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domingo, 19 de julho de 2009

Ainda é notícia ?

Isto ainda é notícia ?
Pelos vistos, sim, para quem continua a apostar no quanto pior melhor, mesmo que a actual agenda leve o jornal ao descalabro.
Os "fretes" pagam-se caro e os trabalhadores do "Público" já o deviam saber. Ou será que o recente ultimato da administração que os levou a aceitar a redução dos salários não passou de uma breve tempestade de verão?
Cá se fazem, cá se pagam. Digo eu.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Quem diria !

"Quatro dirigentes do Sindicato dos Professores do Norte (SPN) demitiram-se do PCP, acusando o partido de se imiscuir na vida interna da estrutura sindical".
Que o PCP intervém na vida da CGTP e dos sindicatos nela filiados não é propriamente uma novidade. Novidade, novidade é a confirmação por quem tem conhecimento de causa. Outra novidade (e não pequena) é também a demissão simultânea de quatro dirigentes sindicais. Algo se passa. Não adivinho é o quê.
(Respigo daqui)

sábado, 6 de dezembro de 2008

Olha quem fala!

"Todos temos de estar com seriedade. Só pode haver consenso quando as partes se respeitam" diz Mário Nogueira que volta à carga, depois de já hoje ter ameaçado com a guerra.
Olha quem fala!
Rompem acordos e falam em seriedade ?
Insultam a ministra como carroceiros (mal educados, entenda-se) e falam em respeito?
Mas esta gente não tem vergonha na cara ?

Falam chinês?

Mário Nogueira: "Se o Ministério da Educação quiser guerra, vai ter guerra"
A ameaça de guerra de Mário Nogueira (até agora, segundo se subentende, só houve escaramuças) surge depois de mais uma reunião com o secretário de Estado Jorge Pedreira, de que nos são dadas duas versões bem distintas: Para Mário Nogueira, nessa reunião ter-se-á chegado a um compromisso no sentido de no próximo dia 15 se realizar uma reunião de "agenda aberta" o que significaria a possibilidade de suspensão do regime de avaliação, versão que é contrariada por Jorge Pedreira para quem a "agenda aberta" do próximo dia 15 não significa que o Governo esteja disposto a suspender o regime de avaliação.
Será que, nas reuniões entre os dois, a língua utilizada é o chinês ? Ou será o coreano ? É que se for assim, será difícil entenderem-se um ao outro, pois não falam a mesma língua: Jorge Pedreira, ao contrário de Mário Nogueira, não participou no recente congresso do PCP, nem aprovou as suas teses exaltando a Coreia do Norte e a China, como exemplos de construção do socialismo.
Confirma-se: Os dois não falam a mesma língua!
(Mensagem reeditada)

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Desta vez, de acordo...

Sindicatos de professores lamentam insinuações de manipulação de alunos . E, desta vez, a meu ver, têm razão. Não dignificam ninguém, nem contribuem para o indispensável apaziguamento no sector da Educação, as afirmações (para já, sem provas) atribuídas ao deputado Vitalino canas, de que os alunos estão a ser instrumentalizados por "alguns radicais e alguns professores", afirmações que são repetidas, com alguma nuance, pelos secretários de Estado, Jorge Pedreira e Valter Lemos.
Segundo o Presidente da Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE), João Dias da Silva, "é incorrecto, é injusto e é ilegítimo estar a deixar no ar suspeitos sobre a origem das manifestações que alguns alunos estão a realizar". Subscrevo e acrescento que, sem provas, tal comportamento é inadmissível por parte de membros do Governo.
Perante tanta inabilidade dos secretários de Estado da Educação, pergunto-me, se não será altura de mudarem de vida. É que apagar fogos com gasolina, é perigoso, digo eu.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Ir à busca de lã e vir tosquiado

A crer na mais recente sondagem Correio da Manhã/Aximage (gráficos aqui ) a intenção de voto no PS, ao contrário dos "temores" revelados por comentadores deste "post" sobe, pese embora a contestação que o governo tem sofrido, por parte dos professores e dos seus sindicatos, nos últimos tempos.
Nestas circunstâncias, pergunto-me sobre se à contestação dos professores e à sua última manifestação não se poderá aplicar o velho ditado do "Ir à busca de lã e vir tosquiado".
Dir-se-á que a sondagem é anterior à manifestação e é verdade. Dá-se, porém, o caso de a contestação ser anterior e de a manifestação, pelo que se lia nos jornais, ter um sucesso antecipadamente garantido.