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domingo, 20 de outubro de 2024

Lisboa em versão Moedas...

 (Foto extraída de desenho de Cristina Sampaio publicado no suplemento P2 do jornal "PÚBLICO", edição em papel de 20 - 10 - 2024)

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

O que não lembraria ao diabo!

 
Custa a crer, mas é verdade. Como se pode ver na imagem, Carlos Moedas candidato à presidência da Camara Municipal de Lisboa colocou na Alameda, em Lisboa, para promover a sua candidatura, um cartaz igual a um outro já ali colocado pela candidatura de Fernando Medina.
Digamos, para ser simpático, que Moedas lembrou-se de fazer o que não lembraria ao diabo, dando azo a que o PS Lisboa tenha aproveitado a deixa para fazer circular este comentário: "Lisboetas: continuem a preferir o original [Medina] à contrafação [Moedas]".
Associar "contrafação" a Moedas? Isto sim, é um belo achado. Diria mais: um tiro, em cheio, no alvo !(Editado)

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Como um peixe a nadar em seco


Diria que é como se deve sentir Carlos Moedas na pele de "novo comissário da Investigação, Ciência e Inovação". Nem a pasta que lhe foi atribuída tem a relevância de que Passos Coelho chegou a falar, nem Moedas tem aptidão para a gerir. Não fez ele parte de um governo que liquidou a Investigação, a Ciência e a Inovação em Portugal?  Um peixe fora de água é o que é.
(imagem daqui)

sábado, 14 de janeiro de 2012

Parvalhões não faltam...

... na Comissão Liquidatária presidida pelo primeiro-ministro Coelho, mas o Moedas, com esta tirada ("Rating voltará a subir com medidas do PSD") tem, hoje, depois da atribuição da notação de "lixo" à dívida da República, pleno direito à entrega da palma.
Com conselheiros tão clarividentes como este, como é que Passos, claramente impreparado para o exercício do cargo, não há-de fazer andar o país para trás?

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Revolução silenciosa

Carlos Moedas

Está em curso uma "revolução silenciosa". Quem o garante é Carlos Moedas (secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro) que, como se sabe, goza de grande credibilidade desde o tempo em que afiançava que os mercados retomariam a confiança na economia portuguesa, logo que o PSD regressasse ao poder. Infelizmente, a profecia do ingénuo Moedas não se realizou, pois o Estado tem vindo a financiar-se a juros cada vez mais altos, como ainda hoje se viu, ao aceitar pagar mais de 5%,  pela primeira vez, desde o início do programa de assistência financeira, numa emissão de dívida a curto prazo.
 "As pessoas não se estão a aperceber", acrescenta Moedas. Bom, acho eu, estranho seria que as pessoas se apercebessem duma "revolução silenciosa". Aliás, a crer na sua afirmação de que falava na qualidade de militante social-democrata e não como membro do Governo, não parece abusivo concluir que a "revolução" é tão "silenciosa" que nem o próprio Governo ainda deu por dela.
Traduzida por miúdos, a "revolução" de Moedas resume-se à feitura duma nova lei da concorrência e à reforma da lei das insolvências que irá dar "confiança a um empresário, porque se a sua empresa correr mal faz outra".
Boa dica. Haja quem aproveite!