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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Um pobre diabo!

Um tal feito só pode ser obra do mafarrico. Outra explicação não pode haver, pois certamente que tal se não deve à confiança dos mercados, bem minada pelas declarações dos próceres da direita ressabiada que não têm poupado esforços nesse sentido.
Assim sendo, tudo indica que Passos Coelho se enganou redondamente quando anunciou urbi et orbi que o diabo estava para vir, mas só mais tarde, lá para Setembro.
Pelos vistos, chegou antes e sem ligar ao anúncio de Passos Coelho. Grave e lamentável falta de consideração, mas, de facto, quem é que ainda liga aos anúncios dum pobre diabo?
(Imagem daqui)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Para grande desgosto dos marretas

"Os juros das Obrigações do Tesouro a 10 anos abriram esta quarta-feira a cair para 2,26%, mantendo a trajetória de descida para mínimos de sete meses em dia de início do debate do programa do novo governo" (fonte)

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Os "mercados" também são idiotas

Pelos vistos, os "mercados" também  não compreenderam a mensagem de Cavaco.
Ó gentes, então não se está mesmo a ver que a solução de Cavaco é portadora de ESTABILIDADE?
Não repararam que Cavaco recusa partir para eleições antecipadas em nome da ESTABILIDADE? Cavaco faz tudo, mas mesmo tudo, incluindo o patrocínio do derrube de governos (como no caso do anterior) para assegurar a ESTABILIDADE.
Não está mesmo à vista?
Não se façam desentendidos. Vamos lá parar, JÁ, com essa desenfreada subida das taxas de juro!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

domingo, 22 de janeiro de 2012

Não é viragem, é uma miragem

O ministro Gaspar acha que Portugal está a aproximar-se de um ponto de viragem só pelo facto de o Estado ter conseguido "colocar Bilhetes do Tesouro com um prazo de 11 meses, pela primeira vez desde Abril de 2011".
Infelizmente, para o país, Gaspar está redondamente equivocado, pois a viragem de que fala não passa  duma miragem e até um leigo que esteja atento às notícias que vão passando é capaz de lhe explicar porquê. 
Em emissões de dívida pública de curto prazo ou por período que não exceda o tempo de duração da ajuda financeira da "troika", os investidores sabem que não correm o risco de incumprimento e, por isso, não só acorrem aos leilões da dívida, como não exigem juros excessivamente altos. Mas já o mesmo não se passa com emissões de dívida a cinco ou dez anos, pois, por coincidência, quando o ministro se pôs a falar de viragem, já "os mercados" estavam a dizer-lhe, com toda clareza que ele estava com visões. E a dizer-lho com factos: ojuros das obrigações do Tesouro a 10 anos, no mesmo dia em que Gaspar "botava faladura", atingiram, no mercado secundário, um novo máximo (14,58%) e o risco de incumprimento subiu para 66,6%, (outro máximo)
O ministro Gaspar tem dúvidas ? Faça o teste.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Os "mercados" continuam a celebrar...

...o "dia histórico" e o acordo de concertação social não menos "histórico", com os juros da dívida portuguesa  a bater novos máximos a dez e cinco anos nos mercados secundários: as taxas referentes aos títulos de dívida portuguesa a dez anos estavam em 14,677% (ontem: 14,160) fixando-se as taxas dos títulos a cinco anos, num novo máximo de 19,128% (ontem: 17,928%). 
Isto, apesar da magnífica e louvável iniciativa de P. Portas de pôr a diplomacia portuguesa a "vender" o acordo no estrangeiro "para melhorar a imagem externa do país".
O resultado é decepcionante? Pois é, mas quem lhe manda a ele e ao governo andar a vender gato por lebre? O acordo, sem a participação da CGTP, vale, porventura, alguma coisa em termos de maior ou menor conflitualidade laboral e social ?

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Abriu mais cedo...


... a época da caça. Não, não é a caça ao coelho. É a caça aos boys: "Passos Coelho prometeu, durante a campanha eleitoral, não levar os boys do PSD para o governo, mas, aparentemente, o primeiro-ministro também não está disponível para manter os boys de Sócrates no poder. Num dos primeiros Conselhos de Ministros deste executivo, foram dadas indicações precisas para que todos os ministérios fizessem o levantamento de todas as nomeações socialistas, desde o início do primeiro governo de José Sócrates (2005). A radiografia completa engloba toda a orgânica do executivo: ministérios, secretarias de Estado, direcções--gerais e regionais, institutos, gabinetes e departamentos. Quem, onde trabalha, o que faz e se é útil nas funções que desempenha. São estas as questões às quais os ministérios vão ter de dar respostas sobre todas as nomeações desde 2005 e, preferencialmente, até ao final desta semana."

(Reeditada)
(Imagem daqui)

sexta-feira, 8 de julho de 2011

E porque não "mea culpa"?


A 23 de Março de 2011 (data representada no gráfico pelo traço vertical) a direita (PSD e CDS) contando com a prestimosa colaboração do PCP e do Bloco de Esquerda votou contra o PEC 4, levando à queda do Governo liderado por José Sócrates. Desde aquela data, é ver os juros da dívida pública a subir (upa! upa!).
Não foram todos avisados, na devida altura, das consequências? O resultado está à vista. Por que razão se indignam agora com a classificação da Moody's ?
Não foi isto o que andaram a pedir? E que tal fazer "mea culpa"?
(Gráfico tirado daqui)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

À atenção de Cavaco, Passos, Portas, Vítor, Moedas & Cª

Protejam o estômago! 
Depois do primeiro murro, já aí vem o segundo a caminho: "O diferencial entre as obrigações do Tesouro português a 10 anos superou esta tarde a barreira psicológica dos 1000 pontos base". Ou, para que não restem dúvidas: "O risco da dívida portuguesa atingiu hoje valores recordes em todos os ângulos possíveis de análise".
Muito provavelmente, os "murros" não vão ficar por aqui, que isto de derrubar governos, só para chegar ao "pote" tem os seus quês. Como já era bom de ver, desde os idos de Março. Aliás, só não viu quem não quis. Nada que me console, pois os "murros" atingem-nos a todos, culpados, cúmplices e inocentes. Lamento é que continue a haver quem não veja, ou faça de conta que não vê. Como esta Est(r)ela Barbot

O servilismo não compensa

A prontidão, melhor dizendo, o servilismo com que  Passos Coelho se dispôs seguir os ditames dos "mercados", afirmando-se até capaz de os "surpreender", não os comove. Vimo-lo ontem com a decida do rating da dívida pública portuguesa decidida pela Moody's. Confirma-se hoje com o resultado do leilão de Bilhetes de Tesouro a três meses. A equipa "credível" de Passos Coelho (credível, não é, Moedas?) não só não conseguiu arrecadar o montante pretendido (1000 milhões de euros), como teve de pagar um juro superior (4,926%) ao cobrado na anterior emissão no mês passado (4,863%) quando a equipa "maravilha" de Passos Coelho ainda não tinha entrado em funções.
Está visto que o servilismo não compensa.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Monsieur de la Palisse no BCE (2)




Mais uma vez, Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu (BCE) chega atrasado ao anunciar hoje que a Zona Euro se irá contrair 0,5 % por cento no próximo ano, repetindo previsões já adiantadas por outras instituições internacionais (FMI, p.e.).
Vale que desta vez, o BCE não demorou tanto tempo a rever a sua taxa directora no sentido da baixa, fixando-a em 2, 5%, (ainda assim mais alta que a do Banco de Inglaterra e a do Banco Central da Suécia que fixaram as suas principais taxas de juro em 2%). Em todo o caso, ao baixar a taxa de juro de 3,25% para 2,5%, Trichet prova que, com o tempo, ele vai lá.
(Imagem daqui)

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Tem Banco que é cego ...


No meio da crise financeira e económica que vai por esse mundo fora (Europa incluída), de dimensões ainda não apuradas e sem fim à vista, o Banco Central Europeu, mais preocupado com a luta contra a inflação, decidiu hoje manter a sua taxa de cedência de liquidez nos 4,25 por cento.
Com a Euribor a subir todos os dias e com as empresas e as famílias (devido aos encargos com os empréstimos à habitação) a ter, cada dia que passa, mais dificuldade em cumprir os seus compromissos, não seria esta uma boa altura para dar uma folga? Penso que sim.
É caso para dizer: Temos Banco que é cego !
(Mensagem reeditada)
(Imagem daqui)