou a PáF, que é tudo a mesma coisa.
Autoria do cartaz: Vargas
Etiquetas:
cartazes,
citações,
dívida pública,
eleições legislativas 2015,
Legislatura Passos/Portas,
Luís Vargas
terça-feira, 1 de setembro de 2015
"Qual deles o maior palhaço?"
Eu perguntaria antes: "Qual deles é o maior aldrabão?
E apostaria sem hesitações no fulano que surge, na imagem, à direita do observador.
Por acaso, conhecem?
(Créditos pela imagem e pelo título devidos a: Vargas)
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
domingo, 30 de agosto de 2015
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
terça-feira, 25 de agosto de 2015
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
domingo, 23 de agosto de 2015
sábado, 22 de agosto de 2015
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Proíbido, mas não para vigaristas
«PSD/CDS. Licença para uso de figurantes foi obtida já cartazes estavam nas ruas"
(...)
A licença destas imagens foi resolvida ao fim do dia de quarta-feira [...] com a compra de uma licença Premier da Shutterstock, a qual permite o uso de imagens num contexto político", informou fonte do gabinete de imprensa da empresa que detém as imagens.
A empresa prestou este esclarecimento numa resposta escrita enviada à agência Lusa e depois de lhe serem enviadas as imagens usadas nos cartazes da coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP). Desde o início da semana que a utilização de figurantes estrangeiros em cartazes da coligação tem sido tema nas redes sociais e na imprensa.
Os quatro cartazes da coligação que utilizam quatro figurantes adultos estrangeiros chegaram há poucos dias às ruas e têm associadas frases como "crescimento do turismo", "recuperação da confiança, das empresas e dos consumidores", "recorde nas exportações" e "aumento do investimento e do emprego".
A mesma fonte explicou que até à obtenção desta licença era "estritamente proibido o uso do conteúdo [do banco de imagens] num contexto político", nomeadamente promoção, publicidade, ou apoio a qualquer candidato ou político eleito.
(...)»
(Fonte)
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
" O povo é sereno"
«(...)
Histórias, enfim, que ocorrem a propósito das guerras de cartazes que animam o estúpido mês de agosto, no arranque da campanha eleitoral. Enquanto certos aprendizes de feiticeiro recorriam aos sorrisos de promoção de pastas dentífricas para testemunhar a radiosa satisfação dos eleitores com os sucessos do Governo, os da Oposição baralhavam os rostos que justamente deviam conferir a força de uma certificação pessoal à realidade autêntica que pretendem resgatar do suposto paraíso governamental. Claro que é grave e até rolaram cabeças. Mas não é aqui que se ganha ou perde a confiança das pessoas. Cônjuge ou eleitor, quem se deixa arrastar por este jogo de aparências sem vislumbrar algum ganho? Como dizia o velho almirante, "o povo é sereno!". Sereno e lúcido.»
(Pedro Bacelar de Vasconcelos; "Manipulação e fidelidade". Na íntegra: aqui)
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
PàF: sem caras para "dar a cara"
Compreende-se perfeitamente a opção da coligação "PàF"(!) em recorrer a modelos profissionais estrangeiros para ilustrar os seus cartazes de propaganda. Com tanta aldrabice junta ["+ igualdade" (em quê?); "Portugal à Frente" (na dívida?); "Agora Portugal pode mais" (estranho e nunca visto caso digno de novela)] não era, seguramente, nada fácil encontrar, uma portuguesa/um português que "desse a cara" por patranhas de tal calibre.
Uma australiana que, com grande probabilidade, nem viu o cartaz onde a sua cara foi pespegada, nem conhece uma palavra de português, com excepção de "euros", vinha mesmo a calhar . E assim foi: PáF!
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