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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Nuvens

"As exportações portuguesas voltaram a entrar em terreno negativo, recuando em Novembro 0,4% face ao mesmo mês do ano anterior."
Em contrapartida,  "as compras ao exterior aumentaram 2,8% em termos homólogos, mas, excluindo os combustíveis, o aumento seria de 5,4%."
Resultado: "nova degração na balança comercial de bens, que apresenta agora um défice de 9.616 milhões de euros - mais mil milhões do que em 2013." (Fonte)

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Foi um ar que lhe deu

Ao ajustamento.

"O processo de "reequilíbrio externo" da economia portuguesa sofreu uma interrupção grave no início deste ano. O défice externo voltou a aparecer após vários trimestres, tendo atingido o valor de 1,4% do produto interno bruto (PIB), o pior registo desde meados de 2012, estava a crise no seu auge.

Depois de vários trimestres positivos, a economia como um todo (Estado, famílias, empresas e bancos) torna a ser dependente do exterior: o défice externo no primeiro trimestre foi de 1,4% indicou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE), no âmbito dos dados das contas nacionais por sector institucional.

O valor choca frontalmente com o discurso do Governo e da troika, que se congratulam com o sucesso do ajustamento em termos de contas externas." (Fonte)

quinta-feira, 10 de maio de 2012

O motor "gripado"

Permanece o mistério sobre os indicadores que permitem a Cavaco alimentar a esperança  de que  na segunda metade do ano poderá haver uma inversão da tendência do crescimento do desemprego, como afirmou há dias.
É que os indicadores postos à disposição pelo INE dão conta que até o motor das exportações, com que o governo Passos/Coelho contava para que o decréscimo da economia não fosse além do previsto, começa a dar evidentes mostras de estar gripado.
Se falha o motor das exportações, não sei onde é que Cavaco consegue descobrir os indicadores favoráveis à diminuição do desemprego. Se calhar, está a vê-los no decréscimo simultâneo das importações, fruto da diminuição do consumo privado e do investimento. Mas se é assim, é porque Cavaco já só é capaz de ler os números ao contrário.