Mostrar mensagens com a etiqueta TGV. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta TGV. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 23 de março de 2012

O AVOAR

 "Arrumado" por Passos/Coelho o projecto do TGV, este já tem um sucessor que dá pelo nome de  AVOAR. Este projecto que já está em execução não é, certamente, o mais vantajoso para o país,  porque ficámos sem a ligação à rede europeia de alta velocidade, mas é, seguramente, muito mais rápido na delapidação dos dinheiros públicos.
Logo à partida foram AVOAR 1200 milhões euros de fundos comunitários (pelas contas de Ana Paula Vitorino que ainda não vi contestadas) e AVOAR irão mais cerca de 300 de milhões de euros a que a concessionária  se julga com direito para ser ressarcida das despesas e gastos  já efectuados.
É muito milhão AVOAR, em troca de nada.
Isto digo eu, embora admita que o ponto de vista do governo possa ser muito diferente. Quem sabe, na verdade, se nas contas de Passos/Coelho, que tão apostado está no empobrecimento do país, não entraram também as centenas de trabalhadores que, na sequência da paragem das obras, correm o risco de ser despedidos? Se faço a pergunta é porque o desemprego é a forma mais eficaz de empobrecer rapidamente. Alguma dúvida?  
Para quem se escandalize com as interrogações que antecedem, devo dizer que até admito que Passos/Coelho, como pessoa,  pode não se sentir muito confortável com o aumento galopante do número de desempregados, mas certo é que tal resultado é fruto das suas políticas e, também neste caso, da suas decisões. Alguma dúvida?

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Cambalhotas



Ainda há por aí quem se admire com as sucessivas cambalhotas do actual executivo grupo recreativo.
Esta (Governo mantém no essencial projecto de TGV herdado do executivo de Sócrates) é só mais uma. E tenho cá para mim, mesmo não sendo especialista, que lá, onde o "grupo recreativo" decidiu afastar-se do essencial vai sair asneira, tal o amadorismo de que o Álvaro tem dado provas.
E a propósito, alguém tornou a ouvir falar de relação custo/benefício, assunto tão badalado noutros tempos? Será que o "produto" saiu, entretanto, do "mercado" ?

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Parem de gozar com o Álvaro !

Esta notícia "Governo estuda TGV em via única para cortar custo do projecto" não pode ser verdadeira.
É que o Álvaro, ministro da Economia, dos Tranportes (e sei lá que mais)  já deu provas de ser muito original,  mas acredito piamente que nem ele pode ser tão parvo assim. É que esta ideia do TGV em via única não seria só uma  originalidade que, com toda a certeza, iria dar brado a nível internacional e provocaria uma avalanche de turistas só para ver o fenómeno. É, sobretudo, uma parvoíce de todo o tamanho.
Devo acrescentar, em abono da minha tese de que a notícia não é verdadeira, que ainda há pouco vi passar num canal de televisão uma peça em que o primeiro-ministro garantia, a pés juntos, que com ele não haverá TGV. Ora, no PSD,  o "Partido da Verdade", agora no Governo, não se mente. Desdizem-se, é verdade, com uma velocidade estonteante, muito superior à do TGV. Até por isso é manifesto que podem  prescindir dele.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Em vez da suspensão, prioridade máxima

Sendo assim, lá vai ter o PSD que voltar a meter a viola no saco. Ou antes, as suas conclusões.

As cadelas apressadas

Tomando os seus desejos por realidades, o PSD, perante notícias que davam conta que o Governo espanhol iria rever todos os projectos de TGV, logo concluiu que a Espanha iria suspender o TGV desde Madrid até à fronteira portuguesa. Daí a exigir que o Governo português desistisse definitivamente do projecto de alta velocidade, foi apenas mais um passo. Com o argumento de que seria "uma loucura se o Governo pretender prosseguir este projecto depois de conhecida a posição espanhola de suspender o TGV do lado de lá da fronteira". E era, se fosse verdade.  Só que  do lado de Espanha não tardou a confirmação de que “não haverá qualquer alteração à execução da linha de alta velocidade entre Madrid e a fronteira com Portugal e que todos os compromissos que foram assumidos se mantêm”.
Estamos pois perante conclusões apressadas que um pouco de bom senso teria podido evitar. De facto, seria suficiente ter em atenção que a ligação por TGV entre Madrid e Lisboa foi objecto de um compromisso entre os dois países, para não lembrar a ninguém, nem ao PSD,  que a eventual suspensão do projecto não tivesse também de passar, forçosamente, por novas negociações. De que não havia notícias, nem indícios.
Se o povo diz que "as cadelas apressadas parem cachorros cegos", digo eu, à minha conta, que conclusões apressadas também não podem gerar coisa boa. Como se vê, pelo exemplo.