domingo, 15 de abril de 2012
Educação: "Hermético e reacionário"
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Uma oportunidade a não perder
- aposta forte na educação, com o seu projecto "Escola das 7 às 7";
- nova estratégia de apoio aos idosos, através do combate ao isolamento, ajuda às famílias e criação de melhores condições de mobilidade;
- uma política de habitação de social e de coesão social em que se salienta a ideia de que não haverá novos bairros sociais, a substituir por um programa de diversidade social envolvendo todas as zonas do concelho;
- simplificação dos procedimentos administrativos e adopção de modelos de gestão ágeis e transparentes que facilitem a vida aos cidadãos e às empresas;
- adopção de políticas activas de captação de investimentos produtivos geradores de emprego;
- a dinamização da actividade turística, com um vasto conjunto de acções, sob o lema "Toda a Costa, Todo o Ano";
- apoio à investigação, aproveitando as potencialidades derivadas da existência de um pólo universitário, mas não só;
- programa de reequilíbrio urbanístico do concelho, através da renovação urbana, da qualificação das áreas degradadas e do apoio à reconversão das AUGI;
Não me alongarei mais, pois o programa, bem mais completo e detalhado pode ser lido aqui, programa do qual, no entanto, me permito salientar o capítulo com o título: "A Nossa Visão: Um Município-Estratega para um Concelho Cosmopolita, Terra das Duas Águas na Grande Cidade-Capital". Ou seja, uma nova visão e uma visão de futuro, capaz de introduzir uma significativa mudança na vida dos almadenses, se à candidatura de Paulo Pedroso, for dada essa oportunidade.
Uma oportunidade a não perder. Digo eu.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Eleições autárquicas (Almada) - "A diferença de fazer diferente"
domingo, 4 de outubro de 2009
Eleições autárquicas (Almada) III
"Este Programa dá corpo a um contrato entre o PS e os cidadãos de Almada. Foi elaborado de modo participado e vai ser acompanhado do mesmo modo.
O Conselho de Cidadãos que aceitou apoiar o PS nas eleições autárquicas de 2009 participou na sua elaboração, nas diversas fases e será chamado regularmente a fiscalizar a sua execução, criando em Almada um novo mecanismo de co-decisão política que engloba mas transcende o partido político que lhe dá corpo.
Este contrato é celebrado entre o PS e os cidadãos que apoiam a candidatura em nome do Futuro, 35 anos depois e orientará a nossa acção no próximo mandato.
Escolhemos também dar-lhe uma estrutura que facilite a sua fiscalização. Ele tem uma visão orientadora, tem um número restrito de programas estratégicos e identifica novas políticas. Nele se definem prioridades, se quantificam metas e se identificam resultados a atingir.
Aqui não encontrará um catálogo de medidas, mas o enunciado das direcções através das quais queremos fazer a mudança e a diferença em relação à política municipal do passado.
Por isso, em nome dos candidatos socialistas ao município de Almada e do Conselho de Cidadãos que apoia o Futuro, 35 anos depois, queremos convidar-vos a lerem-no e a mandarem, ainda agora, sempre, as vossas sugestões.
Este programa está vivo e nas reuniões regulares do Conselho de Cidadãos será permanentemente revisitado. Em www.almada2009.com estará uma porta sempre aberta para o seu contributo, porque nós queremos novas ideias para novas soluções e não nos fechamos em dogmatismos herdados do passado.
Temos hoje ideias claras para dar corpo à nossa ideia para o futuro de Almada:
• Aumentar a mobilidade e devolver a vida ao centro da cidade, revogando o plano Mobilidade XXI, completando as infraestruturas viárias e colocando todos os pontos do concelho a uma distância inferior a 30 minutos do centro, em transporte público;
• Tornar o concelho mais cosmopolita, potenciando muito melhor a relação com Lisboa, o rio e o mar, adoptando uma estratégia ofensiva de captação de investimento moderno e emprego, em competição com os outros pólos da área Metropolitana de Lisboa, afirmando-o como um concelho ambientalmente sustentável, tornando-o num pólo de nível nacional das artes do espectáculo e afirmando a Costa da Caparica como grande complexo de praias da capital do país, activo todo o ano;
• Reequilibrar urbanisticamente o concelho, investindo na renovação urbana que tem estado bloqueada, qualificando as áreas degradadas e apoiando a reconversão das AUGI, que têm sido esquecidas e metade das quais continuam por reconverter passadas décadas, implicando diversas consequências urbanísticas e sociais;
• Apoiar as famílias trabalhadoras, pela melhoria dos serviços à população, com destaque para os transportes colectivos e para a escola pública, construindo as 60 salas de aula que faltam, distribuindo gratuitamente os manuais escolares do 1º ciclo ,garantindo às famílias a escola pública a funcionar das 7 às 19 horas para todos e cuidando dos cuidadores, ou seja, desenvolvendo serviços de apoio às famílias que têm pessoas dependentes no seu seio;
• Fazer de Almada um concelho socialmente mais coeso, com uma nova estratégia de apoio ao idosos, combatendo o seu isolamento e promovendo o desenvolvimento social, em particular nos bairros mais carenciados, pela aposta em parcerias com os agentes locais e numa nova política social de habitação, sem novas concentrações de pobreza. "
sábado, 3 de outubro de 2009
Eleições autárquicas (Almada) II
O modelo de gestão que foi seguido no passado não tem só defeitos, mas as suas virtudes foram-se esgotando e a perda de energia tornou-se notória, aumentando também a dificuldade em manter sintonia com os problemas dos cidadãos.
A esse modelo contrapomos agora um outro. Estamos voltados para o futuro. Queremos introduzir novas ideias, novos métodos de acção, uma nova concepção do poder local.
A autarquia deve ser estratega do desenvolvimento do concelho, afastada das disputas político-partidárias tradicionais e estar concentrada em construir parcerias de sucesso, indo ao fim do mundo, trabalhando com quem tiver que trabalhar, com lealdade, para melhorar os destinos do concelho.
Almada precisa de quem tenha novas soluções e não de quem repita velhas queixas, de quem se empenhe totalmente na solução dos problemas e não de quem deles queira alimentar plataformas reivindicativas.
Trinta e cinco anos depois, o concelho já não é mais uma periferia operária de Lisboa. Hoje é composto por duas cidades – Almada e Costa da Caparica – que devem ser centros cosmopolitas da grande capital do país.
Hoje tem um potencial económico que tem que ser aproveitado para atrair novos investimentos geradores de emprego.
Hoje tem milhares de novos residentes que o escolheram por aqui quererem usufruir de uma qualidade de vida que está ao nosso alcance melhorar drasticamente.
Hoje é um concelho com famílias trabalhadoras que precisam de ser devidamente apoiadas e populações envelhecidas que carecem de ser assistidas. Hoje é, também e infelizmente, um concelho que não resolveu o problema das AUGI, que tem concentrações terríveis de pobreza e que corre o risco de vir a ser problemático em termos de segurança.
Mas Almada tem também problemas que se acumularam por força de erros de gestão autárquica que foram cometidos.
A gestão da introdução do Metro do Sul to Tejo foi desastrosa. Faltaram medidas compensadoras do risco de desertificação do centro da cidade. Houve negligência no acompanhamento do crescimento da Costa da Caparica. Deixou-se edificar verdadeiros guetos urbanos.
Agora podemos mudar de rumo, se os cidadãos quiserem. Aqui podem conhecer o que pensamos e porque achamos que mudar de gestão autárquica é essencial. Nestas eleições autárquicas, é Almada que está em jogo.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Eleições autárquicas (Almada)
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Com a devida vénia ...
"Contrato com os cidadãos: o impacto na poluição do atraso na reconversão das AUGI"
A questão do saneamento básico de milhares de construções nas freguesias da Charneca, Sobreda, Monte, Trafaria, Caparica e Costa da Caparica é um dos problemas mais graves do concelho de Almada.
Esta questão está associada à construção ilegal e à falta de investimento adequado na sua reconversão. É não só uma questão qualidade de vida das populações mas também um grave problema ambiental.
O concelho de Almada, como toda a Margem Sul do Tejo, está em cima da maior reserva de águas subterrâneas (a melhor para consumo humano) de Portugal e é urgente que se encerrem as centenas de "fossas" que potencialmente a estão a poluir.
Digo "fossa" com reservas porque uma verdadeira fossa séptica, construída de acordo com as boas regras sanitárias não tem grande impacte ambiental, nada que a natureza não resolva e é um sistema utilizado em muitas zonas rurais.
Mas neste caso estamos a falar não de fossas sépticas mas de tanques de dejectos construídos clandestinamente e sem as mais elementares regras sanitárias.
São autênticos focos de poluição que urge encerrar."
terça-feira, 21 de julho de 2009
Com a devida vénia ...
so a palavra a Paulo Pedroso*:
"Numa terra pensada, o comércio local não morreO conflito que opõe os comerciantes do centro de Almada à actual gestão da Câmara Municipal é o resultado de uma série de omissões e erros do município, que lesaram o comércio local.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Paulo Pedroso em pre-campanha
sábado, 4 de julho de 2009
Em boa hora !
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Entrevista a Paulo Pedroso na PNETpolítica
(Clicando, amplia)
P. A Câmara de Almada é presidida por Maria Emília de Sousa, da CDU, há bastante tempo. Num cenário em que, no que toca a eleições europeias e legislativas, a CDU e o BE, em conjunto, estão com cerca de 20% das intenções de voto, o que o faz crer ser Almada um município ao alcance de um candidato Socialista?
R. Os eleitores fazem as suas escolhas em cada acto eleitoral. Por exemplo, se é verdade que a CDU sempre ganhou as autárquicas em Almada, é também verdade que já perdeu diversas vezes as eleições legislativas. Cada vez mais, cada eleição é diferente de todas as outras, e estou convencido que o PS e eu próprio temos hoje propostas mais adequadas às necessidades de Almada que o PCP. O actual poder autárquico está cansado, perdeu a capacidade de ouvir, comete erros evitáveis, tem dificuldades em adaptar-se ao ritmo da vida urbana em pleno século XXI.
P. No seu anúncio de candidatura disse que se esgotava um ciclo de 35 anos. Que méritos específicos reconhece a esse ciclo e que sinais toma como indiciando o seu fim?
R. Em trinta e cinco anos, Almada passou todo o ciclo das infra-estruturas, acomodou um enorme crescimento, viveu reestruturações significativas que deixaram cicatrizes, mas foram absorvidas. Sem dúvida que a prioridade dada às infra-estruturas e ao imobiliário ajudou esse crescimento, bem como foi dada uma atenção à política cultural que, embora excessivamente centrada em alguns eventos e em alguns equipamentos, é uma mais valia do concelho.
Mas a Câmara deixou construir demais e desordenadamente. A cidade foi ficando sitiada, fechada, cada vez mais bloqueada. Houve incapacidade progressiva de gerir de modo equilibrado o seu crescimento. Não houve capacidade para para gerir com pulso firme os desequilíbrios que o crescimento também acarreta e o mercado estimula, nem para um programa coerente de gestão urbanística do município.
Talvez a gestão do processo de construção do Metro do Sul do Tejo seja o símbolo mais recente e mais caro da incapacidade progressiva de gestão autárquica. O Metro era uma obra necessária que foi muito mal gerida. Por responsabilidade da Câmara, o traçado conflitua com toda a gente e tem várias opções erradas, as obras atrasaram-se mais de três anos, não foram geridas de modo a diminuir os prejuízos para as populações e prolongam-se em novas obras, que mantêm a cidade esventrada, que podiam e deviam ter sido feitas há muito tempo, como os parques de estacionamento. Articuladamente com o Metro, foi imposto um Programa de Mobilidade que reflecte uma concepção autoritária e fechada da vida urbana e não funcionou, não se adapta aos cidadãos reais da Almada de hoje.
Mas há outros. Trinta e cinco anos depois, a Costa da Caparica, que devia ser a jóia da coroa do concelho continua por modernizar; o problema da habitação social continua por resolver; fizeram-se autênticos guetos que são barris de pólvora à espera de um rastilho; o concelho perde todos os dias oportunidades de emprego, graças a investimentos que são desviados para o eixo Oeiras-Cascais-Sintra, que devemos assumir como nosso competidor e face ao qual hoje somos pouco competitivos.
P. Se tivesse que sumariar 3 ou 4 propostas, para as pessoas de Almada perceberem a diferença de uma gestão sua e do PS, quais seriam?
R. Uma vez eleito, revogarei imediatamente o Plano de Mobilidade e substitui-lo-ei por um sistema de circulação eficaz e mais respeitador das pessoas. Darei grande prioridade à afirmação de Almada como centralidade urbana daquilo a que chamo a Cidade do Sul do Tejo, competindo com Oeiras, Cascais e Sintra por todos os investimentos de relevância metropolitana, aproveitando todas as oportunidades que se abram, para compensar as que se perderam. Procederei à revisão de toda a gestão urbanística da frente de praias, animando-as para que, da Trafaria à Fonte da Telha, tenhamos mais de duas dezenas de kilómetros de costa com vida doze meses por ano, com muito maior qualidade urbanística, e, no Verão, menos superlotadas e com acesso ordenado. Reverei de alto a baixo a política social de habitação, acabando com a construção de novos bairros sociais e sua substituição por uma política de inclusão social das pessoas desfavorecidas em diferentes zonas. Não hesitarei em tomar as medidas necessárias para a melhoria da situação de segurança, criando uma polícia municipal que possa libertar a PSP e a GNR de outras tarefas para as funções de segurança, introduzindo, em articulação com o comércio local, zonas com vídeovigilância e, sobretudo, estimulando a que policiamento de proximidade, melhor iluminação pública e comércio a abrir mais cedo e fechar mais tarde potenciem a segurança urbana.
Nenhuma destas medidas aconteceria se os eleitores voltassem a dar a maioria ao PCP.
P. Consideraria governar Almada em coligação? Eu sei que a pergunta é especulativa, mas procuraria antes de mais um entendimento em que parceiros?
R. Estou convencido que, pelo meu perfil de acção política, sou capaz de gerar consensos em torno de soluções concretas e que os autarcas de várias forças políticas estarão disponíveis para colaborar nesse esforço, desde que recebam a consideração e respeito que merecem como representantes eleitos do povo. Garanto-lhes esse tratamento que nunca existiu no município.
A política local deve ser independente dos directórios partidários. Estarei completamente disponível para atribuir pelouros aos vereadores que tenham interesse e condições para os assumir. No contexto local, é possível gerar proximidades e é necessário e urgente mudar a autarquia para que melhore. Nesse esforço, ninguém estará a mais.
Admito que com o PCP será muito difícil um entendimento, dada a dificuldade que terá, trinta e cinco anos depois, em adaptar-se ao estatuto de força minoritária e os tiques autoritários que desenvolveu.
Mas devo dizer que não é só o PS que denuncia o marasmo a que chegou a gestão municipal, as outras forças políticas também estão a ter uma intervenção decidida no combate aos erros do poder comunista. O PCP é uma força isolada no concelho e que os seus desmandos são alvo de crítica unânime e sistemática de todas as forças políticas locais, o que diz bem de quanto o actual poder está separado da diversidade de modos de sentir da população. Acredito que esse isolamento se reflectirá já nas próximas eleições autárquicas.
O poder e a palavra está nas mãos dos cidadãos. Nas últimas autárquicas, mais de metade não votaram. Apelo a todos que escolham. Nós, os políticos, teremos que saber interpretar as suas escolhas com humildade. A actual maioria pensa julga-se dona do concelho, mas ninguém possui as escolhas dos cidadãos.
(Entrevista conduzida por Carlos Santos e publicada aqui )
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Citações # 34
(* Candidato pelo PS à presidência da Câmara Municipal de Almada)
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Almada está mesmo de parabéns !
Confirma-se assim também que, para além de outras muitas qualidades, é também um HOMEM DE CORAGEM!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Almada de parabéns ?
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Paulo Pedroso : O regresso
