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terça-feira, 10 de janeiro de 2017
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Preso por ter cão ...
Não falta por aí quem, acintosa e oportunisticamente, critique o primeiro-ministro António Costa pelo facto de ter decidido não interromper a visita de Estado à Índia para poder prestar a última homenagem a Mário Soares, entretanto falecido. É, porém, certo que se a decisão tivesse outra e em sentido contrário também não teriam faltado vozes a censurá-lo por antepor as suas amizades ao interesse do país. Sabe-se, com efeito, que em circunstâncias como esta, é-se, com frequência, "preso por ter cão e preso por não ter".
Estou certo que o facto de não poder estar presente no funeral de Mário Soares é motivo de grande desgosto pessoal para António Costa, tendo em conta a mútua relação de amizade e a admiração que António Costa nutria por Mário Soares. Ao decidir como decidiu, dando prevalência aos interesses do país, António Costa procedeu bem, porque em conformidade com as suas obrigações como primeiro-ministro.
Parece-me óbvio.
(imagem daqui)
sábado, 7 de janeiro de 2017
Até os que se vão "da lei da morte libertando" se cansam, um dia, desta vida
É um facto: até os "imortais"se despedem um dia da nossa convivência. A partida de Mário Soares, que hoje choramos, aí está a lembrar-nos esta cruel verdade.
O homem - um lutador incondicional pela liberdade e um homem de coragem, até física - partiu, mas a obra fica. A democracia em que vivemos é, reconhecidamente, obra dele, em grande medida. Que a sua memória perdure e que descanse em paz! Uma e outra coisa ele mereceu e a ambas tem jus.
(Imagem daqui)
sábado, 18 de abril de 2015
Mariano Gago
Abro um parêntesis nas minhas deambulações alentejanas para dar conta de um infausto acontecimento: o falecimento de Mariano Gago.
Não vou acrescentar nada ao elogio fúnebre que outros já fizeram. Direi apenas que fiquei triste, porque Mariano Gago estava entre os melhores.
E, pelo que se tem visto, ultimamente, os melhores estão de partida. Hélas!
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Uma desgraça nunca vem só
No mesmo dia em que o "imortal" Manoel Oliveira desapareceu, também o economista José da Silva Lopes nos deixou, ele que, para além de insigne economista, era também e sobretudo um homem bom.
(imagem e notícia: daqui)
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
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