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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

O (in)Desejado

 

 "D. Sebastião" ou virá ou não. Sebastianistas é que nunca faltam. E até o nevoeiro, pelos vistos, também não!
(Imagens colhidas na edição impressa do "Público" de hoje)

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

A extrema direita do Chega não surgiu do nada

"André Ventura, que agora se senta à direita do CDS, ainda há menos de três anos concorria a uma câmara com o apoio do Partido Social-Democrata".
Isto diz o "Público" na sua edição impressa de 20 de Janeiro de 2020 (Pág. 11).
Faz o "Público" serviço público em lembrar o facto, demonstrativo de que, politicamente, Ventura é deveras versátil.
Todavia, serviço público com muito maior relevância é tudo fazer para que não se olvide que tal candidatura foi patrocinada por Pedro Passos Coelho, ao tempo líder do PSD, candidatura por ele confirmada, mesmo depois de conhecidas as declarações racistas e xenófobas pronunciadas pelo A.Ventura contra negros, ciganos e emigrantes. E não só.
É, pois, muito importante lembrar que a extrema direita do "Chega" não surgiu do nada.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Tecnoforma. Já ouviu falar?


"“Fraude”, concluiu o OLAF"
Já ouviu falar disto?
Pergunto, porque uma alegada fraude com fundos provenientes do Fundo Social Europeu que monta a  6.747.462 euros não merece, ao que tudo indica, o menor interesse por parte da generalidade da comunicação social. Com ressalva, obviamente, do Público que foi quem levantou a lebre. 
Tal dever-se-à ao facto de a fraude ser imputada à Tecnoforma, empresa de que Pedro Passos Coelho foi consultor e administrador ?
Pergunto. E perguntar não ofende, pois não?
(Foto de Rui Gaudêncio retirada do texto linkado supra)

sábado, 7 de outubro de 2017

"Entrou pela saída de emergência, saiu pela porta dos fundos"

«(...) 
De facto, ele [Passos Coelho] recebeu o país de rastos, com um défice de 10,5% do PIB. Mas recebeu porque quis: ele queria ser primeiro-ministro e Paulo Portas queria ser ministro dos Estrangeiros. E, por isso, aliaram-se à extrema-esquerda parlamentar para chumbar o PEC IV - que já havia sido aprovado em Bruxelas e Berlim, e que talvez tivesse evitado o resgate, como o evitou em Espanha. Ao fazê-lo, Passos e Portas sabiam várias coisas que iriam fatalmente acontecer: o Governo do PS demitir-se-ia; mas até novas eleições teria de chamar a troika e negociar em condições de brutal dureza, que inevitavelmente lhe custariam a seguir a derrrota nas eleições. Tudo aconteceu como previsto, sendo de notar que não é verdade que o PSD tenha tido que executar um programa ajustado unicamente entre o Governo do PS e a troika: certamente se lembram do dr. Catroga a representar Passos Coelho nas negociações e a gabar-se que, no essencial, o programa da troika era o do PSD. E, depois, todos nos lembramos de Passos a dizer que iria ainda além do programa. Se tudo fez para governar naquelas circunstâncias, que legitimidade tem para se queixar da herança recebida?
(...)
Talvez a governação de Passos tenha sido corajosa e certamente que foi impopular. O problema é que estava errada, como o próprio FMI viria a reconhecer posteriormente.
(...)
[Pois] se o défice desceu de facto, a dívida continuou sempre a subir e, no final dos quatro anos, tinhamos vendido as telecomunicações, os correios, a TAP, a navegação aérea, os portos, e o único banco que restava português e vivo, embora arruinado, era a Caixa Geral de Depósitos (...)"
(...)
(...) a verdade é que Passos Coelho propunha-se continuar por mais quatro anos a mesma política de cortes cegos, horizontais e dirigidos às pessoas e não aos organismos a mais. O mérito de Mário Centeno foi o de ter apostado que aliviando o cinto, devolvendo o dinheiro às pessoas ao ritmo possível, elas iriam gastá-lo de imediato e isso poria a economia a crescer e as receitas fiscais a subir num círculo virtuoso que era o oposto do que fora a crença e a obra funesta de Vítor Gaspar, Maria Luís Albuquerque, António Borges e Pedro Passos Coelho.
"Não há que negar que a recuperação económica tem sido muito ajudada por factores externos, como o turismo que o Daesh desviou para aqui, as compras de dívida pública pelo BCE e a própria retoma, ainda que moderada, no espaço europeu [*]. Porém, duvido que se Passos estivesse a chefiar agora o Governo iria ter capacidade para perceber que era hora de apostar e ir a jogo. A prova disso é a sua célebre promessa, feita quase em jeito de desejo, de que iríamos ter o diabo de volta ... em Setembro do ano passado. Até ao fim (...) foi teimoso, obstinado até no erro, e incapaz de ver diferente do que algumas pretensas verdades imutáveis que lhe enfiaram à pressa na cabeça para que ele governasse Portugal com isso. Como se veria finalmente nas autárquicas, Pedro Passos Coelho tinha ficado irremediavelmente para trás (...)Entrou pela saída de emergência, saiu pela porta dos fundos (...)»
(Miguel Sousa Tavares: "Um homem e o seu destino". In "Expresso" de hoje, edição impressa)

A transcrição é algo longa, mas justifica-se tendo em conta a falta de memória que afecta por aí muito boa gente e outra não assim tão boa.
[*] Uma pequena nota apenas para recordar que qualquer dos factores externos enunciados por Miguel Sousa Tavares e cuja relevância se não nega,  surgiram muito antes de o actual Governo ter entrado em funções. Todos eles já existiam ao tempo da governação Passos/Portas.

sábado, 23 de setembro de 2017

Quem quer tramar pedro rabbit ?

Não é a primeira vez que Passos Coelho aparece a pretender tirar dividendos políticos anunciando ou aludindo a factos sem deles ter segura confirmação. Nos últimos tempos, assim aconteceu quando veio acusar o Governo de ocultar a existência de uns quantos suicídios supostamente ocorridos na sequência dos incêndios que devastaram boa parte do concelho de Pedrógão Grande e dos concelhos limítrofes, suicídios que, veio a provar-se, só existiram na cabeça do informador.
Hoje mesmo, aproveitou uma notícia veiculada pelo "Expresso" sobre a existência de um suposto "relatório das secretas sobre Tancos" para desancar uma vez mais no Governo, acusando-o, desta feita, de ocultar informação. O alegado relatório, porém, não é conhecido, nem pelo Presidente da República, nem pelo primeiro-ministro, nem pelas chefias militares, tudo apontando, pois, para um documento "fabricado" por alguém com intuitos não desvendados, mas não muito difíceis de adivinhar.
Certo, certo é que as notícias falsas que têm servido a Passos Coelho para se lançar em sucessivos ataques ao Governo partem de gente ligada ao partido que ele lidera, o PSD.

Na origem do primeiro passo em falso esteve João Marques, ao tempo, provedor da Santa Casa da Misericórdia e actualmente candidato do PSD à câmara municipal de Pedrógão Grande.
Hoje, a escorregadela surge na sequência duma notícia fabricada pelo semanário de que é proprietário o grupo económico de Francisco Balsemão, o militante número 1 do PSD.
Não será caso para Passos Coelho se interrogar sobre quem é que, dentro do seu partido, o quer tramar? Isto, claro, partindo do pressuposto de que não é ele próprio quem está na origem das fake news . Hipótese que não é de afastar. De forma nenhuma.

domingo, 17 de setembro de 2017

O azar do senhor Faria

É fatal como o destino: mal surgem notícias dando conta do bom andamento da economia portuguesa, logo aparece um senhor garantindo que ele faria melhor. 
De facto, de cada vez que o INE publica dados revelando que o PIB está a crescer acima de todas a previsões, o tal senhor faz questão de vir afirmar que, com um governo liderado por ele (que, não por acaso, foi o primeiro e, até agora, único ex-governante a deixar o país mais pobre do que quando assumiu funções) a economia do país estaria a crescer a um ritmo muito mais acelerado. 
A mesma atitude tomou agora ao ser anunciada a decisão da Standard and Poor"s de rever em alta a classificação da dívida pública portuguesa, retirando-a da notação equivalente a "lixo". Com ele a governar, diz o senhor Pedro Passos Coelho Faria, a saída  de "lixo" teria ocorrido há muito mais tempo.
Sabe-se que o sujeito é muito dado a "visões". É um facto reconhecido desde que passou, contra a evidência de todos os indicadores, a fazer sucessivos anúncios sobre a iminente chegada do diabo (que, pelos vistos, tem feito questão de lhe trocar as voltas). Perante o falhanço das suas "visões" a credibilidade do sujeito caiu a pique, como é natural. Porém, o problema que o aflige agora e o afligirá no futuro não é apenas esse, nem o mais grave. O maior azar do senhor Pedro Passos Coelho  Faria é que as pessoas "lembram-se que esse melhor [que ele faria] era a continuação de uma austeridade bem mais forte".
(imagem daqui)

sábado, 16 de setembro de 2017

Um pândego!

Passos Coelho assumiu, de vez, o papel de pândego de serviço. A forma como reagiu ao anúncio da subida da notação financeira atribuída pela Standard and Poor's à dívida pública portuguesa é a prova definitiva de que o líder do PSD faz questão de nos divertir com as suas pilhérias. Senão, vejamos:
Espremendo as declarações que proferiu a tal propósito, chega-se à conclusão de que para Passos Coelho todo o mérito cabe ao governo que ele liderou, o que é, evidentemente, um disparate. De facto só seria possível explicar o facto insólito de a subida do "rating" da República só ter ocorrido passados cerca de dois anos após da queda do seu governo, se se partisse da consideração de que as agências de "rating" são dominadas por  autênticas "lesmas" que, para darem um passo em frente, levassem séculos anos, consideração que, além de absurda, sabemo-lo todos, não colhe, porque as agências de notação financeira já deram abundantes provas de que são lépidas a alterar as notações que atribuem. O próprio Passos Coelho pode dar explicações sobre a matéria, pois foi durante o seu governo que a dívida pública portuguesa "ganhou" a classificação de "lixo". Com o que, na altura, por certo, não contava.
Assim sendo, e com isto remato, as declarações do líder do PSD só fazem sentido se se aceitar que Passos Coelho já não tem outra intenção, nem outra ambição, que não seja a de servir de bobo, papel que ultimamente tem vindo a desempenhar com indesmentível êxito. 
Por mim, pode continuar.
(imagem daqui)

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Uma partida dos diabos!

Quando ninguém estava à espera eis que a «Standard & Poor's tira 'rating' de Portugal do nível 'lixo'».
Para Passos Coelho e para a generalidade dos docentes da universidade  de Verão do PSD, Cavaco inclusive, a decisão da agência de notação financeira é mesmo uma partida dos diabos. Ou um pesadelo?
(notícia e imagem daqui)

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Com Coelho já íamos a caminho de Marte!

Não tenho a mínima dúvida de que o "mago" que conseguiu, enquanto primeiro-ministro, cometer a dupla proeza de ver crescer a dívida pública ininterruptamente durante todo o seu mandato e de ser o único governante a deixar o país mais pobre do que quando tomou conta da governação, é capaz desses feitos (por fazer) e de muito mais. Só a proverbial "modéstia" do mitómano que dá pelo nome de Pedro Passos Coelho explica que não tenha garantido que, com ele, já teríamos chegado à Lua.
Só à Lua, minha gente?  Com Coelho já estávamos a andar, sim, mas a caminho de Marte!
E, pasme-se:  ainda há quem acredite neste vendedor de banha da cobra!
(imagem daqui)

sábado, 15 de julho de 2017

Quanto mais esbracejam, mais se afundam!

Passos Coelho & Assunção Cristas *.
É o que inequivocamente mostra esta sondagem
De facto, o esbracejar de ambos a propósito dos incêndios que devastaram Pedrógão Grande e os concelhos limítrofes só serviu para que os inquiridos atribuíssem à actuação da dupla as únicas notas negativas (Cristas: 7,6; Coelho: 5,2).
* (ilustração daqui)

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Um homem (político) com muitas "qualidades"

Que Passos Coelho era um político com muitas "qualidades", já era sabido. Hoje ficou a saber-se que ao elenco se pode justamente adicionar a de plagiador.
Na dúvida, confira:
"Passos Coelho copiou discurso de Estado da Nação de Facebook de ex-ministro"
(ilustração daqui)

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Suicida sim, mas ressuscitado e com mortalha alvíssima

Não sei se a marca ainda existe, mas em tempos que já lá vão, era frequente o aparecimento de publicidade exaltando a excelência do OMO,  o detergente que, supostamente, é (era?) o que "lava [lavava?]mais branco".
Ignoro, repito, se o produto ainda existe, mas do que não tenho dúvidas é que, se alguma vez o citado detergente se impôs aos demais por "lavar mais branco", hoje tal seria impossível.
Na verdade, há actualmente na praça vários produtos com muito maior poder de branqueamento. Sem qualquer desprimor para os muitos e de vários tipos que são usados na comunicação social portuguesa, permito-me, atendendo a intervenções recentes, destacar um que actua sob a sigla JMT  (in extenso: João Miguel Tavares).  
Para demonstração da qualidade do agente de limpeza em questão, poderia chamar à colação dezenas das suas actuações, mas a mais recente, exibida hoje na última página da edição impressa do "Público", onde actua, dia sim, dia não, é suficiente. Numa crónica (a que dá o título de "O suicídio de Passos e a felicidade do PS" o agente em questão dá, aparentemente, como assente o suicídio de Passos Coelho a propósito das afirmações por ele feitas sobre uns supostos (e inexistentes) "suicídios em Pedrógão Grande", afirmações que o sobredito agente reconhece como inadmissíveis, quer os suicídios "tivessem existido ou não".
Dado Passos como morto, logo JMT o ressuscita, pois, embora Passos Coelho "estivesse tomado por um instinto politicamente suicidário que o leva a entregar corda, pescoço e patíbulo nas mãos da oposição", tudo se resume afinal a uma questão de forma. Passos, a falar de improviso, é, escreve JMT, um desastre. Não admira, por isso, que JMT repita o conselho "Ó Passos, escreve os discursos".
Ressuscitado o homem, eis que JMT se dá conta que nas vestes com que se amortalhou o suicida restam algumas manchas que é necessário remover e é verdadeiramente aqui que se revela toda a eficácia do detergente:
Primeira enxaguadela: "Passos Coelho tem três méritos enormes, que só não lhe são reconhecidos por quem não tem olhos na cara". É, claramente, o meu caso, que, com os olhos com que nasci, só vejo deméritos, onde JMT vê méritos. Sobre os méritos de Passos, passo, pois, adiante.
Segunda enxaguadela: "tão obsceno quanto a gafe de Passos Coelho foi a reacção da esquerda à sua gafe". Aos olhos de JMT, que, reparo, usa óculos, e, por isso, deduzo que também não deve ter muita acuidade visual, a eventual "felicidade" da esquerda é meio caminho andado para limpar a mortalha de Passos. 
Numa última enxaguadela, para completa limpeza, JMT acaba por lançar um desafio ao actual primeiro-ministro para que prove que é um verdadeiro líder, dando como mais que provado que Passos Coelho o é: "Os verdadeiros líderes conhecem-se nas más horas. Passos já provou estar à altura . Costa ainda não". 
O desplante de JMT a enaltecer um aldrabão contumaz, que, agora e antes como governante, deu provas de insensibilidade social nunca vista, nem antes, nem depois, e transformar um primeiro-ministro sempre agarrado às saias da senhora Merkel num estadista, é verdadeiramente homérico. Limito-me a constatar e termino:
Uma lavagem desta natureza, capaz de transformar um suicida num ressuscitado com vestes alvíssimas, não parece possível usando um simples detergente por muito excelente que seja. Um tal resultado só será alcançável, penso eu, com o uso de um produto que resulte da mistura de um detergente com um desinfectante. Uma tal mistura cheira mal? É evidente que sim!

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Suicídios...

Vendo bem, suicídios até houve, embora não os inventados por João Marques (provedor da Santa Casa da Misericórdia e alegadamente candidato pelo PSD à presidência da Câmara de Pedrógão Grande) e propalados por Passos Coelho (líder do PSD). Os suicídios a que me refiro são os dos dois mencionados sujeitos que, como indivíduos, ainda mexem, mas que, como políticos, estão mesmo mortos.
Dois políticos que, em assunto de tamanha gravidade e de tão grande sensibilidade social e sem curarem de saber da sua veracidade, divulgam informação falsa sobre a existência de casos de suicídio ocorridos na sequência do incêndio de Pedrógão Grande, alegando falta de apoio do Estado, com a evidente e única finalidade de obter ganhos políticos. não são gente em que se possa confiar. E político não merecedor de confiança é  morto político. 
Não é assim ? Se não é, devia ser.

Há limites que não se ultrapassam...

... mas que o irresponsável Passos Coelho ultrapassa com toda a leviandade: "O Estado falhou e está a falhar. Há pessoas que puseram termo à vida".

Perante o cabal desmentido, que tem o irresponsável Coelho a dizer? Provavelmente nada, como é próprio de um charlatão. 
A irresponsabilidade do sujeito não me admira, porque já deu suficientes provas de que não é pessoa confiável. O que continuo a não compreender é como foi possível que tal indivíduo tenha desempenhado as funções de primeiro-ministro do meu país. 

E sim, o que verdadeiramente me admira  é que o partido que ele continua liderar não se apresse a corrrer com ele. Enquanto tal não acontecer, pode afirmar-se que se Passos Coelho é uma vergonha enquanto político, o partido que o tolera não lhe fica atrás.
(ilustração daqui)

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Um caso sério!

"INE deverá anunciar melhor trimestre para a economia portuguesa em quase sete anos" (fonte
A confirmar-se a boa notícia, é bem provável que para Passos Coelho, o principal responsável pelo afundanço do PIB entre 2011 e 2014, bem visível no gráfico supra, o caso passe a ser muito sério. 
Uma vez despedido pela maioria existente na Assembleia da República, Passos Coelho (inconformado com o derrube do governo por ele formado por insistência insana do então presidente Cavaco) por mais que uma vez assustou o país com o anúncio da chegada do mafarrico. Provavelmente este fez-lhe ouvidos moucos, mas, se porventura, chegou a vir, tudo indica que o feitiço se virou contra o feiticeiro. Na verdade, Passos Coelho é que nunca mais teve descanso.
Aliás, a continuarem as coisas pelo caminho que levam, é mais que certo que, mais dia menos,  até o bem atarraxado "pin" acabará por lhe saltar da lapela.

sábado, 18 de março de 2017

Um governo pior do que o de Passos Coelho é possível ?

Respondendo honestamente à pergunta em título ter-se-á que responder que sim, pois tal é sempre possível. Tal não significa, porém, que seja tarefa fácil encontrar um que seja pior.
De facto, se é verdadeira, como tudo indica, a afirmação de Assunção Cristas, ministra de tal governo, segundo a qual "Nunca os temas da banca foram discutidos em profundidade em Conselho de Ministros", uma conclusão se impõe: o dito governo verdadeiramente nem Governo chegou a ser. Talvez um desgoverno diria eu, sobretudo sabendo-se que o sistema financeiro passava por dificuldades, sucessivamente confirmadas com a resolução do BES, (assunto sobre o qual, pasme-se, "não houve [sequer] discussão"); a resolução do BANIF; ou a necessidade de recapitalização da CGD, para só citar os casos mais alarmantes.
Cabe perguntar: como tal foi possível? O chefe de tal (des)governo, Passos Coelho, explica: "O Governo nunca se procurou substituir às entidades independente, em particular ao supervisor em matéria bancária".
O especialista em sacudir a água do capote falou e está tudo dito.
(Citações e imagem daqui)

sábado, 21 de janeiro de 2017

Passos Coelho: um caso nítido de hipermetropia

A crer no DN, Passos Coelho afirmou na abertura do XVI Congresso do PSD/Madeira, que nunca viu "um Governo tão revanchista" como o actual. 
Alguém que, alegadamente, consegue ver o argueiro no olho do outro, mas é incapaz de lobrigar a trave no seu, é evidente que carece de consultar com urgência um oftalmologista, para mudar de óculos. De facto, precisa mesmo de uns novos que lhe corrijam a hipermetropia.
(imagem daqui)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

A prenda dos reis magos para Passos Coelho

"O PS continua a ampliar a sua vantagem face ao PSD, amealhando 40,1% das intenções de voto, contra 27,4% dos social-democratas."
"Entre os líderes dos cinco maiores partidos, António Costa é o que recebe melhor pontuação (13,7 numa escala de 0 a 20) contra 5,2 de Passos Coelho, o mais mal pontuado."(Fonte)
Passos Coelho invocou os reis magos e estes responderam de pronto à chamada. Hoje mesmo chegaram com a prenda.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Uma "desgraça" nunca vem só...

Perante estas notícias Pedro P. Coelho dirá com toda propriedade: - é bem certo que "uma 'desgraça' nunca vem só".
Estas notícias são excelentes para Portugal, mas para P. Coelho são mesmo autênticas desgraças. De facto, à medida que se vão acumulando os bons resultados da actual governação, vão-se também encurtando os dias que lhe restam até ter que largar a pose de "primeiro-ministro no exílio". A pose e a "pele".
(Imagem daqui)

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Passos Coelho, contador de patranhas


Eu não era o PM da austeridade, mas o da recuperação económica
Dizem que o autor da afirmação supra é um tal Passos Coelho, ex-primeiro ministro deste pais, assumido defensor da austeridade "custe o que custar", para a qual não concebia alternativa, o tal que garantiu que os portugueses viviam acima das suas possibilidades e que era imperioso empobrecer Portugal e os portugueses,  objectivos que, há que reconhecê-lo, foram por ele alcançados com inegável sucesso. 
Já se sabe, desde há muito, que Passos Coelho é um profissional contador de patranhas. Se o não fosse nunca teria chegado aonde chegou. Supunha eu, no entanto, que mesmo para ele houvesse um limite. Parece que assim não é, porque, neste caso, a patranha roça a obscenidade.
(Citação e imagem daqui)