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domingo, 18 de junho de 2023

Põe-te a pau, Montenegro !

O teu pessoal não está mesmo nada satisfeito contigo! E, pelos vistos, disposto  a "acreditar" em ti, nem pensar !

Se tens dúvidas, repara bem no último parágrafo do editorial da luminária que é director (vá-se lá saber por que bulas!) do semanário Expresso: "O PSD tem o dever [repara bem: o dever!] de se posicionar como alternativa, mas para isso não basta existir, é preciso trabalhar. Se Montenegro acha que que pode fazer como Durão Barroso e que lhe bastar esperar que lhe entreguem o cargo de primeiro-ministro, está muito enganado. Antes disso terá de enfrentar as eleições europeias de 2024. E muitos dentro do partido não lhe perdoarão um resultado 'poucochinho'. Algo bastante provável se continuar a fazer o que fez até agora... Nada!"

Que cuidados e mimos, os deste director !

O que tens andado a fazer, Montenegro, para levares uma reprimenda destas ? Andas a dormir na forma, ou quê? Com directores de jornais como este, que não passa de réplica de tantos outros, para ganhares (seja lá o que for) basta manter-te em pé. Mexe-te, pá!

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

O "Expresso" noticia?

- Desconfia.
De facto, como se prova  com "acordo" noticiado no último sábado (v. imagem supra), é mesmo caso para desconfiar. E, infelizmente, os casos são cada vez  mais frequentes.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

«"Bum!" ou "pfff..."?»

«O "relatório-explosivo", como lhe chamou o Expresso: "Bum!" ou "pfff..."? Sobre o assunto vou fazer um relatório mais seco, não acusarei ninguém, como o relatório original, de "ligeireza, quase imprudente", nem de "declarações arriscadas e de intenções duvidosas", nem de "arrogância cínica". Quando eu faço um relatório, relato, não relaxo. Guardo aquelas palavras para quando fizer um romance manhoso, ou talvez as substitua por palavras como "pernóstico, pancrácio e deliquescência", como sempre sonhei usar num romance manhoso. O que é um romance manhoso? É uma coisa com frases espevitadas, daí o pernóstico, que se colocam num editor simplório, daí o pancrácio, de ficção científica, daí a deliquescência. Esta sendo, como se sabe, a propriedade de alguns corpos de absorver a humidade do ar e nela se dissolverem - como foi o caso do relatório que agora relato. Derreteu-se. Num sábado, nas parangonas; horas depois, escafedeu-se. Ninguém para quem ele relatava o viu! Não deve haver drama maior para um relator - mais do que relatar em vão, relatar para ninguém. Claro, foi em julho, na estação em que tudo se evapora. Regressou a uma semana de eleições, na estação em que tudo surge. Teoria da conspiração? Não, conspiração mesmo.  (...)»
 (Ferreira Fernandes: "Tudo sobre o relatório de Tancos" Na íntegra: aqui)

Sem dúvida: pfff...!

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Um rapaz com falta de assunto


O director dum semanário como o "Expresso" a dissertar sobre a justeza da condecoração de Barroso por Cavaco, invocando em abono da sua tese que "Formalmente Portugal tem obrigação de reconhecer [sem mais] o trabalho de Durão barroso (sic) em Bruxelas" e que "as democracias assentam em muitas formalidades" é porque, manifestamente, é um rapaz com falta de assunto.
Aparentemente, Ricardo Costa dá sinais de que está a precisar, também ele, de ser "condecorado" com uma qualquer sinecura, porque como director do "Expresso" já terá dado o que tinha a dar.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Enganar


Vou um pouco mais longe que o Fernando Madrinha (hoje, no Expresso): a estratégia de comunicação deste governo não se resume a "confundir e baralhar" o que, só por si, já significaria estarmos perante uma estratégia deplorável e reprovável, mas ao "confundir e baralhar" há que acrescentar o "aldrabar". Sem esta componente, o governo não teria o sucesso que tem tido em alcançar o objectivo que prossegue, desde a primeira hora: ENGANAR.

O pensar (?) dum "rapazola" que, por certo, não pensa chegar a velho


As "duas certezas" são reveladas na edição de hoje do "Expresso" pelo jornalista João Garcia.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Texto que um jornalista nunca escreveria

Este, da autoria de um tal Martim Silva que, logo em título, garante que "Governo de Sócrates quis fazer swap de Pais Jorge". 
O texto nunca seria escrito por um jornalista digno desse nome, porque vê-se a milhas que não passa de um "frete" feito a este governo em rápida desagregação e não é mais que uma patranha sem pernas para andar.
Para se chegar a tal conclusão basta atentar que, se o Governo de José Sócrates tivesse querido fazer o tal swap, tê-lo-ia feito, pois não havia ninguém que estivesse em condições de o impedir.
Não será assim, Martim? 

sábado, 1 de junho de 2013

Negócios de amendoins

Na coluna "Altos e Baixos" na 2º página do caderno de Economia do "Expresso" de hoje um tal Vítor Andrade eleva Paulo Portas às alturas só porque, em resultado da concessão de vistos "gold" a quem se disponha a aplicar capitais em Portugal, (uma medida que o próprio "colunista" afirma ter sido encarada como "uma coisa com piada") já deram entrada 20 milhões de euros.
Estranha-se um tal entusiasmo, quando as necessidades de financiamento da economia portuguesa se cifram em muitos milhares de milhões de euros. Num tal universo, é óbvio que a referida quantia de 20 milhões de euros não passa de uma migalha que está longe de merecer qualquer destaque. A medida pode ser, de facto "uma coisa com piada", mas não mais do que isso. Nem é preciso sequer forçar a nota para se poder afirmar que se trata de um negócio de amendoins.
Ainda assim, ficamos sem saber se o "negócio" não é o equivalente àquele em que alguém oferece um chouriço,  em troca de um presunto.
Por falar nesta "coisa com piada", veio-me à lembrança um outro muito elogiado "negócio" patrocinado pelo mesmo Portas, aquando da sua visita ao Japão. Atribuiu-se, na altura, ao "ministro dos Negócios no Estrangeiro" o mérito de ter conseguido uma encomenda de carne de porco, tendo o feito merecido amplo destaque na comunicação social.
Suponho que tal "negócio" deve ir de vento em popa, embora  nunca mais se tenha falado no assunto e, pelo que se sabe, a  celebrada encomenda ainda não tenha tido reflexos no aumento das exportações.
Perante "estórias" como estas, não pode deixar de surgir a dúvida sobre se não estaremos perante casos de publicidade enganosa, com factura endossada aos contribuintes que, seguramente, não será paga com com sacos de amendoins.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O veneno, tal como no escorpião, está na cauda

A reportagem, dita "investigação", publicada na Revista do "Expresso" do último sábado sobre "A nova vida de Sócrates em Paris" (que, na capa, passa de "nova" a "misteriosa"), já mereceu mais que um comentário e já a vi muito justamente qualificada de sórdida. Eu prefiro, no entanto, classificá-la como venenosa, porque o veneno está lá e, tal como no escorpião, o veneno está na cauda. 
Já que chamo ao palco o escorpião, também cabe invocar aqui a fábula do escorpião, pois vem mesmo a propósito. De facto, um semanário, dito de referência, que desce ao nível dum jornal de sarjeta, arrisca-se a ser a principal vítima da sua "ferroada", por perda de credibilidade. Se não é por força da "natureza" do escorpião, é por força da "natureza" das coisas. E atenção: "ferroadas" destas, várias vezes repetidas, podem ser fatais.

(imagem daqui)

sábado, 17 de dezembro de 2011

Oh que giro!





Destaques:


Governo lança pacote
de reformas mas espera
forte contestaçã
Em seis meses,  este governo já bateu o recorde dos "pacotes". E não gostavam eles de pacotes. Olha se gostassem!


“Magalhães”
entra no México
A JP Sá Couto ganhou três
concursos para vender o computador “Magalhães” no Mé-
xico. Contactos mantidos pelo primeiro-ministro português com o Presidente do Mé-
xico, na recente Cimeira Ibero-Americana, foram determinantes para o negócio.
A propósito, não foi este senhor quem andou por aí a "gozar" com o "Magalhães" ?


RANGEL EMPURRADO
PARA TRAVAR MENEZES
NA CÂMARA DO PORTO
Rui Rio não quer Menezes
a suceder-lhe nas
próximas autárquicas
PSD: uma família muito unida!