segunda-feira, 31 de maio de 2010

Para que serve a NATO ?

Não me reconheço nenhuma autoridade em matéria de política internacional, mas mesmo assim, perante mais este atentado cometido pelo Estado de Israel, desta vez contra um navio dum país membro da NATO (a Turquia) não posso deixar de me interrogar, perante o silêncio e a inacção da NATO, para que serve esta organização militar internacional.
Dir-me-ão que a NATO está no Afeganistão e noutros pontos do globo a lutar contra o terrorismo e em prol da paz mundial. Não me parece, no entanto, que o principal foco de tensão mundial esteja no Afeganistão, mas sim no Médio Oriente. Aqui sim pode estar em perigo a paz mundial enquanto não for resolvida a questão palestiniana, questão que, duma maneira ou doutra está relacionada com o terrorismo islâmico. Na verdade, mesmo que se aceite que o terrorismo procedente de sectores islamitas tem raízes mais fundas, a verdade é que o modo como Israel tem tratado, com a complacência do mundo ocidental, os palestinianos e a questão palestiniana em nada contribui para o apaziguamento, antes tem servido para incendiar os ânimos no mundo muçulmano.
O risco de um confronto sério a nível mundial está no Médio Oriente e as chancelarias ocidentais devem-no saber melhor do que eu, até porque também sabem que Israel possui armas nucleares, sendo também verdade que o senhor Benjamin Netanyahu não é propriamente um modelo de prudência, nem de moderação, a exemplo, aliás, de alguns antecessores.
Perante um ataque, ilegal do ponto de vista internacional e criminoso (porque morreram pessoas, às mãos de soldados de Israel) dirigido, em águas internacionais, contra um navio dum país membro, era expectável alguma atitude por parte da NATO e dos países que integram a organização que não fosse a hipócrita lamentação do "incidente". No mínimo, é exigível à NATO e aos países membros que assegurem a livre circulação no Mediterrâneo e que ponham termo ao vergonhoso bloqueio a Gaza que, pelos vistos, até impede o envio de ajuda humanitária.
A inacção duma e doutros só prova que a NATO não passa de um "pau mandado" dos Estados Unidos e que mais não faz do que intervir quando e onde tal for do interesse do "dono". Mas sendo assim, a manutenção da organização não faz nenhum sentido, até porque a Rússia já não é nenhum "papão". A menos que, para os países membros, continue a fazer sentido desempenhar o papel de criados.

Indignação

A coberto da complacência, quando não do apoio dos Estados Unidos, Israel tornou-se um Estado arrogante e desrespeitador do direito internacional que mata onde, quando, e como quer, seguro que está, por via daquele apoio, da sua impunidade. Uma vez mais voltou a fazê-lo ao atacar um comboio de navios de transporte de ajuda humanitária com destino a Gaza.
E as autoridades israelitas ainda têm o descaramento de alegar que foram os israelitas os primeiros a ser atacados. Será que não foram eles os assaltantes e que as mortes não ocorreram no navio assaltado?
Toda a indignação é pouca perante mais este acto terrorista praticado pelo Estado de Israel.

O discurso da tanga segue dentro de momentos (2)

O PIB português cresceu 1% até Março, face ao trimestre anterior, e 1,7% em termos homólogos, segundo a OCDE, que salienta também que "com uma evolução superior à da economia portuguesa só mesmo a Coreia (1,8%), a Suécia (1,4%) e o Japão (1,2%)."

domingo, 30 de maio de 2010

Mais papistas do que o Papa

Só alguém mais papista do que o Papa se teria lembrado de pôr a correr a versão de que o encontro entre José Sócrates e o Chico Buarque teria sido da iniciativa deste, porque, como é evidente, a relevância do encontro não dependia minimamente desse pormenor.
Sabe-se agora que tal versão não correspondia à verdade, pois o Chico Buarque já a desmentiu e o próprio gabinete do primeiro-ministro já reconheceu ter havido um erro na informação.
Assim, graças à estupidez do(s) responsável (eis) pela versão, a importância do encontro sumiu-se. Sobrou apenas e só o ridículo da situação.
José Sócrates bem pode aproveitar este episódio para dele colher a lição de que o excesso de zelo não é bom conselheiro. Já o devia saber, mas o caso sempre lhe pode servir para o confirmar e para dele tirar ilações.

A festa foi "verde", pá !

Depois de ter vencido, por 27-25, a equipa polaca do MMTS Kwidzyn, no primeiro jogo da final da Taça Challenge 2009-2010, o Sporting voltou a derrotar a formação polaca por 27-26, em jogo disputado no Pavilhão Municipal Cidade de Almada e conquistou o primeiro troféu europeu da história do andebol português.
Foi bonita a festa pá !
Video:

Crise? Qual crise?

Muitos autocarros há neste país. E, pelos vistos, também muito dinheiro para os fretar. Ao STAL, pelo menos, a crise ainda não chegou. É caso para dizer: "boa vai ela". A vida!

sábado, 29 de maio de 2010

Fel-da-terra

Fel-da-terra [Centaurium erythraea Rafn ssp.grandiflorum (Biv.) Melderis]
Do Fel-da-terra lembrei-me ontem, aniversário do golpe de 28 de Maio de 1926. Para quem não se lembra, este "post" serve para o recordar.
Todavia,  a flor, pese embora o nome, merecido pelo sabor amargo que a planta tem, é linda e desse ponto de vista nada condizente com aquela data. Por isso, o "post" sai hoje. E a flor também.
(Clicando na imagem, amplia)

E o Vouga sem culpa nenhuma

Pela voz do juiz presidente do Tribunal da Comarca do Baixo Vouga ficou-se a saber que, por "lapso" as transcrições de algumas das escutas das conversas entre Armando Vara e o primeiro-ministro foram parar a outro processo. Provavelmente também por "lapso" (ou obra do acaso ?) as escutas acabaram por ir parar aos jornais. Sim, porque um, pelo menos, já iniciou novo folhetim.
Premonitória, digo eu, é a designação do tribunal: Baixo Vouga. De facto, baixo mais baixo, não há. O Vouga, porém, não tem culpa nenhuma. Mas há quem a tenha.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Crime, digo eu. E gestão desastrosa

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Os serviços da Câmara Municipal de Almada que têm a seu cargo a gestão do Parque da Paz lembraram-se de "limpar" toda a encosta do lado poente (como as fotos supra documentam) precisamente agora, em plena época de nidificação das muitas aves (selvagens, a maioria) que vivem no parque, arrasando todos os matos e arbustos, onde aquelas aves encontravam refúgio e onde nidificavam, destruindo, pela certa, muitas dezenas de ninhos de melro, de toutinegra, de chamariz, de pintassilgo,  de pato-real e de fuinha-dos-juncos que por lá abundam. Em particular, as zonas cobertas pelas fotografias 2 e 3, agora transformadas em quase desertos, constituíam importantes refúgios para todas as aves, dado que a vegetação nelas existente impossibilitava a sua devassa pelo público.
Por isso pergunto: Será que a limpeza não poderia ter sido feita, sem prejuízo para a avifauna, em qualquer outra altura do ano ?
E não será este procedimento um grave crime ambiental cometido, ainda por cima, no Ano Internacional da Biodiversidade ?

*
A desastrosa gestão do Parque da Paz não se fica, no entanto, por aqui.
Na mesma encosta, a Câmara plantou há um ano (ou dois) centenas de carvalhos e doutras árvores, todas de pequeníssimo porte, das quais, por incúria, desleixo, ou pelo quer que seja, já poucas restavam nesta altura. Pois mesmo essas poucas foram agora também levadas na "limpeza". De facto, andando agora por lá já não se vê nenhuma*, com excepção de alguns pinheiros mansos e  tamargueiras que restavam de plantações anteriores.
Diga-se, a propósito de plantações anteriores, que a incúria, desleixo ou o quer que seja, já não é de agora, pois tem-se assistido, ao longo dos anos, à plantação, no Inverno e na Primavera de árvores que se contam por milhares e que não chegam ao fim do Verão por falta de cuidados. No ano seguinte, toca a plantar de novo e nos mesmos locais. E o Zé que pague!
Gostava de saber os milhões que esta desastrosa gestão do Parque da Paz tem custado aos contribuintes. Milhões, sem dúvida, pelas minhas contas. Feitas por altoAlguém me sabe dizer?

*


* Nenhuma é exagero meu. De facto, ainda lá permanece uma boa dúzia. No estado que as duas fotos supra atestam: destroçadas!
(Se clicar nas imagens, amplia)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Citações

"Creio que, num momento em que é preciso definir prioridades e unir esforços, a generalidade dos cidadãos não compreende o tempo e os recursos gastos pela Assembleia da República (AR) com o chamado caso TVI-PT- & arredores. Primeiro, na Comissão de Ética alegadamente se intentou apurar o estado da liberdade de informação em Portugal. Óptimo tema. Só que isso foi feito a partir de "episódios" e pressupostos que não eram, no mínimo, os mais adequados; e num clima, com previsíveis intenções e métodos antes de tudo político-partidários. Por isso, sem fazer disso nenhum alarde nem o tornar público, não aceitei o convite para ser ouvido em tal comissão.

Depois, veio a Comissão de Inquérito para apurar se o primeiro-ministro falara ou não verdade à AR quando disse não conhecer o dito caso. Comissão tão legítima quanto insólita: a AR vai ter muitíssimo trabalho acrescido se constituir tais comissões sempre que houver suspeitas de um político mentir, mesmo sendo o político chefe de Governo e a mentira proferida em S. Bento... Mas adiante.

Então, às dezenas de horas de audições anteriores, outras dezenas se seguiram, de pessoas já ouvidas a dizer a mesma coisa. Ideia generalizada: manter-se-iam as convicções, mas nada de provas. Entretanto, PSD e PCP propõem que sejam pedidas e ouvidas as escutas telefónicas do Face Oculta, um processo-crime que nada tem a ver com a matéria em debate na comissão e no qual Sócrates não é nem suspeito mas foi "interceptado" ao falar com dois dos arguidos.

Ora, sendo eu favorável à existência de escutas - há quem de todo as queira eliminar -, por indispensáveis para combater a grande criminalidade, penso que a nossa lei já vai bem longe na sua admissibilidade; e sei que, claro, apenas podem ser efectuadas nos exactos termos e para os efeitos nela previstos - de resto nenhuma lei penal ou restrição de direitos admite interpretação extensiva.

Assim, seria de uma extrema gravidade, a todos os níveis, utilizar tais escutas num inquérito parlamentar, num inquérito que nem é criminal antes só político. Por isso não deviam ter sido pedidas, e menos ainda enviadas pelo magistrado do Vouga, e com as considerações com que as terá acompanhado. Tê-lo feito, deixa-me preocupado e perplexo. Mas o facto é que enviou e o deputado do PSD, omnipresente multi-comentador, Pacheco Pereira, ainda a elas teve acesso, proclamando o seu carácter "avassalador". Mota Amaral, que à comissão preside com a seriedade e sentido de equilíbrio que se lhe conhece (e também Marques Guedes, como ele do PSD, presidiu bem e com sensatez à anterior comissão), teve a responsabilidade de impedir depois a utilização directa, com a consequente publicitação, das escutas.

Tal constituiria, além do mais, uma gravíssima violação da Constituição, da Lei (em particular do art.° 187, 7, do C. P. Penal, na redacção da Lei 48/2007, de 29/8) e do Estado de Direito. Que o PCP e o PSD o hajam defendido e que alguns deputados não tenham recuado perante nada para atingir os seus fins, é paradigmático de certas mentalidades e justificaria uma mais longa análise de certos comportamentos."
(José Carlos de Vasconcelos, in VISÃO)
(Negritos meus)

Tivessem perguntado ao Belmiro

Se antes tivessem feito a pergunta a Belmiro de Azevedo, o tempo e dinheiro que o Parlamento tinha poupado com a Comissão de Inquérito ao negócio PT/TVI ! Até o deputado Pacheco escusava de ter feito (e de continuar a fazer) figuras tristes.

Afinal, o "mercado" tem sempre razão ?

Com todos ou quase todos os países da União Europeia (Irlanda, Grécia, Espanha, Itália, Alemanha, Reino Unido ...) a cortar forte e feio na despesa pública, obedecendo às ordens dos mercados financeiros, das duas, uma: ou o "mercado" tem sempre razão, ou então, o que é pior, estão a dar-lhe razão.
A resposta, se resposta houver, chega mais tarde.

É disso que a casa gasta, pá!

Em crónica ontem publicada no "Público" sob o título "Abram os olhinhos, pá !" (já acessível aqui) Rui Tavares (historiador e deputado independente ao Parlamento Europeu pelo BE) dá-nos conta do desinteresse com que os jornalistas portugueses (não) acompanham os trabalhos do Parlamento Europeu, não dando qualquer relevo a assuntos que ganham destaque noutros países como a Alemanha, França, Reino Unido e Estados Unidos e estranha que a não notícia de que o Parlamento Europeu iria gastar 4,3 milhões de euros na compra de um iPad para cada deputado europeu tenha ganho um inesperado relevo na imprensa portuguesa.
Estranha o Rui Tavares, mas sem razão, porque são as não notícias, as notícias falsas, a maledicência, a coscuvilhice e o "populismo antipolítico" as matérias que mais servem de alimento aos media portugueses.
É disso que a casa gasta, pá!
E não se admire o Rui Tavares se o seu conselho "Já agora, mantenham-se acordados para as coisas sérias também" vier a cair em saco roto. É o mais provável, para não dizer que é mais que certo. 

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A ler as estrelas

Conclusão: não há em toda a Europa, nem mesmo em todo o orbe terráqueo, um homem tão avisado como Cavaco Silva. Pelos vistos, o único com capacidade para ler as estrelas. Sorte, ou azar o nosso?

"Diga-me lá outra coisa !"

O deputado do PCP, João Oliveira, ainda queria novas audições na Comissão de Inquérito ao negócio PT/TVI, desta vez à porta fechada, mas, perante a oposição  por parte do Bloco de Esquerda, PS e CDS/PP, lá teve que desistir da segunda ronda de questões ao primeiro-ministro  e de solicitar mais audições.
E assim fica o deputado Oliveira impedido de exercitar novamente o seu "Diga-me lá outra coisa!"
Que lástima! As lições de civilidade que a gente perde !

O discurso da tanga segue dentro de momentos

1. A OCDE lançou hoje uma previsão de crescimento de um por cento da economia portuguesa este ano, acima dos 0,7 por cento previstos pelo Governo no PEC, bem como da previsão do Banco de Portugal e do FMI.
2. De acordo com  um estudo elaborado pela consultora Mercer, num universo de 221 cidades, a nível mundial, Lisboa ocupa o posto da 45.ª cidade com maior qualidade de vida , à frente de cidades como Roma, Madrid, Nova Iorque, Praga.
3. A Bolsa de Lisboa  fechou hoje a ganhar 3,19 por cento.
(Actualizada)

domingo, 23 de maio de 2010

"Os malandros"

O diagnóstico sobre as actuais dificuldades de financiamento está feito, não havendo grandes dúvidas sobre o facto de que tais dificuldades resultam do elevado endividamento da economia portuguesa, face ao exterior.
 Constata-se, porém, face aos dados disponíveis, que, ao contrário do que tantas vezes se diz, não é o Estado o principal  responsável pela situação. De facto, como aqui se salienta, as dificuldades não resultam tanto "do défice público, que está abaixo do do Reino Unido, por exemplo, ou da dívida do Estado, que fica muito longe da da Bélgica". E também não é verdade que, como tantos se esforçam por fazer crer, que o "culpado" seja Sócrates, pois o problema já vem de há muito. Vem, pelo menos, desde os tempos de Cavaco Silva, o "pai do monstro" por via do "Novo Sistema Retributivo da Função Pública, que na década seguinte implicou um crescimento na ordem dos dez por cento ao ano dos custos do pessoal do Estado". Aliás, José Sócrates, que pode invocar a seu favor a redução do défice público para 2,6%, nos primeiros anos da sua governação e  a realização de várias reformas para domar "o monstro", no âmbito da segurança social e no domínio da Administração Pública, só não pode reclamar-se de completamente inocente por, em ano eleitoral, ter cedido ao eleitoralismo, ao aprovar o aumento dos salários dos funcionários públicos em 2,9%, aumento que somado ao reforço dos apoios sociais (estes inteiramente justificados pela crise) fizeram disparar o défice para os 9,3%.
Usando uma terminologia intencionalmente desculpabilizante, diz-se com frequência que as dificuldades derivam da fraca produtividade geral da nossa economia. É verdade que sim. Só que não é a verdade toda, porque o problema não existiria se o que consumimos não excedesse o que produzimos. Ora,  sabe-se que o valor do consumo excede em mais de 10%  o valor do produto. Em termos nus e crus, isto quer dizer que vivemos há muito, "muito acima das nossas possibilidades".
Pondo de parte os que vivem em situação de pobreza, é evidente  que a responsabilidade é colectiva. É dos produtores e é dos consumidores. Somos todos, afinal, responsáveis, embora em graus diferentes, como é óbvio.
E, todavia, quem é  assume a sua quota de responsabilidade? Não é, por certo, o empresário que, por muitas dificuldades que se vivam na empresa, não dispensa os gastos para fins de ostentação pessoal, nem o consumista sobreendividado que não dispensa as férias nas Caraíbas, mesmo que tenha que recorrer ao crédito que lhe vai custar os olhos da cara. Um e outro mais depressa lançam as culpas para cima dos "malandros do Governo".
E, como estes, muitos outros, pois ninguém sente constrangimento em tirar a água para fora do capote, mesmo que, entretanto,  já se tenha mudado de indumentária, como é o caso dos vários ex-ministros das Finanças em recente romagem a Belém e até de Cavaco Silva que, por muitos apelos que agora faça, nunca vi assumir as responsabilidades que lhe cabem enquanto primeiro-ministro.
O estimado leitor já viu ?

Marchas lentas

Por muito lentas que sejam estas marchas, bem mais lentas são as mentes que as promovem. Está bem de ver que, para esta gente, continua de pé a máxima: os "outros" (ricos ou pobres) que paguem a crise. Sim, porque os "outros" é que são sempre os culpados.
Marchas lentas, ou lenta compreensão ? 

Inter: Campeão da Europa (Inter 2 - 0 Bayern) (Golos - videos)

Com dois golos de Milito, ambos soberbos, o Inter de Milão, comandado por Mourinho (que continua a fazer milagres) depois de vencer a Taça de Itália e o respectivo campeonato, arrecadou também a Taça da Liga dos Campeões na final disputada em Madrid, frente ao Bayern de Munique. O jogo até não foi um grande espectáculo.
Espectaculares, foram sim os dois golos de Milito. Especialmente o último. Aqui ficam, para os apreciadores.