domingo, 20 de outubro de 2019

Na Ilha dos Picos (I)








Geossítio localizado no Pico Ana Ferreira, Ilha de Porto Santo (na epígrafe designada por "Ilha dos Picos" em homenagem aos numerosos picos que dominam a sua paisagem) em que se destaca a estrutura colunar, com origem vulcânica, designada por disjunção prismática (informação recolhida no local).

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Sítios com história (I)


Ponte sobre o Rio Côa, no local onde se travou o chamado "Combate do Côa", durante a 3ª invasão francesa, ponte que veio substituir a existente nessa altura, construída no século XVII, conhecida pela designação de "Ponte Grande" e que permanece de pé e em uso, embora limitado (v. foto infra).  


Ponte, cuja existência bem se justificava no local, já nessa altura, pois o rio Côa neste ponto não é de travessia fácil  como se vê pelas imagens seguintes, obtidas a partir do seu tabuleiro.



Do mesmo ponto (tabuleiro da ponte) foi obtida a imagem seguinte onde sobressai uma cruz que, presumo eu, terá como objectivo relembrar o combate que ali ocorreu e os numerosos mortos, vítimas do confronto. Dum lado e do outro.


quinta-feira, 22 de agosto de 2019

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Um incendiário à solta

Imagine-se em que pé estaríamos hoje se o Governo tivesse aceitado a proposta de fixação dos serviços mínimos apresentada pelo sindicato (25%). 
Com a directiva das 8 horas de trabalho tornada pública pelo advogado do Sindicato com o efeito de, só com essa medida, se reduzir para metade a produtividade do trabalho; as baixas por doença (verdadeira ou falsa); e a não acatação da requisição civil, a esta hora, as torneiras de combustível estavam já em regime de gota a gota, colocando os serviços de natureza urgente e essencial, como os hospitais, forças de segurança e bombeiros perante uma situação de absoluta falta de abastecimento de combustível.
Essa situação, face à proclamação do Dr. Pardal (no lado direito da imagem) de que não há mais serviços mínimos, nem acatação da requisição civil, é uma hipótese que não é de descartar, pois está a ficar cada vez mais claro que anda por aí um incendiário à solta.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

“não é bem-vindo”

Admito que, diplomaticamente, seja difícil ou mesmo impossível, evitar a visita de Bolsonaro (presidente, infelizmente, eleito do Brasil) a Portugal.
Tal não impede, no entanto, que me solidarize inteiramente com a posição do Bloco de Esquerda ao defender o cancelamento da projectada visita de Bolsonaro. Como diz o BE,  "os portugueses e o Governo não podem ficar indiferentes face a um presidente que, como diz nota da OAB, parece ignorar os fundamentos do Estado Democrático de Direito, entre eles 'a dignidade da pessoa humana, na qual se inclui o direito ao respeito da memória dos mortos'". 
Bolsonaro, digo eu, também, "não é bem vindo" a Portugal.
(Notícia e imagem daqui)

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Arte pública/arte urbana em Bragança # (1) obras de Bordalo II

 Urban Camouflage (2014) 

 Gineta (2016)

Wild Boar (2016)
Manifestações de arte pública e de arte urbana não faltam em Bragança e algumas (digo eu que nada percebo da matéria) de excelente qualidade. 
Para começo, aqui ficam três trabalhos do artista plástico que usa o nome de Bordalo II e que é conhecido por utilizar, nas suas obras,  diverso material (metal, plástico, etc.) abandonado como lixo e que ele recolhe e transforma em obras de arte.
Transforma e bem. Em mais que um sentido.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

terça-feira, 11 de junho de 2019

"Bolsonaro exonera equipe de combate à tortura"

De Jair Bolsonaro, presidente da República do Brasil, que se apresentou como um entusiasta defensor da tortura (indivíduo que na imagem aparece acompanhado por Sérgio Moro, ex-juiz e agora ministro e que em matéria de falta de respeito pelos direitos humanos não lhe fica atrás) era de esperar o quê?
Em boa verdade, de admirar é que Bolsonaro, um declarado admirador da tortura,  não tenha ainda formado uma equipa de torturadores que seja da sua confiança. Ou será que, sem a gente se dar conta, ele até já tratou disso?

(notícia daqui; imagem daqui)

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Revisitação da fábula da rã que queria ser boi: o estoiro!

Na ressaca das eleições autárquicas em Lisboa que lhe correram bem, há que reconhecê-lo, embora em grande medida devido a más escolhas do PSD, seu parceiro na extinta Pàf,  Assunção Cristas, líder do CDS/PP, encheu-se de ares e proclamou-se candidata a primeira-ministra, ambição que, de tão desmesurada, justificou que aqui no blogue lhe tenha sido dedicado um "post" em que lhe era lembrada a fábula da rã que queria ser boi.
A fábula, como se sabe, não acaba bem, pois a rã, à força de tanto inchar, acaba por estoirar.
No caso de Assunção Cristas, nem foi preciso esperar muito pelo "estoiro da rã", pois o resultado do CDS/PP nas eleições para o parlamento europeu que ontem tiveram lugar é mesmo um grande estoiro. E plenamente justificado. E, já agora, acrescento, duplamente merecido, tendo em consideração não apenas a arrogância e a megalomania (incurável)  de que Assunção Cristas tem dado provas como líder do CDS, mas também a escolha de Nuno Melo para cabeça de lista, o qual, graças à campanha miserável a que deu corpo, também não ajudou à festa. Mesmo nada.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Coisas & loisas (21)

Composição tão imaginativa, quão simples, de autoria desconhecida, que tomo a liberdade de designar por "Cabeça de Toiro" encontrada e fotografada no amplo areal da Praia da Lagoa de Albufeira.
Imaginativa e simples, sem dúvida. Bela e efémera, seguramente. 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Amarelo, a cor de um fiasco


Se uma imagem vale mais que mil palavras, esta (tirada daqui) que retrata a manifestação dos "coletes amarelos" em Lisboa (três ou quatro dezenas de manifestantes cercados por umas tantas dezenas de polícias) é bem significativa do fiasco em que se traduziu a convocatória.
Fiasco que não é, porém, exclusivo dos promotores manifestação. De facto, o fiasco é também partilhado pelos órgãos de comunicação social, quer pela cobertura dada à marcação e à preparação da manifestação, quando era perfeitamente claro que as reivindicações de um grupo anónimo não podiam sequer ser levadas a sério, tão estapafúrdias elas eram, quer pela atenção dada a pequenos grupos de indivíduos que pouco mais faziam do que atravessar passadeiras para atrapalhar o trânsito. A título de exemplo veja-se a imagem infra (daqui).

Em abono da verdade, deve acrescentar-se que a cobertura dada pelas televisões às várias  manifestações grupusculares também teve algum mérito. Realmente, o facto de as câmaras de televisão não conseguirem esconder a escassez de participantes, foi, sem dúvida, de molde a não encorajar outros potenciais manifestantes. Quem é que, perante cenários tão deprimentes, quando encarados do ponto de vista dos participantes, também haveria de querer fazer figura de idiota?

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Os anéis de Saturno


"Saturno a perder os anéis" só pode ter uma explicação: com o mesmo grau de certeza com que, designadamente, Marcelo e Cristas, nos garantem, a propósito de tudo e de nada, também eu afianço que, neste caso e uma vez mais, "o Estado falhou". E tratando-se de tão espectaculares anéis, sinto-me perfeitamente à vontade para proclamar que falhou clamorosamente.

(imagem daqui)