Mostrar mensagens com a etiqueta professores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta professores. Mostrar todas as mensagens

domingo, 11 de junho de 2023

Desgraçado país!

Professores?
Quem se manifesta desta forma pode, eventualmente, ter qualificação para qualquer outra coisa: borrador de cartazes, por exemplo. Nunca para ser professor. Gente sem um mínimo de educação e de vergonha é o que esta e outras imagens relativas ao mesmo acontecimento revelam. E está a educação deste país entregue a gente reles como esta?  Desgraçado país!
(imagem: fonte)

terça-feira, 21 de outubro de 2014

É normal ?

E respondo: com Passos Coelho arvorado em primeiro-ministro a "acertar" em Nuno Crato como ministro da Educação, não só é normal, como, está visto, é inevitável.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

O matemático não sabe fazer contas?

Nuno Crato, "matemático e estatístico" é o actual ministro da Educação. Não obstante a sua formação  e especialização, recusou-se terminantemente, no Parlamento, a responder ás insistentes perguntas da deputada Ana Drago sobre  quantos professores contratados ficarão fora do ensino no próximo ano lectivo, alegando que precisa de "saber os horários que vêm das escolas e o número de alunos que se matricula
Estranha afirmação na boca dum especialista em matemática e em estatística.  Tão estranha a pontos de nem sequer ser lícito admitir que não saiba a resposta, uma vez que ele é, por um lado, o responsável pela carga horária dos diversos cursos e graus de ensino e, por outro lado, dispõe certamente de dados que lhe permitem saber, com grande precisão, qual o número de alunos que se irão a matricular. Seria absurdo supor o contrário, a menos que se considere que o ministério da Educação é um campo onde se vive sob o signo da irresponsabilidade e onde impera a maior das desorganizações.
 Não vou tão longe e por isso, a recusa só pode ter uma explicação possível: é politicamente inconveniente, nesta altura em que o desemprego atingiu já números verdadeiramente alarmantes, ficar a saber-se quantos milhares de professores vão engrossar a multidão dos desempregados.
Admitir como verdadeira a sua afirmação de que não sabe, seria o mesmo que presumir que o matemático não sabe fazer contas e que o actual ministro da Educação está a precisar de voltar aos bancos da escola.
Nessa não caio eu!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Um namoro que deu para o torto

Como toda a gente se lembra, a Fenprof do comissário Mário Nogueira e a FNE andaram de namoro com o PSD, durante as duas últimas legislaturas. Agora o namoro deu nisto: os senhores professores vão ter que "gramar" as quotas,  segundo o ministro da Educação, Nuno Crato e o que é mais grave é que, ainda de acordo com o ministro, " haverá bastantes professores não contratados e é possível que haja muitos com horário zero". 
Lição a tirar: quando os parceiros não são de fiar, não é de admirar que o namoro dê para o torto. 

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Sobre "roubo" e "extorsão"

Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) não perde uma oportunidade para qualificar de "roubo", os cortes nas remunerações dos professores aplicados na sequência da aprovação do Orçamento de Estado, cortes que afectaram não só os professores, mas também todos os trabalhadores da administração pública com vencimentos acima dos 1.500 euros. E não só, pois foram também afectados os agentes políticos em geral e os trabalhadores das empresas públicas.
Imaginemos, entretanto, o que sucederia se as acções que a Fenprof se propõe patrocinar viessem a obter ganho de causa. É certo, antes de mais, que a alguém teria que ser exigido o pagamento da importância equivalente ao ganho que viesse a ser obtido pelos patrocinados da Fenprof. À partida, só vejo, em alternativa, ou cumulativamente, duas vítimas potenciais: os beneficíários de prestações sociais ou/e os habituais contribuintes cumpridores. Isto, porque estaria fora de questão enveredar por outra via que não fosse a redução do défice das contas públicas, a menos que se considerasse aceitável a declaração do Estado em situação de bancarrota, resultado que, estou em crer, nem o senhor Nogueira desejará, tão graves seriam as consequências.
Ora, isto significa que para dar a uns (aos professores) o Estado teria que tirar o equivalente a outros e já vimos quem seriam. Toda a gente sabe que teria de ser assim e a Fenprof e o senhor Mário Nogueira também não o ignoram. O resultado, no entanto, não os incomoda, pois até o defendem e promovem.
Só que, sendo assim, utilizando a terminologia de Mário Nogueira, tecnicamente inadequada, sem dúvida, poder-se-á dizer também, com a mesma falta de rigor técnico, que, se os cortes nas remunerações dos professores são um "roubo", forçar alguém (neste caso, o Estado) a tirar a uns para dar a outros, recorrendo a qualquer meio, é uma forma de "extorsão". E se quem "rouba" é "gatuno", quem promove a "extorsão" não será "extorsionário"?
Mário Nogueira gostaria que as eventuais futuras vítimas lhe vestissem esta pele?
Estou certo, por um lado, que Mário Nogueira não apreciaria ser tratado como tal e, por outro, estou esperançado que não irá ser necessário vestir-lhe a pele. É que julgo que ainda há quem seja capaz de fazer justiça.
Do que também estou certo é que um professor que usa uma tal terminologia não é um educador. Como lhe cumpria ser, se fosse um verdadeiro professor. Que não é, pois de professor usa apenas o nome.

sábado, 19 de junho de 2010

Profissionalismo exemplar, pois claro !

"Professores metem baixa para evitar ver exames" (na primeira página do "Expresso" de hoje, onde também se adianta que o "Júri Nacional garante que a apresentação de atestados é 'recorrente e sistemática').
Por estranho que  possa parecer ainda não vi, nem o Mário Nogueira, nem o professor Guinote, a comentar tão "excelente" exemplo de profissionalismo e, em boa verdade, também ainda não dei conta de que da parte da comunicação social tenha havido alguma diligência para obter da parte de tais personagens alguma explicação, sabendo-se que a dita comunicão social costuma cobrir toda e qualquer iniciativa da Fenprof, com extrema solicitude. Bem se pode dizer que o profissionalismo de uns (professores) tem o seu equivalente no profissionalismo dos outros (jornalistas). 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

De soldado a general

Com os resultados hoje revelados pela ministra da Educação, segundo a qual 83 por cento dos professores foram classificados com Bom no último ano lectivo é fácil concluir que, com as propostas dos sindicatos dos professores (sem quotas na avaliação e progressão independentemente de vagas) qualquer soldado que marche, embora mal, chega sempre a general.
Para quê, pois, gastar tempo e dinheiro com uma avaliação "faz de conta" que para nada serve? Só para enganar tolos?
Dispenso.
(Publicado também em "A Regra do Jogo")

sábado, 5 de dezembro de 2009

Em defesa da escola pública ?

A dupla recusa da Fenprof em aceitar a fixação de quotas para as classificações de mérito e a dependência da progressão na carreira docente da existência de vagas, significa que a referida estrutura sindical pretende um estatuto exclusivo para o ensino básico e secundário e diferenciado em relação à restante administração pública, incluindo o ensino superior, onde existem, quer a fixação de quotas, quer a progressão em função das vagas. Nestes termos, qualquer que seja o modelo de avaliação, fica patente a pouca relevância atribuída ao mérito para efeitos de progressão na carreira, uma vez que, por inércia, por comodidade, ou por qualquer outra razão, todo corpo docente duma escola pode acabar por integrar o clube dos "melhores".É o que se verifica lá onde não há o regime de quotas.
Esta posição mostra, a meu ver, que a proclamada defesa da escola pública e da sua qualidade, por parte da Fenprof, não passa de uma mistificação. Não se vê, com efeito, como é que se pode prosseguir a qualidade da escola pública se não for premiado o mérito dos docentes. O "somos todos bons" pode ser vantajoso para os maus professores, ou para os medíocres. Seguramente que para os bons professores não é estimulante e, não o sendo, é óbvio que é prejudicial para os alunos e para o sistema de ensino. E, em última análise, para o país.
(Também publicado em A Regra do Jogo)

sábado, 19 de setembro de 2009

Professores? Duvido

Professores? Duvido. Quem profere tais dislates aparenta mais ser tolo do que professor.
Os verdadeiros professores (e alguns eu tive) jamais subscreveriam uma tal frase.

sábado, 14 de março de 2009

Exibição de folclore

Depois das manifestações e das greves, uma exibição de folclore !
Uma sequência com imaginação!
Diria mais, imaginação transbordante e a tal ponto que até pode dar origem a um crachá ainda mais interessante: "Contra as corporações, voto PS".
Que tal ?
(reeditada)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Por uma vez ...

... "toda a minha gente" pode estar a falar verdade, nesta história da entrega dos objectivos individuais no âmbito do processo de avaliação de desempenho dos professores. Para o Ministério da Educação "a maioria" dos professores entregou os objectivos individuais. Os sindicatos garantem, por sua vez, que "dezenas de milhares" não o fizeram.
Mesmo que o facto seja irrelevante, manda a verdade que se diga que é bem possível que, neste caso, ambas as partes tenham razão. Só que, se o Ministério tiver razão, ou seja, se a maioria tiver entregues os objectivos individuais, os sindicatos, que se opuseram frontalmente a essa entrega, averbam, para já, uma derrota. É o que acontece, com frequência, aos megalómanos.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Professores e mentores

Os movimentos independentes (liderados por "professores e mentores") fizeram um apelo à realização de uma greve por tempo indeterminado até que o Ministério da Educação ceda nas questões da avaliação e estatuto da carreira docente.
Julgava eu que na luta dos professores, contra o Ministério da Educação e contra a avaliação, já tinha visto tudo. Afinal, não!
Para quem anda a fazer peditórios, ousar propor uma greve por tempo indeterminado, é de gente valente. Só pode !

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

APEDE ou PEDE ?

Não se percebe como é que uma associação tem necessidade de pedir dinheiro para pagar o aluguer duma aparelhagem (de som, presumo). O pedido é tão caricato que só faz sentido se a APEDE não for mais que um simulacro de associação. Tire-se, pois, o "A" à APEDE e ficará PEDE (Professores e Educadores em Defesa do Ensino) e obter-se-á uma perfeita consonância entre a sigla (PEDE) e a acção (PEDIR).

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

À falta de melhor ...

Já se sabia que ser professor é uma profissão exigente e que a actividade docente não é exercida por muitos como primeira opção de vida profissional. Mesmo assim, os números revelados pelo Estudo do Observatório da Avaliação de Desempenho, onde se conclui que cerca de 75 por cento dos professores mudavam de profissão se tivessem alternativa, são surpreendentes, mesmo admitindo que os números se encontram inflacionados pelo actual clima de conflito que reina nas escolas. Um ensino, com tanta gente desmotivada e pouco vocacionada para a função, nunca poderá ser um ensino de qualidade. Isso é óbvio. Como remediar a situação é que já não será tão fácil, pois, não obstante a existência de numerosos peritos em educação, ainda não foi possível, pelos vistos, encontrar a solução.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Meditação das sextas-feiras

Hoje, sexta-feira, é dia de mudar de "via sacra", pelo que iremos contemplar:
(I Estação)

(II Estação)

(III Estação)

(IV Estação)

(V Estação)

Fiquemos por aqui que a "via sacra", como é sabido, é muito cansativa e já temos o suficiente para meditação.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Ao que se chegou ! (II)

Para se ver até que onde pode chegar a luta de alguns professores recomenda-se uma visita aqui , se ainda estiver acessível.
Professores a denunciar colegas: Onde é que já se viu disto ?
Resposta: os comentários do sítio, dão algumas pistas.
(Reeditada)