Mostrar mensagens com a etiqueta fome. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fome. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Na luta contra a obesidade

Estamos indiscutivelmente perante mais um êxito de Passos Coelho. Desta vez, na luta contra a obesidade, êxito tanto mais digno de salientar quanto é certo que foi alcançado através dum método simples e, ao mesmo tempo, eficaz e económico.
Melhor do que isto era impossível. Mesmo!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

E a fome?

Não estive de acordo com o senhor Passos Coelho durante a campanha eleitoral e lamento muito, mas não é por ele ser agora primeiro-ministro indigitado que vou passar a concordar com ele.
Ora, é evidente que Portugal não vai enfrentar dois "anos terríveis". Eu diria até que muito pelo contrário. Em Portugal, vai jorrar leite e mel. Aliás, tal é já um facto. Veja-se, só a título de exemplo,  que a "fome" que afligia milhares, senão milhões de cidadãos, antes das eleições e, designadamente, durante a  campanha eleitoral, já desapareceu por completo. Nunca mais se falou desse flagelo, nem nas televisões, nem nos demais órgãos de comunicação social. A ICAR  (Igreja Católica Apostólica Romana) deixou de abordar o tema, através da sua hierarquia.  As cantinas escolares já não precisam de abrir portas durante as férias, como no passado recente, acontecia. E, argumento decisivo: até Cavaco Silva deixou de ir "matar a fome" ao Casino do Estoril. 
Alguma dúvida?

domingo, 12 de dezembro de 2010

O homem capaz de todos os milagres

Ausentes do país, como se sabe, desde os tempos de Cavaco primeiro-ministro, a fome e a pobreza acabam de regressar. Autor da descoberta: o recandidato à Presidência da República, Cavaco Silva, homem de fraca memória, mas capaz de todos os milagres, incluindo o de acabar com a miséria e a fome,  com as sobras da AHRESP.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

A fome não esteve lá !

A cimeira terminou com a declaração de boas intenções de lutar contra a crise alimentar (expressão que, na terminologia diplomática, serve para designar a realidade da fome), mas faltou chegarem a acordo sobre os meios.
Não admira que assim tenha sido, pois os esfomeados e a sua urgência em matar a fome não estiveram lá.