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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Imprevidência!

Como é que um governo morto, mas que ainda mexe, (o que não é caso único) se lembrou de reduzir o subsídio de funeral ?
Estamos perante um caso de manifesta imprevidência. De facto, só a imprevidência pode explicar que o governo se tenha esquecido do seu próprio funeral. Que não tarda.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Eu também troco os subsídios de férias e de Natal...

... por dois "abonos complementares" de montante equivalente.


(Fonte)

Pasme-se com a "esperteza" e a "lata" destes tipos!


ADENDA:


Os signatários do despacho supra já emendaram a mão, aparentemente (veja-se a data do despacho), só depois de denunciado o escândalo.


Despacho nº 793-B/2012

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
Gabinetes do Secretário de Estado do Ensino
Superior e da Secretária de Estado da Ciência
Despacho n.º 793-B/2012
É aditado ao despacho n.º 774/2012, publicado no Diário da República,
2.ª série, n.º 14, de 19 de janeiro, o n.º 6 com a seguinte redação:
«6 — A aplicação do disposto no n.º 3 do presente despacho
encontra -se suspensa durante a vigência do Programa de Assistência
Económica e Financeira, nos termos do artigo 25.º da Lei
n.º 64 -B/2011, de 30 de dezembro.»
19 de janeiro de 2012. — O Secretário de Estado do Ensino Superior,
João Filipe Cortez Rodrigues Queiró. — A Secretária de Estado da
Ciência, Maria Leonor de Sá Barreiros da Silva Parreira.

(fonte)

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Empresários? Não, pedintes!

Os agricultores são os senhores que se seguem nos protestos
Depois dos armadores da pesca e dos empresários de camionagem são agora os agricultores a agendar novos protestos pelo aumento do custo dos combustíveis e, ao que parece, já haverá outros na calha.
Isto significa que a irracionalidade económica continua.
Os empresários portugueses em vez de optarem pela eficiência energética e organizacional, preferem a atitude da mão estendida, ou seja, em vez de empresários temos pedintes. Ora, sabendo que o preço do petróleo caro veio para ficar [é o que reconhecem os analistas deste mercado, qualquer que seja a razão verdadeira (aumento da procura, diminuição da oferta, especulação, ou um misto dos três factores - ponto em que há divergências)] é claro que a única atitude verdadeiramente racional é a primeira.
Além de anti-económico, até por distorcer a concorrência, o subsídio é também ilógico, no sistema em que vivemos, quando é atribuído a entidades (pessoas ou empresas) que operam no mercado e que, por conseguinte, têm como obrigação e condição de sobrevivência, adaptar-se ao mercado, incluindo através da repercussão dos custos de produção no preço do produtos ou dos serviços oferecidos, se, pela via da reorganização interna, não for possível atingir tal desiderato.
Para além de anti-económico e de ilógico, o subsídio dado a tais entidades é também injusto, pois o que lhes é dado, a alguém é tirado e não é justo que os afectados sejam os mais carenciados.