segunda-feira, 14 de julho de 2008
Perplexidades !
domingo, 13 de julho de 2008
Eu é que ...
Oxalá !

Oxalá se concretizem tão bons propósitos, digo eu.
Que não seja o caso ...

Há bens que vêm por mal?

sábado, 12 de julho de 2008
Há sempre uma desculpa...
O país do mexerico .. e da impunidade

Citações # 11
É preciso "lata"!
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Bem-vindo !

O consumismo é o culpado ?

quinta-feira, 10 de julho de 2008
Lisboa e a "Outra Banda"
(Mais casas em ruínas na frente ribeirinha de Cacilhas)
(Morro de Cacilhas e prédio no início da Av. 25 de Abril)
(Morro de Cacilhas)
À beleza da cidade de Lisboa e da Ponte 25 de Abril, vistas de Cacilhas, responde na "Outra Banda" o desleixo, a degradação e um urbanismo deplorável que as imagens documentam e que qualquer visitante pode comprovar. As imagens reproduzidas não são mais que uma pequena amostra do estado em que toda a frente ribeirinha de Cacilhas se encontra. É que a degradação é tanta que é raro o edifício que não está em ruínas e em risco de ruir. E, no entanto, há pessoas que ali moram, em péssimas condições de segurança e de higiene: Não é raro encontrar animais mortos e lixo com fartura.
Lamentavelmente, a frente ribeirinha de Cacilhas, que tem condições naturais privilegiadas, foi transformada, pelo desleixo, num local a evitar e, nesse estado tem sido mantida pela incúria dos homens.
Belos postais se deparam a quem, vindo de Lisboa, se prepara para visitar Almada!
(As imagens podem ser ampliadas, clicando sobre elas)
Lá gatilho leve têm eles..

Temos rumo...

Entre Cila e Caribdis
Pressionada a economia pela alta das matérias prima (em particular pelo preço do petróleo e pelos preço dos bens alimentares), apertado o Governo pelas mesmas razões, pelas forças sociais, e entalado à direita e à esquerda pelos partidos políticos, José Sócrates tenta uma saída, por entre os escolhos. Disparar em todos os sentidos

quarta-feira, 9 de julho de 2008
Impunidades...
Segundo Carlos Tavares, presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o modelo de governação do BCP não é o adequado e eu diria que o modelo da supervisão ou, pelo menos a praxis dos supervisores, também não, pois a verdade é que, quer a CMVM, quer o Banco de Portugal, em todo o caso do BCP mais não têm feito que andar a reboque.E, já agora, qual a justificação para a cobrança ? É pelo facto de os bancos fazerem o favor de guardarem o dinheiro dos clientes, dir-se-á. Mas sendo assim, a que título é que os bancos deixaram de pagar juros pelo dinheiro que os clientes depositam em contas à ordem ? Será que não se servem dele para cobrarem juros que nalguns casos são muito superiores a 10% (caso do crédito ao consumo) ?
Quem não arrisca não petisca...
