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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Frei Tomás, em versão americana


"Trump condenou lobistas durante campanha. Agora fazem parte da sua equipa"
-Surpresa ? 
-Nem por isso. Surpreendente seria ver Donald Trump disposto a deixar os seus créditos bem firmados de pinóquio fanfarrão por mãos alheias.
(imagem e notícia daqui)

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

O novo e desagradável retrato da América

A vitória de Donald Trump tem certamente muitas explicações que não tenho a pretensão de dilucidar. Olhando, no entanto, para o mapa com os resultados eleitorais, ainda que não definitivo, é dificil não concluir que há uma América que está para lá das belas fachadas da Costa Leste e da Costa Oeste. Uma América que é reacionária, racista, xenófoba, inculta e, direi mesmo, alarve e grosseira. Uma América que, se elegeu Donald Trump, é porque nele se revê. Sendo essa América maioritária, Trump é, por muito que desagradável que ela seja, a nova cara da América. E por muito que nos custe admiti-lo.
Hélas!
(imagem do Público)

domingo, 19 de outubro de 2008

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

O debate ou de como a agressividade não compensa

O candidato republicano John McCain revelou durante o debate que teve lugar esta madrugada, uma energia e agressividade de que não tinha dado mostras durante os anteriores debates. Por seu lado, Barack Obama manteve-se sereno, como parece ser seu timbre, e nem os ataques constantes e virulentos por parte de McCain o fizeram perder a calma.
Em termos de conteúdo, o debate ofereceu-nos mais do mesmo. Nenhum dos candidatos apresentou ideias novas e pese embora o esforço de McCain em distanciar-se de George W. Bush, a verdade é que ele defende uma política na esteira do actual presidente, ou seja uma política claramente conservadora.
Finalmente, uma palavra sobre as sondagens: A nota distintiva deste debate ( a agressividade de
McCain) parece não ter tido o efeito esperado pelo candidato republicano, pois de acordo com o inquérito da CNN, 58 por cento dos inquiridos pronunciaram-se a favor de Obama e só 31 por cento atribuiu a vitória a McCain. Os números da CBS News são ainda mais favoráveis a Obama (53 por cento, contra 22 por cento a favor de McCain). Resultados que parecem provar que a agressividade, sem mais, não compensa.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Barack Obama na recta final

A poucas horas do terceiro e último debate, Barack Obama, face às sondagens ultimamente publicadas (a última das quais lhe dá um avanço de 14 % sobre o candidato republicano, John Mc Cain) apresenta-se em excelentes condições para vencer a corrida à presidência dos Estados Unidos. O debate de hoje, pelo que é lícito esperar, face à actuação do candidato democrata nos debates anteriores, só vai contribuir para reforçar a sua posição de candidato ganhador. Estou certo disso e cá estaremos para o confirmar.

sábado, 26 de julho de 2008

Ninguém é profeta na sua terra?


Barack Obama, depois de ter passado por Berlim e Paris, onde foi recebido com grande entusiasmo e onde provou ter estatura de verdadeiro estadista, termina em Londres a sua "tournée" internacional, sublinhando o “afecto profundo e duradouro” e a “gratidão” que os americanos nutrem pelo Reino Unido,

Pese embora o sucesso da sua viagem, o candidato democrata não tem assegurada a sua eleição como Presidente dos Estados Unidos, pois as sondagens revelam que não dispõe senão de uma ligeira vantagem frente ao candidato republicano, John McCain. Aliás, é o próprio Obama que admite que a popularidade de que goza no estrangeiro lhe pode ser prejudicial, hipótese que já alguns analistas tinham adiantado, ao sublinharem que Obama se arrisca a não alcançar a eleição, se os americanos tiverem a percepção de que Obama é o candidato do mundo e não o candidato da América.
A hipótese não é de afastar, tendo em conta exemplo recente: Bush foi reeleito, tendo como adversário uma personalidade como Al Gore e depois de concluído um primeiro mandato, geralmente tido como pior que mau.
Não seria, pois, motivo de espanto que os americanos viessem a optar, contra a opinião mundial, por uma personalidade que não tem, nem de longe, o carisma, nem a estatura política de Obama.
Seria a infeliz confirmação de que ninguém é profeta na sua terra.
Esperemos que, desta feita, o adágio se não confirme.
(A imagem foi retirada daqui)