... e vice-versa.
O preço do petróleo de “Brent”, cotado em Londres e que serve de referência ao mercado nacional, baixou hoje para 52,30 dólares (41,6 euros) e em Nova Iorque o preço do “light sweet crude” caiu para o nível mais baixo dos últimos 22 meses, para 54,67 dólares (43,5 euros), um dia depois de a Agência Internacional de Energia confirmar a fraca procura de energia neste e no próximo ano.
Preparemo-nos para a ressaca, que "homem prevenido vale por dois", diz a sabedoria popular e eu avalizo.
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
A montanha russa
À velocidade a que o preço do petróleo sobe e desce (ontem a valer 130 dólares, hoje a 107,24) até parece que que o dito circula numa montanha russa. Não é o caso, pois os oleodutos não têm essa configuração, mas que o mundo dos negócios anda numa dessas montanhas parece evidente, pois as subidas e descidas (fortes e bruscas) não são exclusivas do preço do petróleo. As bolsas de valores e de mercadorias de todo o mundo sofrem do mesmo mal.Confesso que não encontro explicação para o fenómeno, mas tenho desculpa, pois em matéria de economia e de negócios sou um zero à esquerda.
Infelizmente também não vejo explicações por parte de especialistas, nem de analistas dos mercados.
domingo, 17 de agosto de 2008
A especulação sumiu-se ?

Como por magia, o preço do petróleo tem vindo a baixar nas últimas semanas, cotando-se hoje, em Nova Iorque, pouco acima dos 111 dólares, depois de ter atingido em Julho o preço recorde de 147,27 dólares.
Explicações para o fenómeno: subida do dólar americano, abrandamento das economias, com a consequente diminuição da procura e, creio, recuo da especulação.
Não me admiraria, aliás, se, nos próximos tempos, o preço do crude viesse a manter a tendência para a descida. É que, nas actuais circunstâncias, a especulação contando com o aumento do preço, é um risco demasiado grande. Veja-se que nem a guerra entre a Rússia e a Geórgia provocou mais que um ligeiro e pouco duradouro aumento.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Cada guerra, uma benção...para os especuladores
Será demasiada ousadia afirmar que as fomentam, mas do que não há dúvida é que as guerras são uma benção para os especuladores. Foi assim com as guerras no Iraque e com as perpectivas de intervenção no Irão (para só citar casos relativamente recentes) e o mesmo está a acontecer agora com o conflito entre a Rússia e a Geórgia. Com esta guerra, eis que, uma vez mais, o preço do petróleo volta a subir.
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