domingo, 18 de março de 2018

Fábula da rã que queria ser boi

Em nova versão, em homenagem a Assunção Cristas, aspirante a líder do "centro-direita" e  a futura  primeira-ministra.
(Na imagem:  Cartoon de António, com o título "O efeito do crescimento", publicado no "Expresso" de 17 - Março - 2018 - edição impressa)

sábado, 10 de março de 2018

Um balde de água fria

Uma Assunção Cristas de cabeça quente a pontos de escaldar (“Sim, é possível disputar a primeira liga!”;“Eu vejo-me como primeira-ministra”) estava mesmo a pedir este balde de água fria: o CDS em eleições legislativas não vai além de 5,4% das intenções de voto, segundo esta sondagem
Publicada nas vésperas do congresso do CDS, será que ainda veio a tempo de lhe atalhar a megalomania? Duvido.
(Créditos da imagem :FERNANDO VELUDO / NFACTOS. Daqui)

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Florilégio em honra da "santa" Joana

«(...) O soez ataque de carácter a Mário Centeno, caluniando o mais relevante político português no atual quadro europeu como alguém que se vende por um prato de lentilhas, talvez não seja só iniquidade espontânea. Talvez seja maldade industrial.(...)»
(Viriato Soromenho-Marques: "A indústria da desconfiança contra a democracia". Na íntegra: aqui)

Ou "maldade" institucional, receio eu.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Em louvor de "santa" Joana !

«(...) tenho sempre presente que há dois princípios fundamentais nas investigações judiciais em Portugal, que nunca devem ser postos em causa:a independência de qualquer poder e a autonomia de qualquer investigação.Mas sei igualmente que esses princípios não isentam o Ministério Publico de falhas nem de críticas, sobretudo quando o ridículo e a ineficácia se juntam no mesmo fim de semana.
O caso dos convites para Mário Centeno ir ao futebol é isso mesmo, ridículo. O caso das viagens da Galp já era, na essência, perfeitamente ridículo, como já escrevi nesta coluna. Mas este é ainda mais absurdo, porque denota total falta de bom senso e desenquadramento da realidade e das práticas, tentando ligar factos soltos, sem lógica aparente e desligados das responsabilidades dos envolvidos. O IMI é da responsabilidade das câmaras e a Autoridade Tributária é uma máquina absolutamente independente. Coitado do ministro que tente um dia pôr a AT ao seu serviço... Cai em menos de um fósforo.(...)»

(Ricardo Costa: "O MP não sabe de violência doméstica. Mas percebe de bilhetes para a bola?". Na íntegra aqui. Presumo que só para assinantes)

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Sem razões para festejar...

A crer nesta sondagem, o PSD não tem razões para festejar a recente eleição de Rui Rio como novo presidente  do partido. De facto, não só "não consegue recuperar", como titula a "piedosa"  jornalista do "Expresso", como, na verdade, continua a retroceder no que respeita a intenções de voto. É caso mesmo para a respectiva militância temer que, por este andar, "a venda da alma ao diabo" advogada por Manuela Ferreira Leite  não seja suficiente para atingir o objectivo de derrotar a "geringonça" nas legislativas de 2019. Mesmo com a ajuda de um CDS que, pelos vistos, também não consegue capitalizar a seu favor o facto de, nos últimos tempos, o seu parceiro de coligação ter estado quase totalmente ausente das "lides".
Razões para festejar também não as têm as magistraturas, nem a judicial, nem a do Ministério Público (MP). De acordo com a mesma sondagem, as opiniões negativas sobre os juízes e sobre o MP continuam a suplantar largamente as positivas. E, se o saldo negativo se cifra em 14,7 pontos percentuais para os juízes; para o MP, os números são ainda mais desoladores: 17,8 pontos percentuais negativos, número que não deixa de ser surpreendente, tendo em conta a tentativa de "beatificação" da actual procuradora-geral da República levada a cabo por uma multidão de gente "devota" onde avulta a generalidade da comunicação social.
Mais um caso em que a opinião publicada está longe de reflectir a opinião pública? Se não é, parece.  

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Luta livre

O evento foi anunciado como sendo um debate entre os candidatos à presidência do PSD (Rui Rio e Pedro Santana Lopes) e que iria ter lugar perante as câmaras da RTP.
O encontro realizou-se efectivamente, conforme fora anunciado, só que as  expectativas dos espectadores foram completamente logradas: em vez de assistir a um confronto de ideias entre dois candidatos à liderança dum partido político, a audiência foi "presenteada" com um combate de luta livre. E, por sinal, um péssimo combate, onde (hélas!) nem a actuação do "árbitro" se aproveitou.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

"Desinformação, calúnia e difamação"

Para fazer estas afirmações ( "Que não se caia no maior pecado da comunicação: a desinformação, dizendo apenas uma parte, a calúnia, que é sensacionalista, ou a difamação, procurando coisas já ultrapassadas, antigas, e trazendo-as à atualidade. Estes são pecados gravíssimos, que destroem o coração do jornalista e das pessoas") o Papa Francisco anda a ler, a ver e a ouvir a comunicação social portuguesa, concluo eu.
E daí talvez não, pois o Papa Francisco não chegou a referir-se a notícias mentirosas que é coisa muito em voga por cá.
(Imagem e notícia daqui)
(reeditado)

Uma história de sucesso!

Por muito que doa à direita ressabiada (de Passos Coelho e da Cristas) é de Portugal e do seu ministro das Finanças, Mário Centeno, que estão a falar:  "Centeno nomeado para a presidência do Conselho de Governadores do MEE".
(Imagem e notícia daqui)

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Quando "o silêncio é de oiro"

O dito segundo o qual "o silêncio é de oiro" nem sempre se mostra acertado, porquanto não faltam ocasiões em que se torna imperativo o falar. Certo, porém, é que a referida máxima faz todo o sentido sempre que alguém ensaia o abrir da boca para dizer disparates.
Quem ultimamente tem dado provas de que não conhece o provérbio é a presidente do CDS/PP, Assunção Cristas, que, com demasiada frequência, vem usando da palavra, quando, a meu ver, o aconselhável seria guardar um discreto silêncio.
Vêm estas considerações a propósito da afirmação da líder do CDS acerca da recente decisão da agência de notação financeira Fitch de retirar a dívida soberana de Portugal da categoria "lixo", elevando-a à categoria de investimento. Diz a sobredita Assunção Cristas, tentando, com a afirmação, desvalorizar o mérito do actual Governo que "o resultado poderia ter sido alcançado mais cedo, se o Governo fosse outro".
Como a afirmação é, pela natureza das coisas, de demonstração impossível, forçoso é concluir que rigor e seriedade não fazem parte da idiossincrasia da citada dirigente. Acresce que a imponderação de que a líder do CDS dá provas com a afirmação proferida, suscita de imediato uma réplica que não a favorece. Muito pelo contrário. De facto, se é sempre possível dizer que um outro hipotético Governo poderia ter conseguido o mesmo resultado mais cedo, do que não há dúvidas é que tal Governo nunca poderia ser igual ao (des)governo PSD/CDS de que a própria Assunção Cristas fez parte, visto que, tendo-se perpetuado no poder durante mais de quatro longuíssimos anos, não conseguiu o objectivo que o actual obteve em menos de metade do tempo.
Não é, seguramente, com afirmações deste tipo que a dirigente do CDS/PP chegará tão cedo ao (por ela) ambicionado cargo de primeira-ministra, para o qual, manifestamente, não está preparada, dada a imaturidade de que vem dando provas. Provavelmente, apesar da impetuosidade imprimida à corrida, tal só acontecerá quando as galinhas tiverem dentes.
É no que acredito.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Farelo do mesmo saco

Lendo e ouvindo o que os que os candidatos à liderança do PSD têm vindo a dizer, até parece que não têm mais nada para discutir a não ser o número de debates a realizar entre eles e qual a estação televisiva onde terão lugar, questão que, imagine-se, tem vindo a merecer a atenção dos candidatos desde a primeira hora e que, pelos vistos, continua por resolver. 
Dada a forma como a campanha tem vindo a decorrer, (o que tem relevado são tricas e não temas relevantes) não admira que a mesma não tenha suscitado até agora grande entusiasmo mesmo junto dos militantes do partido a quem caberá a escolher o próximo líder, afirmação que pode sustentar-se no facto, já conhecido, de os militantes em condições de poderem votar serem em número inferior ao das anteriores eleições para o mesmo cargo.
É verdade que os candidatos em presença são personalidades diferentes e nesse aspecto distinguem-se bem. No entanto, na falta ideias de que têm dado mostras durante a campanha, assemelham-se o bastante para que se possa dizer, que "são farinha farelo do mesmo saco".
(Na imagem: Rui Rio / Santana Lopes; Creditos:. D.R. / Reuters)
(Título reeditado)

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

"Pedaços de asno"

« (...)Um bom ministro das Finanças, como sabemos, nota-se pelo falar lennntooo, nunca pelo sorriso de parvo. Mas, sendo nós gente educada, nunca ninguém fez saber a Mário Centeno que ele tinha sorriso de parvo. Passos Coelho, da primeira vez que o ouviu no Parlamento, ficou com os ombros numa tremideira de riso contido pelo sorriso parvo do outro, mas lá se aguentou. E foi então que uma notícia absurda, mais que fake news, surgiu: Centeno era candidato a presidente do Eurogrupo!!! José Gomes Ferreira topou o desconchavo: "Sendo que este assunto só é notícia em Portugal porque é que só o governo fala disto?" Não liguem à falta de lógica, mas reparem no legítimo desprezo pelo sorriso parvo. Mas foi o candeia nacional Marques Mendes que nos iluminou. Centeno no Eurogrupo? "Mentira de 1.º de Abril... Campanha de autopromoção... É o seu ego... A sua vaidade... Está deslumbrado... Inchado... Muito inchado... Não há uma única alma lá fora que fale de Centeno... É um bocadinho ridículo uma pessoa assim a oferecer-se..." Ontem, Centeno foi eleito presidente do Eurogrupo. O que vai fazer amanhã? Não sei. Mas ontem soube o significado do sorriso parvo: esteve sempre a rir-se dos pedaços de asno
(Ferreira Fernandes: "O sorriso de parvo de Centeno". Na íntegra: aqui.)

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Uma boa/má/péssima notícia

A eleição do ministro das Finanças de Portugal, Mário Centeno, como presidente do Eurogrupo só pode ser considerada, do meu ponto de vista, como uma boa/excelente notícia. E nem sequer haverá necessidade de recorrer a grandes considerandos para tal se concluir. Bastará a certeza de que esta eleição vai reforçar a credibilidade externa de Portugal, com reflexos benéficos, quer no plano das finanças públicas, quer no plano da economia. É expectável, com efeito, que, em consequência e salvo alguma outra alteração de circuntâncias de sinal contrário, se  mantenha e até se acentue a tendência que nos últimos tempos se tem vindo a verificar no sentido da descida da taxas de juro incidentes sobre a dívida pública, sendo por outro lado legítimo esperar que se assista a um aumento significativo do investimento estrangeiro. 
Sabe-se o quanto é importante a diminuição das taxas de juro atendendo à dimensão da dívida pública portuguesa e também é sabido que, sem investimento, incluindo o estrangeiro, a economia portuguesa não poderá crescer ao ritmo que é possível e desejável. Dir-se-ia, pois, que não faltam razões para festejar a eleição de Centeno, ainda que sem injustificados optimismos.
Estranhamente, porém, alguma esquerda, com destaque para o PCP e para o BE,  não mostram nenhum entusiasmo com tal eleição. Muito pelo contrário, se atentarmos nas declarações vindas dum lado e doutro sobre o assunto, o que, de facto, não é muito compreensível. É que, se é verdade que a eleição de Mário Centeno, só por si, não significa uma reviravolta completa na política de austeridade defendida e seguida, até agora, pela maioria dos países do Eurogrupo, não é menos certo que alguma mudança em sentido contrário está fazer o seu caminho. A eleição de Centeno é, seguramente, um passo nessa direcção. Com efeito, sem uma mudança de orientação, Mário Centeno a presidir ao Eurogrupo não seria hipótese, nem possível, nem concebível. 
Essa era, precisamente, a ideia dos políticos e comentadores conotados com a direita que, ao longo de meses, se entretiveram a fazer troça com o caso, logo que a hipótese de candidatura do ministro das Finanças surgiu na imprensa. 
Não admira, por isso, que a direita veja no êxito da candidatura de Centeno uma péssima notícia. Com toda a razão, diga-se. É que a eleição em causa tem, de facto, o valor de uma certidão de óbito. Da TINA, precisamente. 
A direita tem plena consciência desse significado. Essa é, aliás, a razão pela qual políticos e comentadores de direita se têm desdobrado, nos últimos dias, em exercícios vários de contorcionismo. É um facto que se tem visto de tudo um pouco: desde políticos tão "clarividentes" como Santana Lopes e Rui Rio que na eleição de Centeno até conseguem ver a mão do governo Passos/Portas, até comentadores, como o Gomes Ferreira da SIC, que aqui tomo como expoente, que antes juravam que a política do actual Governo era a via mais rápida para um novo resgate, e que agora afiançam que o actual Governo mais não faz do que prosseguir a política de austeridade do governo da direita (de execrável memória)  da responsabilidade da dupla Passos/Portas.
Esta gentinha sabe perfeitamente que não é assim, pois não ignora que onde o governo Passos/Portas cortava salários, pensões, subsídios de férias e de Natal, o Governo actual repõe. E também sabe que, ao invés do  governo austeritário da direita, que brindou o país com um "colossal aumento de impostos", no dizer do próprio Vítor Gaspar, o ministro das Finanças na altura, o actual tem vindo, ainda que paulatinamente, a diminuí-los. 
Não vale a pena continuar a enumerar diferenças, tantas elas são e nem tal gente precisa que lhas recordem, pois, por alguma razão,  tanto se tem esforçado em denegrir a acção do Governo, ao longo dos dois anos que este leva de exercício. E, em boa verdade, também não vale a pena gastar "cera com tão reles defuntos", visto que tal gente não emite tão disparatadas opiniões devido a um qualquer equívoco. Tais opiniões são apenas fruto de mentes intelectualmente desonestas. Isso sim. 
(Foto: ANDRÉ KOSTERS/LUSA)

sábado, 25 de novembro de 2017

INFARMED: Quem é que anda à procura de lenha para se queimar?


A decisão de transferir a sede do INFARMED para o Porto é, nas actuais circunstâncias e a todas as luzes, um completo disparate. Outro galo cantaria, adiante-se desde já, se a candidatura do Porto à instalação da sede da Agência Europeia do Medicamento (EMA) tivesse sido coroada de êxito. Não foi o caso, como se sabe, pelo que a mudança da sede do dito Instituto para o Porto não só deixou de fazer sentido, como se revela completamente absurda. Com efeito, se é certo que a mudança não traz qualquer benefício para o país, como parece  evidente, também não há a mínima dúvida de que a transferência tem custos de não pequena monta. Desde logo, os inerentes à transferência, que não serão tão poucos como isso, pois fala-se em dezenas de milhões de euros, mas também e sobretudo os associados ao refazer das suas vidas por parte de centenas de funcionários que, do pé para a mão, se verão obrigados a mudar de casa. Eles e as famílias.
Com algum sentido de humor, até se poderia pensar que o Governo, na falta de problemas para resolver, achou por bem ser ele próprio inventar um para se entreter. Ora, é sabido que problemas para (e por) resolver é algo que não falta a este Governo, pelo que a decisão em causa, para quem a encare com objectividade e sem bairrismos só pode ser vista como incompreensível.
Tão incompreensível que, ao que noticia o "Expresso", até o "Governo já começou a recuar". A ser verdade o noticiado, com a mudança da sede, no Porto passarão a funcionar "sobretudo os serviços administrativos e de suporte". Em Lisboa manter-se-ão "os laboratórios e os serviços mais especializados". A ser assim, diria eu para abreviar, que a emenda é pior do que o soneto. Pior que errar é não admitir o erro e tentar disfarçá-lo. 
Um duplo erro que faz pensar que alguém no Governo (António Costa?) anda à procura de sarna para se coçar. Ou será de lenha para se queimar?
(Foto:PEDRO ROCHA / LUSA)

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Tecnoforma. Já ouviu falar?


"“Fraude”, concluiu o OLAF"
Já ouviu falar disto?
Pergunto, porque uma alegada fraude com fundos provenientes do Fundo Social Europeu que monta a  6.747.462 euros não merece, ao que tudo indica, o menor interesse por parte da generalidade da comunicação social. Com ressalva, obviamente, do Público que foi quem levantou a lebre. 
Tal dever-se-à ao facto de a fraude ser imputada à Tecnoforma, empresa de que Pedro Passos Coelho foi consultor e administrador ?
Pergunto. E perguntar não ofende, pois não?
(Foto de Rui Gaudêncio retirada do texto linkado supra)

"Parque Escolar - Os truques da acusação"


José Sócrates exercitando o seu direito ao contraditório.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Arte pública em Vila Nova de Milfontes

 

Estátua em metal reutilizado
Título: Arcanjo
Autor: Aureliano Aguiar
Data: 2007
Significado:  " Um grito, um alerta ao planeta que se desfaz, derrete. A dor ou a raiva e o desejo de salvar (ou arremessar?) o planeta que se degradou pela mão de humanos. Um apelo ecológico"(Fonte)

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Ir por lã e sair chamuscada

É o que antecipo que irá acontecer à líder do CDS/PP, Assunção Cristas (na imagem), com a iniciativa de apresentar na Assembleia da República uma moção de censura ao Governo, na sequência dos incêndios que têm devastado o país. Antecipo e desejo.
Como ela e o seu partido não estão isentos de responsabilidade no que respeita ao objecto da moção de censura (muito pelo contrário) lenha (*) para se chamuscar, enquanto ex-ministra da Agricultura do governo Passos/Portas, é coisa que não vai faltar. Espero bem.

(*) Uma pequena acha: «Julho de 2012, Catraia, Tavira... Era então Ministra da Agricultura Assunção Cristas... Aquele que foi considerado até este ano o maior incêndio ocorrido em Portugal, devastou 24 000 hectares da Serra do Caldeirão, atingindo os concelhos de São Brás de Alportel e de Tavira, percorrendo mais de 30 km, só parando quase às portas daquela cidade. felizmente não houve vítimas. O relatório elaborado então por Prof. Domingos Xavier Viegas apontou falhas graves na coordenação e combate, erros na percepção e análise do incêndio e falhas estruturais da estrutura de defesa da floresta e falhas nas comunicações (menos no SIRESP)..» (Luís Brás)