... da Montanha do Pico.
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sábado, 29 de julho de 2017
quinta-feira, 27 de julho de 2017
Por falar em cachorros...
Na Ilha do Pico, também há cachorros, mas, ao invés dos que têm andado a ladrar lá para os lados do Continente, estes são da espécie que não faz mal a ninguém.
quarta-feira, 26 de julho de 2017
Jornadeando pelos Açores (2ª jornada: Ilha de S. Jorge)
O mar dos Açores, na Fajã do Ouvidor (Ilha de S. Jorge)
domingo, 26 de junho de 2016
No mar dos Açores
Reportagem fotográfica (resumida) de uma viagem entre a ilha das Flores e a ilha do Corvo (ida e volta):
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(6)
(7)
Legenda:
1 - Local da partida - ancoradouro em Santa Cruz das Flores (ilha das Flores);
2 e 3 - Rochedo e arribas no liotoral da ilha das Flores;
4 - Ilha do Corvo vista a partir da ilha das Flores;
5 - Falésia na costa da ilha do Corvo;
6 - Vila do Corvo.
7- "Odisseia" o barco que teria muito que contar...
sexta-feira, 13 de maio de 2016
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Directamente de Ponta Delgada (Açores)
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
"As Ilhas serenas"
O título deste "post" dedicado aos resultados das eleições regionais dos Açores é roubado a esta magnífica crónica de Fernanda Câncio, para que chamo a atenção do leitor.
Ilhas serenas, digo eu, roubando o título, porque me parece que os resultados eleitorais e a atitude serena do futuro presidente do Governo Regional, Vasco Cordeiro, nas suas primeiras declarações, após a confirmação da vitória do PS, confirmam a apreciação da excelente jornalista.
Admite-se que a situação que se vive a nível nacional possa ter tido alguma influência na vitória alcançada (uma maioria de deputados superior à da anterior legislatura - o PS passa de 29 deputados para 31), mas uma tal leitura não é tal linear assim, se se tiver em conta que o segundo partido mais votado, o PSD, que do ponto de vista de tal leitura seria o partido mais penalizado, acabou por ver também aumentado o número dos seus deputados, sendo que, em termos eleitorais os partidos que viram decrescer o número de votos e/ou o números de deputados, foram o CDS, o PCP e o Bloco de Esquerda.
Não vou ao ponto de dizer que na imprevisível maioria absoluta alcançada pelo PS (e surpreendente pela sua amplitude) não possa ter havido algum reflexo da má governação a nível nacional, mas a vitória fica a dever-se sobretudo, sem dúvida, ao excelente trabalho desenvolvido pelo presidente cessante, Carlos César e às inegáveis qualidades de Vasco Cordeiro que, na declaração de vitória eleitoral, se mostrou satisfeito, mas sem exibição de quaisquer excessos de exuberância, modesto até ao ponto de em momento algum ter assumido o resultado como vitória pessoal, interessado e não apenas aberto ao diálogo com todas as forças políticas e sociais, demonstrando, ademais, estar bem preparado politicamente.
Uma boa escolha, diria eu, por parte do PS açoriano, confirmada nas urnas pela serena gente dos Açores.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Tem lepra !
Pobre homem, já nem os seus companheiros de partido querem ter nada a ver com ele. Berta Cabral, líder do PSD Açores e candidata à presidência do Governo Regional (na imagem, tirada daqui), não podia ser mais explícita, a desmarcar-se do líder do seu próprio partido. O homem, pelos vistos, tem lepra. Ainda que por outras palavras, o que ela está a dizer é, muito simplesmente: Afasta-te, Pedro, que a lepra é contagiosa e eu não quero de forma nenhuma ser contagiada.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
A grande distância
Nem sempre concordei com as posições tomadas por Carlos César enquanto presidente do Governo Regional dos Açores, mas a sua decisão de não se recandidatar, findo que seja o presente mandato, em 2012, revela até pelas razões que invoca ("Em nome da ética dos cargos públicos e da ética republicana") que é um homem digno que honra a Região a que preside e a República a que pertence.
A "distância" entre os Açores e a Madeira nunca foi tão grande!
(Imagem daqui)
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
O anticiclone dos Açores
Uma vez mais se comprova que o anticiclone dos Açores é muito imprevisível: o belo passeio de Sua Excelência pelo arquipélago açoriano acabou por ter o seu contratempo.
De facto, o dirigente do PSD-Açores, António Meneses, lembrou-se de acusar Cavaco Silva de ser "altamente responsável" pelo que se está a passar na Madeira e de ter permitido "tudo a Alberto João Jardim, não fazendo reparos, por exemplo, às suas ameaças de independência, à situação excepcional de não aplicação do regime de incompatibilidades e do fim das acumulações das reformas com vencimentos de cargos políticos. "
E não só, digo eu. Em todo o caso, bem lembrado. Abençoado anticiclone!
E não só, digo eu. Em todo o caso, bem lembrado. Abençoado anticiclone!
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Um passeio alegre
Ontem, Sua Excelência discursava aos peixes. Hoje, na Graciosa, parece ter dedicado a sua atenção ao sorriso das vacas (“Ontem eu reparava no sorriso das vacas, estavam satisfeitíssimas olhando para o pasto que começava a ficar verdejante”)
Não há dúvida que a beleza das ilhas dos Açores despertam o lirismo de qualquer um, mesmo sendo presidente da República. Tanto mais justificadamente quanto é certo que, nesta altura, no país, tudo corre sobre rodas e a Madeira fica lá tão longe...
(Imagem daqui)
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Corte-se a "mesada"
Se, como parece, apesar do veto do representante da República, que lhe proporcionou a oportunidade de desfazer a embrulhada, o PS Açores vier a confirmar o diploma que atribui remunerações compensatórias para os funcionários da administração pública regional, compensação que as autarquias da região dos Açores querem ver alargada aos seus funcionários, tal significa que a solidariedade nacional é de sentido único e que, pelos vistos, os Açores nadam em dinheiro.
Se assim é, acho que o Governo da República só tem que tomar uma medida: cortar-lhes na "mesada", pois já é tempo de pôr o "reizinho*" dos Açores na ordem.
(* Título que, até agora, só dispensava ao Alberto João, mas o Carlos César também já ganhou amplamente o direito a usá-lo)
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Ave Caesar !

Custa a crer, porque a decisão é absolutamente insensata, qualquer que seja a perspectiva, salvo a pessoal do senhor Carlos César, mas parece que é mesmo verdade: o governo regional dos Açores aprovou, dia 1 de Novembro, uma remuneração compensatória que cobrirá "integralmente a perda de vencimento dos funcionários públicos" que têm um rendimento mensal entre 1500 e 2000 euros.
Mesmo sendo César, o presidente do Governo Regional dos Açores ainda não é Imperator, nem está dispensado de ter bom senso.
Ou será que já chegámos à Madeira ?
domingo, 19 de outubro de 2008
Uma vitória esperada e uma abstenção excessiva
De acordo com a sondagem da U. Católica, o PS deverá ter assegurado nas eleições de hoje a maioria dos lugares no Parlamento Regional dos Açores, com 51 a 57 por cento dos votos, com a atribuição de 30 a 34 mandatos, enquanto que, ainda de acordo com a mesma sondagem, o PSD não irá além dos 27 a 31 por cento dos votos, ficando com 17 a 20 mandatos.
A abstenção terá atingido uma percentagem superior a 50% dos eleitores inscritos.
Duas notas perante estes resultados: 1) A maioria do PS já era esperada, mas terá ficado aquém das expectativas, pelo que parece legítimo concluir que as manobras de última hora (subsídios postos à disposição dos agricultores) não terão dado o resultado esperado; 2) A abstenção atinge números tais que dão que pensar. Pouca motivação numa eleição cujo resultado já era, de certo modo, previsível poderá ser, eventualmente, a explicação.
Registe-se, à parte, a curiosidade (não é mais que isso) de o PPM ter eleito um deputado pelo círculo do Corvo.
ACTUALIZAÇÃO: Está já terminado o apuramento dos resultados das eleições regionais dos Açores, com a seguinte distribuição de votos e de mandatos: PS com 49, 96 % dos votos e 30 deputados,, conseguindo assim a maioria do número de mandatos; PSD, com 30,27% dos votos e 18 deputados; CDS com 8,27% dos votos e 5 deputados; BE, com 3,3% dos votos e 2 deputados; CDU, com 3,14 % dos votos e 1 deputado; e PPM, com 0,47% dos votos e a tal curiosidade de eleger 1 deputado. A abstenção, confirma-se, atingiu o número recorde de 53,24%.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
E não havia necessidade ...

Segundo o líder do PSD-Açores, Costa Neves, a três dias das eleições regionais, foram postos a pagamento 75 por cento de dois prémios comunitários destinados a apoiar os agricultores, que anteriormente eram pagos em Dezembro.
A ser verdade a afirmação (que, em época de campanha eleitoral, todas as reservas são poucas) é mais uma habilidade de que os governos (nacionais e regionais) lançam mão em época de eleições. Nem por ser habitual, deixa de ser uma atitude lamentável, ainda mais partindo de Carlos César que era pessoa que tinha em melhor conta. Eu sei que, em altura de eleições, vale quase tudo, até tirar olhos (como se costuma dizer) mas é precisamente nestas ocasiões que se vê a estatura dos homens (e das mulheres, claro está !). Ora, com este comportamento, Carlos César que não é excessivamente alto, perdeu uma boa ocasião de se elevar um pouco mais.
ADENDA: A denúncia de Costa Neves é hoje confirmada por esta notícia. Confirma-se, assim também, a pouca-vergonha. E eu que julgava que a "Madeira" ainda não tinha chegado ao Açores ! What a pity !
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