segunda-feira, 31 de agosto de 2015
domingo, 30 de agosto de 2015
sábado, 29 de agosto de 2015
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
"O Governo e a Fábula do Escorpião e do Sapo"
Não é fácil, nos dias de hoje, encontrar, entre políticos e comentadores, alguém com a virtude e a capacidade de nos informar, com rigor e honestidade, sobre o andamento das contas públicas.
Paulo Trigo Pereira, têm essa capacidade e essa virtude. Comprove a afirmação lendo "O Governo e a Fábula do Escorpião e do Sapo".
Com informação desta qualidade só se deixa enganar pelas aldrabices do governo da PàF (!) quem quer.
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Passos Coelho que se cuide!
Aparentemente, está em curso no seio do PSD, uma acesa disputa sobre quem merece a palma da falta de seriedade.
É verdade que passos coelho tem uma reputação bem firmada como aldrabão e mentiroso. Pelo menos, é o que dizem as sondagens que se têm interessado em fazer perguntas sobre o assunto. Porém, maria luís albuqerque, desde há algum tempo apontada como uma provável substituta de passos coelho, em caso de insucesso eleitoral da coligação PàF(!) nas próximas legislativas, parece empenhada em não perder a corrida para obter um tal galardão, que, pelos vistos, nos tempos que correm, é indispensável para se atingir a liderança do PSD.
E, como é evidente, numa disputa como esta, nenhum dos contendores pode dar-se ao luxo de desperdiçar toda e qualquer oportunidade para firmar os seus créditos.
Não admira, por isso, que maria luís albuquerque tenha aproveitado a oportunidade proporcionada pela "óniversidade" de verão do PSD, para dissertar sobre os "malefícios" das propostas contidas no programa do PS, programa que, todavia, não leu:"O programa todo, não, não li. Li algumas coisas daquilo que são os documentos que o PS tem vindo sucessivamente a publicar e alguns comentários sobre os mesmos.”
Alguém duvida, perante o teor da afirmação, que a (imagine-se!) ministra das finanças não leu coisa nenhuma? Eu não.
Termino como comecei: Coelho que se cuide, pois, se quiser manter o título de político com maior índice de falta de seriedade, tem em maria luís albuquerque uma adversária à altura.
Que justiça?
«Para fazer um balanço da Justiça, podemos recorrer à tradicional imagem da balança. Num prato, o deslumbramento da ministra, que acha que tudo reformou e tudo resolveu.
No outro prato, o triste confronto com a realidade: o mapa judiciário que entrou em vigor aos trambolhões, com tribunais em pantanas e processos empilhados em corredores ao deus-dará; e, cúmulo da incompetência, todo o sistema judicial parado durante semanas, devido ao ‘crash’ do CITIUS, sem ninguém assumir a responsabilidade.
[CORTE_EDIMPRESSA]
Há ainda aquilo que a ministra devia ter feito e não fez: a Justiça não precisa de novos códigos, que este Governo ufanamente aprovou; precisa, sim, de uma gestão mais profissional, de métodos mais eficientes, da simplificação de actos e diligências, que permitam agilizar processos e reduzir pendências. Por fim, não esqueçamos o número recorde de leis inconstitucionais que a actual maioria foi capaz de produzir, sucessivamente chumbadas pelo último bastião do Estado de Direito em Portugal: o Tribunal Constitucional.»
(Tiago Antunes: "Caos". Destaque meu.)
terça-feira, 25 de agosto de 2015
"Se cá nevasse, fazia-se cá ski"
"Se o ano acabasse agora seria devolvido um quarto da sobretaxa"
(maria luís albuquerque ; ministra das finanças de passos coelho)A liberdade na incerteza ou a segurança da escravatura?
"Será que o povo deixou de ter a capacidade de sonhar um futuro diferente e melhor e apenas lhes podemos propor um regresso ao passado ou a continuação do presente para não os angustiar com as escolhas da liberdade? Será que a maioria dos cidadãos prefere mesmo a segurança da escravatura à incerteza da liberdade? Será que o mundo que os cidadãos sonham para os seus filhos é feito apenas de telenovelas e de centros comerciais?"
(José Vítor Malheiros: "O medo do futuro". Na íntegra: aqui)
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
domingo, 23 de agosto de 2015
sábado, 22 de agosto de 2015
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Iliteracia ou má fé?
Não sei se houve algum órgão de comunicação social que não tenha aproveitado a apresentação dos cálculos finais do programa eleitoral do PS na quarta-feira para vir proclamar que António Costa prometia a criação de 207 mil novos empregos. Se um ou outro órgão de comunicação não alinhou pelo mesmo diapasão e foi capaz de fazer uma leitura correcta do que foi dito na ocasião, é caso para festejar, porque estaremos, em tal hipótese, a falar de uma avis rara. De facto, lamentavelmente, a generalidade dos media ou sofre de grave iliteracia, ou, o que é pior, distorce os factos movida por má fé.
A distorção entre o que foi afirmado, na referida apresentação e o que veio a ser noticiado é de tal forma flagrante que António Costa se viu obrigado a prestar novos esclarecimentos, afirmando para o efeito: "Eu não prometo 207 mil postos de trabalho, eu comprometo-me com um conjunto de medidas de política que tendo por prioridade a criação de emprego têm um estudo técnico a suportá-lo que estima um conjunto de resultados, na dívida, no crescimento, na redução do défice e também no emprego".
Será que a iliteracia é tão grande ou a má fé tão evidente que não dá para se conseguir distinguir uma estimativa em função de certos dados e uma promessa de resultado?
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