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quinta-feira, 24 de julho de 2025

Chegou o "Álvaro". Viva o "pastel de nata"!

Perante as palavras elogiosas proferidas nos últimos dias por Montenegro em relação a  Mário Centeno, chegou a "temer-se" que o governo acabasse por lhe renovar o mandato de Governador do Banco de Portugal, decisão que estaria em conformidade com o modus operandi seguido nos últimos anos, sem excepção. Os "receios" tinham toda a razão de ser, visto que Mário Centeno tem não só um currículo invejável como político e como técnico, como seria tal decisão bem acolhida não só pelos meios financeiros, mas também e sobretudo pelo BCE, onde  Centeno goza de inegável prestígio.

Afinal, não se confirmaram os "receios" e, se por um lado, parece estarmos perante um caso para lamentar, por outro a decisão de nomear um novo Governador conotado com as forças políticas deste governo, acaba por servir de prova de que para a gente que actualmente governa o país, interesse público é conceito que não conhece, não sendo o governo algo muito diferente de uma agência de colocação da sua clientela. Ficamos, assim, a saber, uma vez mais, com o que se pode contar, enquanto esta gente estiver no poder. Ilusões que ainda pudesse haver sobre a isenção destes governantes, podem definitivamente ser lançadas para trás das costas. 

Seja assim ou seja assado, certo é que, entretanto se ficou a saber  que o novo Governador irá ser  o antigo ministro da Economia Álvaro dos Santos Pereira, o "Álvaro" (foi, nestes termos, que, na altura, se apresentou no ministério) um reputado entusiasta do desenvolvimento a nível internacional do comércio do "pastel de nata". 

Enquanto ministro da economia no governo de Pedro Passos Coelho, não parece ter tido grande êxito no incremento do negócio do pastel de nata, nem, devo confessar a minha ignorância, de qualquer outro produto. Quem sabe se, como Governador do BdP, não acabará por ter maior sucesso! 

Que assim seja. Sucesso é o que lhe desejo.


(Imagem daqui)

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Megalomanias

Como se prova, com os resultados que, de resto, estão bem à vista: 
Com tais resultados, que mais será necessário para "desterrar" este napoleãozinho, com pretensões a passar por uma espécie de Thatcher com calças, levando consigo o resto da companhia?
É preciso topete e não ter noção do ridículo!
(reeditada)

sábado, 23 de fevereiro de 2013

O "Álvaro" não é pateta...

...mas disfarça bem.
"Chutaram a dívida para o futuro” disse ele, acusando o PS, mas esquecendo que ainda não passaram 2 anos e o governo a que pertence já elevou a dívida pública de 100% para 124%. Obra feita? Nem vê-la.
Com uma tal performance, um "chuto" já ele devia ter levado há muito. Ele e o resto da pandilha.  
(imagem daqui)

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O "Álvaro" acaba de chegar de Marte

É que, com efeito, se algum Governo se empenhou em valorizar a ciência, a inovação e o conhecimento, foi o Governo anterior. Não o governo de que Álvaro dos Santos Pereira faz parte. Neste particular, como noutros, aliás, o governo de Passos, se alguma coisa tem feito, tem sido precisamente o contrário. Só um marciano como o "Álvaro" é que pode ignorar a realidade.

sábado, 24 de novembro de 2012

O "Álvaro" na oposição?

Destaco das notícias chamadas à 1ª página do "Expresso" a afirmação atribuída ao ministro Álvaro Santos Pereira de que a "austeridade cega, ano após ano, vai dar mau resultado" . 
Para o ministro "Álvaro" fazer uma tal afirmação é porque, ou viu mesmo a luz e chegou à conclusão de que Gaspar é mesmo "um ministro muito impressionante"  a falhar os alvos e a não alcançar as metas, ou, na melhor das hipóteses, ter-se-á ficado pelo "sei-lá-se-é" em relação àquela afirmação. De qualquer forma, o ministro Álvaro, com uma tirada destas, passou-se para a oposição e, provavelmente, contrafeito ou por sua livre vontade, a estas horas está já a fazer as malas, o que é uma pena. Já tínhamos um dos partidos da coligação com um pé dentro e outro fora do governo. Não era bem interessante ter também um ministro, mesmo sendo o "Álvaro", na oposição? 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

"O exterminador implacável do emprego"*


 Álvaro Santos Pereira, ou, mais simplesmente, o "Álvaro", que é como ele mais gosta de ser tratado, não se bastando com ser detentor de inúmeras pastas ministeriais [Economia, (des)Emprego, Obras Públicas e Transportes, Energia e sei lá que mais], assumiu no actual governo, desde cedo, suponho que  oficiosamente,  a "pasta da Traulitada".
Tão bem se tem havido no exercício das funções de "trauliteiro" deste governo que é de supor que, numa eventual remodelação ministerial, cada vez menos provável, é certo, dado que uma remodelação do governo com o mesmo primeiro-ministro (que é não só, alegadamente, o primeiro, mas também o mais remodelável) o "Álvaro", perdendo embora, com grande grau de probabilidade, as pastas oficiais, venha a manter a "pasta oficiosa". De facto, o "Álvaro", embora não tenha, até agora, dado mostras de possuir grande competência para gerir aquelas pastas, tem, em contrapartida, revelado notáveis qualidades para "cascar" nos partidos da oposição e, muito em particular, no PS. Só não dou como certa a manutenção da "pasta", porque, até nesta área, o "Álvaro" tem vindo a fraquejar no que respeita à originalidade e, como é bem sabido, a repetição do mesmos temas também cansa.
(* Desta vez, porém, o "Álvaro" não se pode queixar da falta de "resposta". Condigna e, há muito, merecida.)
(citação e imagem daqui)

domingo, 21 de outubro de 2012

Obscenidades

Já não é a primeira vez que o ministro Álvaro Santos Pereira,  incapaz de delinear uma política de crescimento para a economia e ineficaz a enfrentar o aumento galopante do desemprego (áreas que tutela) disfarça, nas suas intervenções na Assembleia da República,  a sua própria incapacidade com ataques indecorosos à política do Governo anterior. No entanto, a sua última intervenção, no passado dia 18, o "Álvaro" ultrapassou todos os limites anteriores para atingir as raias da obscenidade. O homem supõe, certamente, que a maioria da população ainda não se apercebeu, ao fim de 16 meses de exercício do poder, que a política deste governo redundou num fiasco total e que os sacrifícios que agora são pedidos são fruto duma execução orçamental completamente falhada - a deste ano.
Se tivesse olhos e ouvidos já teria dado conta das manifestações que enchem as ruas e praças deste país contra a política do governo a que pertence e também já se teria apercebido que a sua conversa, repetida usque ad nauseam, já enoja. Porventura, até a alguns fiéis. 
Se quem tem a responsabilidade de dirigir este governo tivesse a noção da inutilidade que é o ministro Álvaro e algum sentido do que é a decência em política, já há muito teria reenviado o Álvaro para as terras donde ele veio.
Por muito menos, já noutras alturas, ministros com muito superior gabarito, foram à vida, mas esperar que um  "impreparado" primeiro-ministro, para mais, amigo de Relvas, se sinta na obrigação de penalizar quem profere obscenidades e se revela uma nulidade, já é, manifestamente, pedir muito.
De certa forma, até acho bem. Quando cair um, que caiam todos! Haverá no actual governo algum ministro,  que se aproveite? A começar pelo dito primeiro-ministro?

terça-feira, 4 de setembro de 2012

O toque de Midas, digo, do "Álvaro"

Anda o ministro da Economia (do Emprego, dos Transportes e do diabo a quatro) pelos campos de Alcobaça e Aljubarrota a farejar petróleo e gás natural, durante um intervalo no seus passeios por terras alentejanas à pesquisa de ouro e enquanto isso, as empresas públicas, em particular as que estão sob a a sua tutela, apresentam nas contas relativas ao 1º semestre deste ano, prejuízos no montante de 700 milhões de euros, superiores em 94% aos de igual período do ano ano anterior. 
É claro, perante estes factos, que o "Álvaro" tem um estranho conceito das prioridades. Alguém, a não ser ele, consegue ver onde é que se vai descobrir petróleo, gás natural e ouro para compensar tamanhas perdas?
E daí, admito, talvez não seja uma questão de prioridades. De facto, não é de excluir a hipótese, ainda que  improvável, de o Álvaro ter conseguido chegar à conclusão de que até o ouro onde põe as mãos se transforma em pechisbeque (como é evidente no caso das empresas públicas de transporte) e daí o ter decidido que, enquanto não for corrido do governo, o mais aconselhável será entreter-se com uns passeios pelo campo.
Se foi o caso, gabo-lhe a decisão, porque não restam dúvidas de que se trata duma decisão acertada. Rara nele e no governo de que faz parte. Este se tivesse consciência de que está a conduzir o país para a maior das desgraças, já se tinha posto a andar. Em bloco.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Será que este também viu a luz ?

Subitamente, o ministro Álvaro ganhou lucidez suficiente para contrariar o anúncio feito por Passos/Coelho, na "festa do Pontal", de que 2013 será o ano da inversão na actividade económica”.
Já tinha ouvido, até da boca do primeiro-ministro, falar em condicionantes externas, mas, se não estou em erro, é a primeira vez que um membro deste governo alude "à maior crise mundial das últimas décadas", expressão ainda cunhada nos tempos do Governo anterior mas sempre recusada pela direita ora no poder como explicação de boa parte das dificuldades por que passou o país (à semelhança de tantos outros) e continua a passar, cada vez com maior acuidade, devido à política de "empobrecimento" deste governo.
Recusada antes, mas, graças ao Álvaro, "a maior crise mundial das últimas décadas" passa, a partir de agora, a fazer parte do léxico e das explicações governamentais. 
Para responder à pergunta em título, só falta saber em que data é que o Álvaro situa o início da crise. 
O "também" vem daqui.

terça-feira, 31 de julho de 2012

O vendedor de minérios, digo, de ilusões


De há uns tempos para cá o ministro Álvaro tem vivido obcecado com a exploração mineira e com os contratos relativos às respectivas concessões. Por seu lado, a comunicação social não se tem poupado a esforços para nos dar conta de tão intensa actividade ministerial. Quando não é o ferro de Moncorvo, é o ouro de Jales e do Alentejo, o cobre de Aljustrel, o estanho e o volfrâmio sei lá donde. 
O contrato de concessão para exploração do ferro de Moncorvo já passou à história, mas, mesmo admitindo que os restantes venham a ser concretizados, já alguém com mais cabeça deveria ter lembrado ao Álvaro que Portugal não é o "Eldorado" e que essa receita já está ultrapassada como forma de alcançar o desenvolvimento dum país. O "ouro", nos dias de hoje está nas energias renováveis, nas novas tecnologias, na ciência e na inovação.
É um facto que aposta nesses sectores era a política do anterior Governo e, só por sê-lo, o governo actual está impedido de  prosseguir por essa via, não só devido à estreiteza de vistas de Passos/Coelho, mas sobretudo, porque tal significaria a ratificação da política do Governo do "malvado" Sócrates.
Ainda assim, o Álvaro bem pode poupar-nos ao espectáculo deprimente de andar a exibir como grande feito o que mais não é que fogo de artifício. No século XIX, estou certo que uma tal exibição merecia fortes aplausos. Actualmente é um espectáculo banal que não suscita grandes entusiasmos e, quando é falso, como no caso, até pode causar repulsa.
(Imagem daqui)

terça-feira, 10 de julho de 2012

Quem te manda a ti, Álvaro, cantar de galo, antes do amanhecer ?


O anunciado investimento "gigantesco"  nas minas de ferro de Moncorvo já deu o que tinha a dar. Apenas e só parangonas nos jornais.
É pena, obviamente, porque a notícia de que tal investimento foi por água abaixo é má para a economia portuguesa que, como nunca, precisa de investimento estrangeiro. O desfecho, porém, talvez possa servir de lição ao Álvaro. É que não se deve contar com o ovo, enquanto galinha o não puser. Será que o Álvaro aprendeu, de vez, a lição? Duvido muito.
(Ilustração daqui)

sábado, 30 de junho de 2012

Um boneco

Santos Pereira
Se havia dúvidas sobre a personalidade do ministro a quem neste governo cabe a tutela da economia, do emprego, dos transportes e da energia, as peripécias à volta da eleição da nova administração da Metro do Porto são suficientemente esclarecedoras para as remover de vez. Dispenso-me de estar aqui a esmiuçar o lamentável episódio, porque o leitor, lendo esta notícia, tem à disposição matéria suficiente para julgar por si. Quanto a mim, atendendo ao que se passou, o ministro Álvaro não passa de um boneco que, pelos vistos, permite que o manipulem, desde que lhe permitam ficar em pé.
E também é verdade, sim, que há no governo alguém (falta saber quem) que não hesita em dar-lhe o tratamento de boneco.
 Fico, no entanto, sem saber o que é pior: se a permanência dum ministro "faz de conta" no governo; se a existência de alguém que no governo se entretém a mexer nos cordelinhos. No primeiro caso, bem se pode dizer este governo é uma casa de bonecos; no segundo, que o governo é uma loja de brincar. E francamente não sei qual das duas possíveis alternativas é a melhor.
(Imagem daqui)

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Azar o nosso


"A minha infinita simpatia pelo ministro Álvaro resulta de ele ser um azarado. Dir-se-ia que todas as forças do Universo se conjugam obstinadamente contra ele. Estivessem atentos os nossos autores de BD e já teríamos um Gaston Lagaffe à portuguesa.
O seu primeiro azar (conhecido) foi alguém ter dito a Passos Coelho quando este se preparava para formar Governo: "E se convidássemos para ministro da Economia aquele 'blogger' que faz uns "posts" muito giros e até escreveu um romance às cores?". O segundo foi ter aceitado o convite.
Daí para cá têm sido só azares, desastres e coincidências infelizes, do "cluster" dos pastéis de nata àquele seu secretário de Estado que julgava que o memorando da "troika" era para cumprir ou à feliz ideia do comboio de bitola europeia de Sines até França (é preciso ter azar: a Espanha tem bitola ibérica e o animoso comboio teria que levantar voo em Badajoz e só voltar a aterrar para lá dos Pirenéus). Até a "semper fidelis" UGT ameaçou há dias rasgar-lhe a sua obra do regime, desta vez um romance a preto e branco, dito Acordo de Concertação Social!
Agora que vivazmente se preparava para argumentar com a média europeia para reduzir ainda mais o valor das indemnizações por despedimento, veio o Eurostat lembrar-lhe que os custos do trabalho em Portugal já vão em menos de metade da média europeia e nem assim os seus queridos empresários são mais "competitivos". Eu ia à bruxa."
(Manuel António Pina;  Álvaro "Lagaffe", in JN

(O Álvaro é, de facto, um "azarado" com aspas, mas, sobretudo um pateta sem aspas. Por isso, o maior azar é o nosso por tê-lo como ministro, embora não seja caso único. Muito longe disso, a começar no 1º)

segunda-feira, 5 de março de 2012

Não se fique pela ameaça

Ó Álvaro, não se fique pela ameaça. Demita-se mesmo, se não quer ser visto como um capacho a que qualquer Gaspar pode limpar os pés. Gaspar ou Coelho.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O "Álvaro" não é pateta



Seguramente. Professor universitário em Vancouver (Canadá) o "Álvaro", ministro da Economia, não é, não pode ser, pateta. Tal não quer dizer que, com inusitada frequência, não se comporte como tal. Aí estão as suas ideias sobre as bandeirinhas ou sobre os pastéis para o comprovar. 
Estas "patetices" e outras que tais, para além de darem aso a um ou outro comentário mais jocoso, até poderiam passar em claro, se se desse o caso de a economia, área sob a sua tutela, estar já a dar algum sinal de animação, para já não falar em recuperação. Ao invés, porém, a economia não só não dá tais sinais, como, muito pelo contrário, está em acentuada recessão, com o desemprego a acelerar fortemente. 
É verdade que o "Álvaro", e o governo a que pertence, não têm que arcar com toda a responsabilidade por tal situação. É assim agora, como já o fora antes, embora os actuais governantes, "Álvaro" incluído, não o reconhecessem em relação ao governo anterior. Dêmos isso de barato. 
Todavia, o "Álvaro" e o seu governo, não podem muito simplesmente lavar as mãos, como se a sua política excessivamente recessiva (melhor dito: de empobrecimento) não fosse, de todo, para aqui chamada, porque tal, muito simplesmente, não é verdade. O "ir além da troika" é da responsabilidade deste governo e de mais ninguém.
O pior, porém, nem é este "lavar das mãos". O que, com toda a franqueza, não me agrada  mesmo nada, é a atitude do ´"Álvaro", useiro e vezeiro em lançar as culpas para o Governo antecedente.
Vem esta conversa a propósito da última tirada do "Álvaro" sobre o "tsunami do desemprego". Diz ele, sacudindo a água do capote, como é hábito, que o "tsunami do desemprego" foi lançado bem antes do actual governo entrar  em funções. 
Admitindo que se trata dum "tsunami", há um facto que nem o "Álvaro" pode negar. É que o "tsunami" ganhou uma força que não tinha dantes. O novo ímpeto do "tsunami", agora que o desemprego atingiu 13,6% (batendo largamente o anterior que o "Álvaro" lançou à cara dos deputados socialistas durante um debate na Assembleia da República) não é da responsabilidade do Governo anterior.
É da tua responsabilidade, "Álvaro" e deste governo.
Ou será que tu, "Álvaro", não vês aquilo até um pateta, que não tu, obviamente, consegue ver?
(imagem daqui)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Como é que ainda ninguém se tinha lembrado disto?

A imagem de Portugal no exterior foi afectada pela crise da dívida? Parece que sim, segundo o ministro da Economia, dos Transportes (e não sei que mais), mas não é problema para o qual o "Álvaro" não tenha solução. A crer no que ele diz, a solução passa pela exportação dos pastéis de nata, sem esquecer, naturalmente,  as bandeirinhas postas em tudo quanto é artigo de artesanato.
É com uma "anedota" destas que vamos assistir à recuperação da economia portuguesa? Esperem por isso. De preferência, sentados.
(imagem daqui)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Recorde homologado

Mais um recorde de que a Comissão Liquidatária presidida por Passos Coelho se pode "gabar": segundo os dados do Eurostat, a taxa de desemprego em Portugal, voltou a subir em Novembro, atingindo o máximo histórico de 13,2%, percentagem que equivalerá a 731 mil pessoas, pelo menos. E não vamos ficar por aqui, pois de acordo com as previsões da Comissão Europeia, a taxa de desemprego em Portugal vai atingir os 13,8%, números que deveriam fazer corar de vergonha o candidatado a primeiro-ministro que durante o debate com José Sócrates, antes das últimas legislativas, se fartou de lançar à cara do seu oponente o número 700 mil desempregados, número por ele inflacionado, porque, oficialmente eram menos.
Do Álvaro, a quem, como ministro da Economia, cabe levar o troféu para o Conselho de Ministros, é melhor nem falar, pois não fica bem bater em "mortos".
Triste sorte a nossa...

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Qual é, afinal, "o elo mais fraco"?

Saraiva, porém, está manifestamente equivocado, pois se ele desculpa o Álvaro por ter "nas mãos um super-ministério, “um verdadeiro mastodonte”, então o "elo mais fraco" só pode ser o responsável pela orgânica do actual governo: Passos Coelho. Este sim é que é "o elo mais fraco", dum governo, todo ele, fraquíssimo.