Abro um parêntesis nas minhas deambulações alentejanas para dar conta de um infausto acontecimento: o falecimento de Mariano Gago.
Não vou acrescentar nada ao elogio fúnebre que outros já fizeram. Direi apenas que fiquei triste, porque Mariano Gago estava entre os melhores.
E, pelo que se tem visto, ultimamente, os melhores estão de partida. Hélas!
