Mostrar mensagens com a etiqueta Orçamento do Estado para 2015. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Orçamento do Estado para 2015. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Desesperadamente sós

Desesperadamente, digo eu, mas, se calhar, também orgulhosamente sós, à moda de antigamente. E parvamente, é claro.

Um défice "marcadamente superior"

... ao previsto pelo governo de Passos é o que é antecipado pelo Fundo Monetário Internacional que não só estima que o défice venha a ficar nos 3,4% do PIB em 2015, como afirma que nem em 2016 o défice estará abaixo dos 3%.
Depois de a Comissão Europeia ter afirmado não acreditar nas previsões do governo, veio agora o FMI acabar, ao que tudo indica, definitivamente, com as ilusões alimentadas pela camarilha governamental. 
Assinale-se que as previsões destas entidades internacionais acabam por estar em conformidade com as dúvidas manifestadas pelas entidades nacionais independentes e com competência na matéria, as quais, duma forma ou doutra, puseram em causa, desde a primeira hora, a seriedade dos pressupostos em que assentam as previsões do governo, designadamente, no que respeita à expectativa de crescimento do PIB.
Independentemente das opiniões já manifestadas pelas referidas entidades nacionais e internacionais, os antecedentes nesta matéria indicam que as previsões do governo não são para levar a sério, pois é um facto que o governo de Passos, Portas & Cª  nunca acertou uma única vez nas previsões que foi avançando ao longo de toda a legislatura. Nem por lá perto andou.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Esmagados!

"Esmagados pelos impostos" é o que a capa do "Público" exprime relativamente ao OE para 2015.

Orçamento: das duas, uma

«O que mais choca neste Orçamento é, pois, não estar explicado como vai ser garantida a "neutralidade fiscal" no IRS que vai descer para as famílias numerosas, nem quanto nem como desce, nem como vão os impostos verdes reformar a economia e penalizar os consumos e as produções poluentes. Ou o governo ainda não sabe o que quer, e então este Orçamento é um fantoche, ou sabe e não quer dizer, e então o Orçamento é uma dissimulação.»
(Pedro Santos Guerreiro. Extraído daqui)

E porque não um Orçamento fantoche e um Orçamento dissimulação em simultâneo?