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quinta-feira, 17 de março de 2016

E se metessem a viola no saco?

Já tinha lido que o Orçamento de Estado para 2016, ao contrário dos elaborados pela defunta comissão liquidatária formada pelo PSD e CDS, não padece de qualquer inconstitucionalidade, o que, para dizer a verdade, não chega a ser surpreendente, visto que os partidos que o aprovaram não têm pela Constituição da República o desamor que é apanágio dos partidos da direita que, há que reconhecê-lo, têm feito o favor de não o disfarçar.
Surpreendente sim é o facto de um grupo de 17 economistas terem avaliado "o rigor, a transparência e a responsabilidade orçamental do Orçamento", concluindo que, no que respeita aos citados itens, o Orçamento ora aprovado "é o melhor dos últimos anos". (fonte)
Como o PSD e o CDS têm dito cobras e lagartos do Orçamento para 2016, acusando o diploma de tudo e do seu contrário, pergunto-me perante a conclusão tirada por tão ilustres economistas se não terá também chegado a altura de os partidos da direita meterem a viola no saco.

sábado, 5 de dezembro de 2015

Por favor, continuem...

Portugal agradece.
Sim, o que é que o país pode esperar duma coligação cujos membros mais não fazem do que expressar azedume e raiva porque, julgando "ter ganho as eleições", julgavam-se também no direito de continuar a (des)governar o país, esquecendo-se que na Assembleia da República existe hoje uma maioria que decidiu, e bem, não permitir que levassem por diante a destruição do país, tarefa a que se dedicaram, com afinco e entusiasmo, durante mais de quatro anos.
Continuem, pois, a entreter-se a gritar, a insultar e a chorar baba e ranho. Eu estou a gostar de vos ver. 
E, confesso, já foi um prazer ver-vos ir ao ar!



segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Uns lançam os foguetes e outros levam com as canas!

Durante a campanha eleitoral os partidos da coligação PàF fartaram-se de deitar foguetes: ele era a devolução de 35% da sobretaxa do IRS; ele era a economia em crescimento. Enfim, navegávamos em mar de rosas.
Foram-se as eleições e agora temos a realidade: a devolução da sobretaxa foi um ar que lhe deu e no que respeita à economia, diz o INE, o crescimento do PIB foi nulo entre o segundo e o terceiro trimestre deste ano. ou seja, em vez do crescimento sustentado que nos foi anunciado e prometido, passámos a ter estagnação.
Eles lançaram os foguetes, agora, depois da "festa", somos nós (todos os portugueses) a levar com as canas.
Espera-se que, nos tempos mais próximos, o novo Governo não se esqueça de as devolver à proveniência. Senão todas, pelo menos, algumas, 

sábado, 4 de julho de 2015

Novos DDT (Donos disto tudo)

"Passos reabre embaixada para colocar adjunto"
Pelos vistos, se ainda não são, já  se comportam como se fossem donos disto tudo.
Não nos queixemos, se não tivermos mão neles. Como se demonstra, capazes de tudo são eles.
(Notícia e imagem, daqui)

segunda-feira, 8 de junho de 2015

"Que fantástica deve ser a erva em Massamá"!

«(...)
Portas foi aos pulinhos para o palco e apresentar, não promessas, mas garantias. Um verdadeiro momento de arrojo e um passo no futuro do discurso político, e a escolha do homem certo para nos dar garantias. Se há alguém capaz de nos dar garantias que não dá valor a promessas é Portas. 
O vice, e líder da fatia pequena do coligação sem nome (uma espécie de No Name Boys), começou por dizer que a originalidade da proposta começava logo no número de garantia, que eram nove. Segundo Portas, não precisavam de inventar números redondos de propostas só porque isso é o costume. Mas, por acaso, não lhe deu para fazer onze, ou treze. Ficou-se pelas nove, com a desculpa dos números redondos. Um gazeteiro é sempre um gazeteiro. Seja na reforma do Estado, seja nos desejos que o Estado se reforme. 
Depois, o vice começou a enumerar as nove garantias e senti falta que fossem doze, e que houvesse doze passas, porque aquilo eram desejos. Uma mistura entre desejos e... promessas. Uma espécie de conversa de "personal trainer" que também nos dá a catequese. Houve um momento em que o ouvi dizer "e comer batata doce e sumos de fruta". No final, quando já tudo dormitava, Portas garantiu que a reforma da Segurança Social será feita "por consenso", o que me leva a suspeitar que vamos ter de descontar para o consenso.
Depois surgiu Passos, com voz colocada, com ar de quem diz: "Chegou o pai. Eu explico o que se passa". Qual vendedor de aspiradores desata a dizer, não o que vai fazer, mas as tropelias que já fez? E descreve um Portugal absolutamente estonteante, com crescimento acima de todos os níveis europeus, desemprego a desaparecer a galope, um serviço de saúde como nunca se viu no mundo, feito com muito menos, e ficamos a pensar que fantástica deve ser a erva em Massamá
Passos não faz promessas, nem garantias. Não tem discurso escrito, nem nome para a aliança. E não tem programa eleitoral. Passos só tem campanha.(...

(João Quadros; "Que se lixem os programas eleitorais" Na íntegra: aqui. Destaque meu)

domingo, 7 de junho de 2015

Uma sigla, todo um programa

Se, como tem sido dito, a ideia que a coligação Passos/Portas pretende fazer passar é a de estabilidade e continuidade, então forçoso é reconhecer que a sigla escolhida para se auto-designar traduz na perfeição o que tem sido a política seguida durante toda a presente legislatura e o que seria, se a infausta coligação não viesse a ser posta fora de cena após as próximas eleições. Com efeito, a dupla Passos/Portas não se tem poupado a esforços para pôr toda a gente à chapada. Sobre o êxito ou inêxito dos esforços, falaremos depois das legislativas. Até lá, fogo neles!
Imagem daqui


sábado, 6 de junho de 2015

Votem na avozinha

«(...)

Este Governo e esta coligação não mudaram (...) . Estão mansos, em modo eleitoral, mas são os mesmos e, acima de tudo, não conhecem outras soluções senão as mesmas que aplicaram com zelo ultratroikista. Os seus alvos não mudaram, os seus amigos não mudaram, a sua ideia de um Portugal singapuriano não deixou de existir, bem pelo contrário. A sua visão da economia tem os trabalhadores apenas como força de trabalho que deve ser barata, cordata e não fazer greves. Debaixo dos 600 milhões do PEC estão os cortes nas pensões em pagamento. Debaixo do palavreado sobre a “reforma do Estado” estão despedimentos e cortes salariais e por aí adiante. E é por isso que não há programa eleitoral: há Linhas de Orientação para elaboração do Programa Eleitoral que não são “linhas”, nem de “orientação”, nem “elaboradas”, nem “programa eleitoral”. Dizem apenas: votem na avozinha e não vejam o lobo mau por baixo do disfarce.»

(José Pacheco Pereira; "Duas pesadas heranças: a de 2011 e a de 2015". Na íntegra: aqui). Destaques meus)

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Uma grande e trágica devastação

Pode dar-se o caso de a culpa ser minha, porque estou a ser cada vez mais selectivo nas minhas leituras, mas manda a verdade que diga que ainda não li um só comentário que conclua que  o esforço da coligação PSD/CDS para produzir um texto que viu a luz do dia com o extenso título "Linhas de orientação para a elaboração do programa eleitoral" tenha servido para alguma coisa. Por exemplo, para Bernardo Ferrão, se bem o compreendo, a coligação bem podia ter estado quieta, uma vez que não tem nada para dizer e, aparentemente, para Rafael Barbosa, também era aconselhável que estivesse calada, porque, se a intenção da coligação é "manter Portugal no 'caminho certo'", conhecidas as consequências do caminho percorrido, o melhor mesmo é não falar.
Reconheça-se que a dupla Passos/Portas alguma coisa tinha de dizer depois da apresentação por parte do PS de uma proposta de governação alternativa, considerada, por gente insuspeita, como válida e séria. 
Constata-se, porém, que linhas de orientação é coisa que no documento não há, pois não passa de um exercício de auto-elogio e propaganda que nada tem a ver com a realidade. Esta está, sim, bem documentada num excelente trabalho de Christiana Martins e Raquel Albuquerque, com infografia de Carlos Esteves, cuja leitura se recomenda e que termina com uma afirmação de João Ferreira do Amaral que não resisto a citar: "Só dentro de alguns anos teremos uma noção mais aproximada da devastação provocada pela política de austeridade na economia europeia e na economia portuguesa."
Os dados e números disponibilizados no referido trabalho não deixam, no entanto, dúvidas sobre o legado desta infausta dupla governativa: uma grande devastação. E trágica, sobretudo para os desempregados, os forçados a emigrar e os lançados na pobreza.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Quando a mentira faz parte do ADN

Antecipo que estou a escrever sobre Passos Coelho, mas poderia escrever o mesmo em relação ao seu parceiro de coligação, o irrevogável-mas-pouco Paulo Portas.

Ainda ontem, escrevi neste espaço  que a prática deste governo, ao longo de toda a legislatura, tem sido um continuum de mentiras, prática que a comunicação social e, em certa medida, até as forças políticas têm deixado passar sem reparo de maior.
Palavras ainda mal eram escritas e já Passos Coelho nos estava a brindar com um dos seus habituais "números" de vendedor de banha da cobra. Nada que seja motivo para admiração, dir-se-á, pois está mais que visto que a mentira faz parte do seu ADN. Todavia, desta vez, o número"  não passou despercebido, pelo menos aos olhos do "Público" que, numa só fala do "artista", detectou, não uma, mas duas redondas mentiras.

Primeira falsidade: o governo de Passos, em relação ao défice de 2015, ainda não conseguiu, obviamente, coisíssima nenhuma e não falta quem preveja que não vai conseguir aquele objectivo, a começar pela Comissão Europeia. Consiga ou não, mentira é ter conseguido: não consegui. Mas adiante...
Segunda falsidade: escreve o "Público" que o "défice abaixo dos 3% já foi alcançado, não uma mas sete vezes".
Sete vezes, repito eu, para que fique bem clara a desfaçatez do sujeito.
É claro que fazendo a mentira parte do ADN do próprio e da coligação, não é de esperar que Passos e o seu parceiro venham, alguma vez, a optar por falar verdade. Toda a esperança nesse sentido será vã, mas não é impossível que o exemplo do "Público" possa vir a ser replicado noutros órgãos de comunicação social. Pelo menos faço votos para que assim seja, porque tal é, antes de tudo o mais, uma exigência de um regime democrático digno desse nome.
Se a mentira sistemática destes farsantes for também sistematicamente questionada e posta em causa, maior será a probabilidade de a troika caseira ser derrotada nas urnas. A restauração da esperança e da confiança neste país que, ao longo destes quatro anos, foi sendo destruído, depende dessa derrota. Assim tenhamos todos consciência disso.
Todos ou, pelo menos, uma ampla maioria.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Faz que anda, mas não anda (2)

Se o governo de Passos & Portas, patrocinado por Cavaco, é caranguejo, os partidos (PSD/CDS) que o sustentam na AR, não lhe ficam atrás: "O PSD - acompanhado do CDS-PP – recuou e decidiu retirar o requerimento para que a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) do Parlamento analisasse o cenário macro-económico do PS." 
Neste caso, ainda bem que a maioria existente na AR teve um sobressalto de lucidez e fez marcha atrás. De facto, a iniciativa do PSD, logo subscrita pelo CDS, que, se não teve origem no bestunto do inenarrável Marco António Costa (na imagem), foi, pelo menos, por ele anunciada com ares de quem acabava de descobrir a pólvora, ultrapassava largamente os limites da estupidez.

domingo, 10 de maio de 2015

"A mais credível das opções de Governo"


Um "casamento" de conveniência, onde não falta "violência doméstica" é-nos apresentado por esta parelha como "a mais credível das opções de Governo".
Será que se levam mesmo a sério? 
(Imagens do "Público" de hoje)

sábado, 25 de abril de 2015

Um caloteiro e um pantomineiro

A afirmação bem pode servir de ilustração para o dito popular segundo o qual "para quem não tem vergonha [é o caso de ambos os protagonistas] todo o mundo é seu".

Sinal de fraqueza

Passos Coelho e Portas, ao que noticiam os media, aprestam-se para anunciar que os dois partidos que lideram (PSD e CDS) irão disputar as próximas eleições legislativas em coligação. A pressa com que o anúncio é feito revela que os partidos da direita ficaram subitamente nervosos, sendo significativo que o nervosismo tenha surgido após o aparecimento do relatório "Uma década para Portugal" elaborado por um grupo de economistas a pedido do PS, relatório que veio demonstrar que a narrativa da TINA (There Is No Alternative) patrocinada pela direita terminou a sua carreira. O relatório demonstra que há mesmo outra alternativa. Goste-se dela, ou não.
O anúncio da coligação feito, nestas circuntâncias, à pressa e depois de muitas hesitações, não pode deixar de ser visto, por quem se opõe a este governo rasca, como uma boa notícia: tendo em conta o enquadramento, o anúncio da coligação é claramente um sinal de fraqueza.
Que, pela força do voto, o sinal se transforme em certeza, são os votos que se formulam por aqui.
(imagem daqui)

quinta-feira, 4 de julho de 2013

A "brincadeira" continua

Dizem que Paulo Portas (PP) é muito inteligente. Pode ser, embora as suas atitudes mais recentes indiquem  precisamente o contrário. Em qualquer caso, do que não restam dúvidas, é que PP não é consequente, ao dar o dito por não dito. 
O impossível, há dois dias, está a caminho de se tornar viável, visto que, ao que se anuncia, as negociações para manutenção da coligação governamental estão bem encaminhadas, tudo apontando para a hipótese de Portas vir a assumir a pasta da Economia.
Se as divergências entre Passos e Portas eram assim tão fáceis de resolver, muito  se estranha que não tenham sido resolvidas atempadamente. A remoção do "Álvaro" da pasta da economia, reclamada desde a primeira hora, nunca foi obstáculo de monta.
Os factos demonstram à saciedade que Passos e Portas não têm um mínimo de sentido de estado; que Passos não vê um palmo à frente do nariz; e que Portas não é de fiar. Remendado ou não, o governo perdeu de vez a credibilidade e a instabilidade veio para ficar. Se Cavaco persistir em apoiar esta solução governativa, é mais que certo que a "brincadeira" vai continuar.
(imagem daqui)

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Giroflé, flé, flá!

Sobre Passos Coelho já ouvimos, da boca de dirigentes do CDS e em vários tons, que é um primeiro-ministro "impreparado" e "incompetente", ideia que, tendo em conta a carta de despedida do ex-ministro Gaspar e por ele tornada pública, parece também ser partilhada pelo "impressionante" ex-ministro das Finanças.
Mas o  que dizer de um partido como o CDS que depois Paulo Portas, o líder do partido, ter anunciado a sua demissão de ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, afirmando tratar-se de uma decisão irrevogável, aceita renegociar a coligação, mandatando (imagine-se!) o mesmo líder que acaba de bater com a porta,  para se reunir com o "incompetente" Passos Coelho de forma a encontrar uma "solução viável do Governo"?
Esta gente, com Paulo Portas à cabeça, como é óbvio, anda por certo a brincar com a vida dos portugueses e a comissão executiva que tomou tal decisão só pode ser encarada como uma cambada de garotos reunidos num jardim infantil apostados em continuar com a brincadeira.
Haja quem ponha termo à brincadeira, porque a governação do país não não pode estar entregue a esta garotada. 
Haverá? Em circunstâncias como as actuais é que se nota a falta que faz um Presidente da República. Com Cavaco, pelo menos até agora, não houve.
(reeditada)

sábado, 27 de abril de 2013

A corda parte, ou Portas mete, uma vez mais, a viola no saco?

Gaspar, o "impressionante" ministro das Finanças, propôs no Conselho de Ministros da passada sexta-feira mais cortes nos salários dos funcionários públicos e nas pensões, revelando que, para além de "impressionante", é também e sobretudo incompetente, porque incapaz de encontrar soluções alternativas para a diminuição do défice e da despesa pública que não passem por um novo esmagamento dos funcionários públicos e dos pensionistas.
Desta vez, porém, segundo conta o i, encontrou forte oposição da parte de vários ministros, incluindo Paulo Portas que terá ameaçado romper com a coligação. Estranhamente, de Passos Coelho, não reza a história. E daí, talvez a omissão não seja tão estranha quanto isso, atenta a sua indisfarçável insignificância.
A ameaça de rompimento por parte de Portas e a oposição de vários outros ministros terão sido as razões por que o Conselho de Ministros não chegou a qualquer conclusão, remetendo a decisão sobre a estratégia orçamental para um Conselho de Ministros extraordinário a ter lugar na próxima terça-feira.
Que havia fortes tensões no seio da coligação já se sabia, embora, no dizer de Pacheco Pereira, não se saiba da missa a metade. 
Perante o avolumar da tensão, será que é desta que a corda parte, ou será que Portas volta a meter a viola no saco?
Ao que tudo indica, na próxima terça-feira, teremos a resposta.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Violência doméstica

No seio da coligação que nos (des)governa, o PSD e o CDS ainda não chegaram a vias de facto, mas, atendendo à violência das palavras, tudo indica que já faltou mais para os seus militantes andarem ao murro.
Para exemplo, atente-se neste vídeo em que aparece um tal Ricardo Almeida, presidente da concelhia do PSD/Porto a comentar a recusa do CDS em alinhar na candidatura de Luís Filipe Menezes à Câmara do Porto e a afirmar que "Enquanto este CDS tiver a escola de Paulo Portas, ou seja, a escola da traição e da deslealdade, não há condições para qualquer tipo de coligação".
Da violência das palavras ainda se não passou aos actos, porque da parte do CDS não tem havido resposta à altura das ofensas. Até agora, o CDS tem-se limitado a  "levar" e a amochar. Até quando?

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Comediantes, farsantes e outros tratantes

Nos últimos tempos foi-nos dado assistir à representação de uma comédia e de uma farsa que culminou, hoje, com a aprovação do Orçamento do Estado para 2013. Os "artistas" intervenientes nas peças são os identificados aqui (v. infra). A eles que se intitulam como deputados e, logo, como representantes do povo tem este o direito de pedir contas pela tragédia inscrita nas páginas do Orçamento. Deseja-se, por estas bandas, que o exercício de tal direito seja feito a breve trecho.


    Abel Baptista (Viana do Castelo, CDS-PP), Adão Silva(Bragança, PSD), Adolfo Mesquita Nunes (Lisboa, CDS-PP), Adriano Rafael Moreira (Porto, PSD), Afonso Oliveira (Porto, PSD), Altino Bessa (Braga, CDS-PP),Amadeu Soares Albergaria (Aveiro, PSD), Ana Oliveira(Coimbra, PSD), Ana Sofia Bettencourt (Lisboa, PSD),Andreia Neto (Porto, PSD), Ângela Guerra (Guarda, PSD), António Leitão Amaro (Lisboa, PSD), António Prôa (Lisboa, PSD), António Rodrigues (Lisboa, PSD),Arménio Santos (Viseu, PSD), Artur Rêgo (Faro, CDS-PP), Assunção Esteves (Lisboa, PSD), Bruno Coimbra(Aveiro, PSD), Bruno Vitorino (Setúbal, PSD), Carina Oliveira (Santarém, PSD),Carla Rodrigues (Aveiro, PSD), Carlos Abreu Amorim (Viana do Castelo, PSD),Carlos Alberto Gonçalves (Europa, PSD), Carlos Costa Neves (Castelo Branco, PSD), Carlos Páscoa Gonçalves (Fora da Europa, PSD), Carlos Peixoto (Guarda, PSD), Carlos Santos Silva (Lisboa, PSD), Carlos São Martinho (Castelo Branco, PSD), Clara Marques Mendes (Braga, PSD), Cláudia Monteiro de Aguiar (Madeira, PSD), Conceição Bessa Ruão (Porto, PSD), Correia de Jesus (Madeira, PSD),Couto dos Santos (Aveiro, PSD), Cristóvão Crespo (Portalegre, PSD), Cristóvão Norte (Faro, PSD), Cristóvão Simão Ribeiro (Porto, PSD), Duarte Marques(Santarém, PSD), Duarte Pacheco (Lisboa, PSD), Eduardo Teixeira (Viana do Castelo, PSD), Elsa Cordeiro (Faro, PSD), Emídio Guerreiro (Braga, PSD), Emília Santos (Porto, PSD), Fernando Marques (Leiria, PSD), Fernando Negrão (Braga, PSD), Fernando Virgílio Macedo (Porto, PSD), Francisca Almeida (Braga, PSD),Graça Mota (Braga, PSD), Guilherme Silva (Madeira, PSD), Hélder Amaral (Viseu, CDS-PP), Hélder Sousa Silva (Lisboa, PSD), Hugo Lopes Soares (Braga, PSD),Hugo Velosa (Madeira, PSD), Inês Teotónio Pereira (Lisboa, CDS-PP), Isabel Galriça Neto (Lisboa, CDS-PP), Isilda Aguincha (Santarém, PSD), Joana Barata Lopes (Lisboa, PSD), João Figueiredo (Viseu, PSD), João Gonçalves Pereira(Lisboa, CDS-PP), João Lobo (Braga, PSD), João Paulo Viegas (Setúbal, CDS-PP),João Pinho de Almeida (Porto, CDS-PP), João Prata (Guarda, PSD), João Rebelo(Lisboa, CDS-PP), João Serpa Oliva (Coimbra, CDS-PP), Joaquim Ponte (Açores, PSD), Jorge Paulo Oliveira (Braga, PSD), José de Matos Correia (Lisboa, PSD),José de Matos Rosa (Lisboa, PSD), José Lino Ramos (Lisboa, CDS-PP), José Manuel Canavarro (Coimbra, PSD), José Ribeiro e Castro (Porto, CDS-PP), Laura Esperança (Leiria, PSD), Lídia Bulcão (Açores, PSD), Luís Campos Ferreira (Porto, PSD), Luís Leite Ramos (Vila Real, PSD), Luís Menezes (Porto, PSD), Luís Montenegro (Aveiro, PSD), Luís Pedro Pimentel (Vila Real, PSD), Luís Vales (Porto, PSD), Manuel Isaac (Leiria, CDS-PP), Margarida Almeida (Porto, PSD), Margarida Neto (Santarém, CDS-PP), Maria Conceição Pereira (Leiria, PSD), Maria da Conceição Caldeira (Lisboa, PSD), Maria das Mercês Borges (Setúbal, PSD), Maria João Ávila (Fora da Europa, PSD), Maria José Castelo Branco (Porto, PSD), Maria José Moreno (Bragança, PSD), Maria Manuela Tender (Vila Real, PSD), Maria Paula Cardoso (Aveiro, PSD), Mário Magalhães (Porto, PSD), Mário Simões (Beja, PSD),Maurício Marques (Coimbra, PSD), Mendes Bota (Faro, PSD), Michael Seufert(Porto, CDS-PP), Miguel Frasquilho (Porto, PSD), Miguel Santos (Porto, PSD),Mónica Ferro (Lisboa, PSD), Mota Amaral (Açores, PSD), Nilza de Sena (Coimbra, PSD), Nuno Encarnação (Coimbra, PSD), Nuno Filipe Matias (Setúbal, PSD), Nuno Magalhães (Setúbal, CDS-PP), Nuno Reis (Braga, PSD), Nuno Serra (Santarém, PSD), Odete Silva (Lisboa, PSD), Paulo Batista Santos (Leiria, PSD), Paulo Cavaleiro (Aveiro, PSD), Paulo Mota Pinto (Lisboa, PSD), Paulo Rios de Oliveira(Porto, PSD), Paulo Simões Ribeiro (Setúbal, PSD), Pedro Alves (Viseu, PSD),Pedro do ó Ramos (Setúbal, PSD), Pedro Lynce (Évora, PSD), Pedro Pimpão(Leiria, PSD), Pedro Pinto (Lisboa, PSD), Pedro Roque (Faro, PSD), Raúl de Almeida (Aveiro, CDS-PP), Ricardo Baptista Leite (Lisboa, PSD), Rosa Arezes(Viana do Castelo, PSD), Rui Barreto (Madeira, CDS-PP)Sérgio Azevedo (Lisboa, PSD), Telmo Correia (Braga, CDS-PP), Teresa Anjinho (Aveiro, CDS-PP), Teresa Caeiro (Lisboa, CDS-PP), Teresa Costa Santos (Viseu, PSD), Teresa Leal Coelho(Porto, PSD), Ulisses Pereira (Aveiro, PSD), Valter Ribeiro (Leiria, PSD), Vasco Cunha (Santarém, PSD) e Vera Rodrigues (Porto, CDS-PP).

A representação da última peça - a tragédia - fica a cargo doutros tratantes:
Este; estes; e mais estes.

(A lista dos deputados que aprovaram o Orçamento da tragédia e a composição fotográfica foram pescadas aqui)

sábado, 17 de novembro de 2012

Tanto barulho para obter uma migalha


Fomos metralhados durante todo o santo dia de ontem pela comunicação social dando conta dos  "enormes esforços" desenvolvidos pelos deputados dos partidos da maioria parlamentar, junto do ministro Gaspar, com vista a aliviar a carga fiscal decorrente da versão do Orçamento do Estado para 2013 apresentada pelo Governo. 
Vi-os todos satisfeitos, prontos para votarem um Orçamento que "é, do ponto de vista fiscal, o precipício em que vão morrer milhões de contribuintes". Para tal contentamento, bastou-lhes a obtenção duma migalha que outra coisa não é o desagravamento fiscal correspondente a menos de 0,1% do PIB (manchete do "Público" supra e também aqui). Tanta satisfação e tamanha prontidão levam-me a concluir que os deputados da maioria, ou são inconscientes, ou dóceis ovelhas e mansos carneiros. Caro leitor, a escolha é sua.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O palhaço foi ao circo...


...e andou por lá a fazer fitas durante uns dias. Agora regressou. Mas não deixou de ser o mesmo "palhaço" (sem  ofensa para os verdadeiros profissionais do exigente ofício).
Refiro-me, neste caso, ao "palhaço"  que aparece à esquerda na fotografia (tirada daqui).