sexta-feira, 13 de julho de 2018

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Aldeias de luto

Na imagem, uma aldeia na serra do Açor por onde o fogo passou e onde permanece bem viva a memória dessa passagem devastadora.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Que gente complicada !

 
Igreja Fruto da Oliveira ? Será que esta gente não sabe que o fruto da oliveira  tem o nome  de azeitona?  Se sabe, como é suposto,  para quê complicar o que é simples ?  Qual o problema em optar pela designação bem mais esclarecedora de "Igreja da Azeitona"?
O fruto da oliveira gostará, imagino eu, que o tratem pelo seu próprio nome.  Ou será que não? Quem sabe?

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Marcas do tempo

Figura de sereia pintada (por autor desconhecido) sobre rocha calcária nas arribas do Cabo Espichel onde são evidentes as marcas deixadas pelo decorrer do tempo que, como se vê, nem a beleza poupa.  O que não é propriamente uma novidade. Hélas!
(Local e data: Cabo Espichel; 21 - Maio - 2018)

sábado, 19 de maio de 2018

Coisas & loisas: religiosidade popular


Um simples oratório, ou talvez não mais que um abrigo contra intempéries, na freguesia de Portela do Fojo - Machio (concelho de Pampilhosa da Serra). Entregue à guarda do Arcanjo São Miguel, diria eu, se é que não estou errado sobre a identificação do figurado na imagem exposta.

domingo, 18 de março de 2018

Fábula da rã que queria ser boi

Em nova versão, em homenagem a Assunção Cristas, aspirante a líder do "centro-direita" e  a futura  primeira-ministra.
(Na imagem:  Cartoon de António, com o título "O efeito do crescimento", publicado no "Expresso" de 17 - Março - 2018 - edição impressa)

sábado, 10 de março de 2018

Um balde de água fria

Uma Assunção Cristas de cabeça quente a pontos de escaldar (“Sim, é possível disputar a primeira liga!”;“Eu vejo-me como primeira-ministra”) estava mesmo a pedir este balde de água fria: o CDS em eleições legislativas não vai além de 5,4% das intenções de voto, segundo esta sondagem
Publicada nas vésperas do congresso do CDS, será que ainda veio a tempo de lhe atalhar a megalomania? Duvido.
(Créditos da imagem :FERNANDO VELUDO / NFACTOS. Daqui)

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Florilégio em honra da "santa" Joana

«(...) O soez ataque de carácter a Mário Centeno, caluniando o mais relevante político português no atual quadro europeu como alguém que se vende por um prato de lentilhas, talvez não seja só iniquidade espontânea. Talvez seja maldade industrial.(...)»
(Viriato Soromenho-Marques: "A indústria da desconfiança contra a democracia". Na íntegra: aqui)

Ou "maldade" institucional, receio eu.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Em louvor de "santa" Joana !

«(...) tenho sempre presente que há dois princípios fundamentais nas investigações judiciais em Portugal, que nunca devem ser postos em causa:a independência de qualquer poder e a autonomia de qualquer investigação.Mas sei igualmente que esses princípios não isentam o Ministério Publico de falhas nem de críticas, sobretudo quando o ridículo e a ineficácia se juntam no mesmo fim de semana.
O caso dos convites para Mário Centeno ir ao futebol é isso mesmo, ridículo. O caso das viagens da Galp já era, na essência, perfeitamente ridículo, como já escrevi nesta coluna. Mas este é ainda mais absurdo, porque denota total falta de bom senso e desenquadramento da realidade e das práticas, tentando ligar factos soltos, sem lógica aparente e desligados das responsabilidades dos envolvidos. O IMI é da responsabilidade das câmaras e a Autoridade Tributária é uma máquina absolutamente independente. Coitado do ministro que tente um dia pôr a AT ao seu serviço... Cai em menos de um fósforo.(...)»

(Ricardo Costa: "O MP não sabe de violência doméstica. Mas percebe de bilhetes para a bola?". Na íntegra aqui. Presumo que só para assinantes)

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Sem razões para festejar...

A crer nesta sondagem, o PSD não tem razões para festejar a recente eleição de Rui Rio como novo presidente  do partido. De facto, não só "não consegue recuperar", como titula a "piedosa"  jornalista do "Expresso", como, na verdade, continua a retroceder no que respeita a intenções de voto. É caso mesmo para a respectiva militância temer que, por este andar, "a venda da alma ao diabo" advogada por Manuela Ferreira Leite  não seja suficiente para atingir o objectivo de derrotar a "geringonça" nas legislativas de 2019. Mesmo com a ajuda de um CDS que, pelos vistos, também não consegue capitalizar a seu favor o facto de, nos últimos tempos, o seu parceiro de coligação ter estado quase totalmente ausente das "lides".
Razões para festejar também não as têm as magistraturas, nem a judicial, nem a do Ministério Público (MP). De acordo com a mesma sondagem, as opiniões negativas sobre os juízes e sobre o MP continuam a suplantar largamente as positivas. E, se o saldo negativo se cifra em 14,7 pontos percentuais para os juízes; para o MP, os números são ainda mais desoladores: 17,8 pontos percentuais negativos, número que não deixa de ser surpreendente, tendo em conta a tentativa de "beatificação" da actual procuradora-geral da República levada a cabo por uma multidão de gente "devota" onde avulta a generalidade da comunicação social.
Mais um caso em que a opinião publicada está longe de reflectir a opinião pública? Se não é, parece.  

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Luta livre

O evento foi anunciado como sendo um debate entre os candidatos à presidência do PSD (Rui Rio e Pedro Santana Lopes) e que iria ter lugar perante as câmaras da RTP.
O encontro realizou-se efectivamente, conforme fora anunciado, só que as  expectativas dos espectadores foram completamente logradas: em vez de assistir a um confronto de ideias entre dois candidatos à liderança dum partido político, a audiência foi "presenteada" com um combate de luta livre. E, por sinal, um péssimo combate, onde (hélas!) nem a actuação do "árbitro" se aproveitou.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

"Desinformação, calúnia e difamação"

Para fazer estas afirmações ( "Que não se caia no maior pecado da comunicação: a desinformação, dizendo apenas uma parte, a calúnia, que é sensacionalista, ou a difamação, procurando coisas já ultrapassadas, antigas, e trazendo-as à atualidade. Estes são pecados gravíssimos, que destroem o coração do jornalista e das pessoas") o Papa Francisco anda a ler, a ver e a ouvir a comunicação social portuguesa, concluo eu.
E daí talvez não, pois o Papa Francisco não chegou a referir-se a notícias mentirosas que é coisa muito em voga por cá.
(Imagem e notícia daqui)
(reeditado)

Uma história de sucesso!

Por muito que doa à direita ressabiada (de Passos Coelho e da Cristas) é de Portugal e do seu ministro das Finanças, Mário Centeno, que estão a falar:  "Centeno nomeado para a presidência do Conselho de Governadores do MEE".
(Imagem e notícia daqui)

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Quando "o silêncio é de oiro"

O dito segundo o qual "o silêncio é de oiro" nem sempre se mostra acertado, porquanto não faltam ocasiões em que se torna imperativo o falar. Certo, porém, é que a referida máxima faz todo o sentido sempre que alguém ensaia o abrir da boca para dizer disparates.
Quem ultimamente tem dado provas de que não conhece o provérbio é a presidente do CDS/PP, Assunção Cristas, que, com demasiada frequência, vem usando da palavra, quando, a meu ver, o aconselhável seria guardar um discreto silêncio.
Vêm estas considerações a propósito da afirmação da líder do CDS acerca da recente decisão da agência de notação financeira Fitch de retirar a dívida soberana de Portugal da categoria "lixo", elevando-a à categoria de investimento. Diz a sobredita Assunção Cristas, tentando, com a afirmação, desvalorizar o mérito do actual Governo que "o resultado poderia ter sido alcançado mais cedo, se o Governo fosse outro".
Como a afirmação é, pela natureza das coisas, de demonstração impossível, forçoso é concluir que rigor e seriedade não fazem parte da idiossincrasia da citada dirigente. Acresce que a imponderação de que a líder do CDS dá provas com a afirmação proferida, suscita de imediato uma réplica que não a favorece. Muito pelo contrário. De facto, se é sempre possível dizer que um outro hipotético Governo poderia ter conseguido o mesmo resultado mais cedo, do que não há dúvidas é que tal Governo nunca poderia ser igual ao (des)governo PSD/CDS de que a própria Assunção Cristas fez parte, visto que, tendo-se perpetuado no poder durante mais de quatro longuíssimos anos, não conseguiu o objectivo que o actual obteve em menos de metade do tempo.
Não é, seguramente, com afirmações deste tipo que a dirigente do CDS/PP chegará tão cedo ao (por ela) ambicionado cargo de primeira-ministra, para o qual, manifestamente, não está preparada, dada a imaturidade de que vem dando provas. Provavelmente, apesar da impetuosidade imprimida à corrida, tal só acontecerá quando as galinhas tiverem dentes.
É no que acredito.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Farelo do mesmo saco

Lendo e ouvindo o que os que os candidatos à liderança do PSD têm vindo a dizer, até parece que não têm mais nada para discutir a não ser o número de debates a realizar entre eles e qual a estação televisiva onde terão lugar, questão que, imagine-se, tem vindo a merecer a atenção dos candidatos desde a primeira hora e que, pelos vistos, continua por resolver. 
Dada a forma como a campanha tem vindo a decorrer, (o que tem relevado são tricas e não temas relevantes) não admira que a mesma não tenha suscitado até agora grande entusiasmo mesmo junto dos militantes do partido a quem caberá a escolher o próximo líder, afirmação que pode sustentar-se no facto, já conhecido, de os militantes em condições de poderem votar serem em número inferior ao das anteriores eleições para o mesmo cargo.
É verdade que os candidatos em presença são personalidades diferentes e nesse aspecto distinguem-se bem. No entanto, na falta ideias de que têm dado mostras durante a campanha, assemelham-se o bastante para que se possa dizer, que "são farinha farelo do mesmo saco".
(Na imagem: Rui Rio / Santana Lopes; Creditos:. D.R. / Reuters)
(Título reeditado)