Mostrar mensagens com a etiqueta Coimbra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Coimbra. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Coimbra: Igreja de Santa Cruz

(1)

(2)

(3)

(4)
Regresso a Coimbra, desta vez para uma visita à Igreja de Santa Cruz, "feita de pedra morena", segundo a canção coimbrã, e de pedra de Ançã, tão fácil de talhar pelos escultores e por outros artífices, quanto atreita a sofrer a erosão do tempo e das intempéries, como bem se nota na fachada e particularmente no portal.
A construção do edifício do Mosteiro de Santa Cruz, e da igreja que dele faz parte integrante, foi iniciada em 1131 no reinado de D. Afonso Henriques, tendo sido remodelado no tempo do rei D. Manuel I, substituindo o estilo inicial (românico) pelo chamado "estilo manuelino". Datam dessa época o portal cenográfico da fachada, os túmulos dos reis D. Afonso Henriques e D. Sancho I e o púlpito que se reproduzem nas imagens supra. 
Legenda:
1. Fachada da igreja onde se destaca o portal cenográfico atribuído a Diogo de Castilho e a Nicolau de Chanterenne. A fachada é antecedida por um arco triunfal construído no Século XIX.
2. Túmulo do rei D. Afonso Henriques
3. Túmulo do rei D. Sancho I.
4. Púlpito de estilo renacentista da autoria de Nicolau de Chanterenne, a quem é atribuída também a feitura das estátuas jacentes dos referidos túmulos dos dois primeiros reis de Portugal.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Coimbra: Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

(aspecto parcial das ruínas - igreja em último plano )

(claustro - aspecto parcial)

(claustro - fontanário)

(claustro - pormenor)

(remate de arcos no interior da igreja)

(igreja - rosácea)

(pedra tumular)

(cerâmica)
Para quem, como é o meu caso, conheceu as ruínas do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, antes da realização dos trabalhos arqueológicos ali levados a cabo nos últimos anos (altura em que apenas era visível a parte superior da igreja, pois o restante estava soterrado sob a lama e as areias trazidas pelas inundações do Mondego) o actual aspecto é deveras surpreendente. Mesmo para quem não esteja nas mesmas condições, a visita terá sempre muito interesse, até porque se pode ficar com uma ideia do que terá sido a vida conventual, entre os séculos XIV e XVII, através do espólio ali encontrado, em parte exposto no Centro Interpretativo, onde, refira-se a título de curiosidade, se incluem peças de cerâmica de uso personalizado.
A avaliação sobre importância dos trabalhos arqueológicos levados a efeito no local para a compreensão histórica do período considerado, deixo-a, naturalmente, para os peritos.
(Clicando nas imagens, amplia)