A direita anda já a arranjar desculpas para o, a meu ver, previsível falhanço da sua governação.
Por ora, vão em duas.
Uma é a Grécia. Os jornalistas económicos descobriram agora que o risco de incumprimento e os juros da dívida pública portuguesa sobem porque os "mercados" antecipam a necessidade da reestruturação da dívida pública grega.
A outra é, como não podia deixar de ser, a Constituição "anacrónica, barroca e excessivamente programática". Não terá sido mais ou menos isso o que a "luminária", que dá pelo nome de António Barreto, quis dizer?