Como se pode concluir pelos dados da OCDE constantes da notícia supra, a economia portuguesa não vai de vento em popa. Pelo contrário, o "barco" navega, manifestamente, em modo de marcha à ré.
Bem se poder dizer, por isso, acompanhando o escrito por Miguel Gaspar na edição de hoje do Público, que o relógio de contagem decrescente de Paulo Portas não passa de "uma brincadeira de mau gosto". Isto, no mínimo dos mínimos, porque, usando um termo um pouco mais contundente, em boa verdade, o relógio de Portas não passa de uma palhaçada. Mais uma, dum irrevogável trampolineiro.