(Citação e foto daqui. Créditos da imagem supra: TIAGO PETINGA/LUSA)
quarta-feira, 31 de maio de 2023
Saberá, Mariana Mortágua, o significado da palavra "vexame" ?
domingo, 28 de maio de 2023
Modéstia não é o seu apelido do meio
segunda-feira, 6 de dezembro de 2021
"Não é com vinagre que se apanham moscas"
segunda-feira, 15 de novembro de 2021
Catarina e o "papão".
Em boa verdade, a "maioria absoluta" transformada em "papão" para assustar eleitores de esquerda não é discurso exclusivo do Bloco (BE). O PCP afina pelo mesmo diapasão e vai pelo mesmo caminho, o que, diga-se, não é caso para estranhar porque, neste particular, o interesse das duas forças políticas é coincidente.
Catarina Martins é, neste caso, chamada ao título que encabeça o texto, porque é ela quem vai mais longe e quem melhor exprime o sentimento (comum aos dois referidos partidos políticos) de repúdio da "maioria absoluta" que hipoteticamente poderia vir a beneficiar o PS nas eleições legislativas já marcadas para o dia 30 de Janeiro. De facto, vai tão longe que se atreve a comparar a eventual "maioria absoluta do PS" com um "poder absoluto". afirmação que a deputada não pode deixar de saber que é um completo absurdo.
Com efeito, qualquer deputado, para não dizer qualquer cidadão minimamente informado, sabe que no regime que actualmente vigora em Portugal, como em qualquer regime democrático, não há nenhum órgão de soberania que tenha "poder absoluto" ou que possa sequer sonhar em tê-lo. Desde logo, como é evidente, porque o poder de qualquer órgão de soberania está sujeito à limitação dos mandatos. No caso do Governo muito menos se pode falar em tal, pois depende e responde, quer perante a Assembleia da República (AR) que não só o pode demitir mediante a rejeição de uma moção de confiança ou através da aprovação de uma moção de censura, como pode revogar a legislação dele emanada, quer perante o Presidente da República (PR) que também o pode demitir, ouvido o Conselho de Estado e pode vetar toda a legislação que dele venha. Acresce que a actuação do Governo tem ainda as limitações decorrentes de amplo controlo jurisdicional a cargo dos tribunais, incluindo o Tribunal Constitucional.
Perante este panorama de limitações, aqui elencadas breve e resumidamente, é difícil conceber que alguém conhecendo todo este condicionamento da actuação do Governo, possa, de boa fé, comparar e confundir "maioria absoluta" com "poder absoluto".
Finalizando: "Mentir é feio" e nem sempre tal facto é isento de consequências. É provável que venha a ser o caso.
(Reeditado o título)
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Grandes (e gratas) emoções
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Interessantes dias
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Um recado oportuno (com dedicatória)
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Dupond e Dupont
terça-feira, 16 de julho de 2013
Apesar de tudo, um bom sinal
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
A "fé" de Rosas tem razões que a razão desconhece.
Aprendi em miúdo que "a fé move montanhas", mas, apesar do decorrer dos anos, nunca me foi dado assistir a tal fenómeno.
Será que a "fé" de Rosas vai ter força suficiente para derrubar o governo de Passos, Gaspar, Portas & Cª e conseguir o "milagre" dum "governo de esquerda, queira ou não quer o PS".
Estou ansioso por ver o milagre acontecer. Sinceramente.
(reeditada)
domingo, 11 de novembro de 2012
Namoros, convenção e ciúmes
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Bloco, ou nem por isso ?
sexta-feira, 27 de maio de 2011
"Ensaio sobre a cegueira"

segunda-feira, 23 de maio de 2011
Uma vitória de "coissísima" nenhuma
Será que, ao falar em consenso, o Bloco quer significar que abandonou a sua tese e alinha agora com os partidos que aceitaram a negociação da "ajuda" financeira externa ?
Não acredito, mas admitindo que é essa a leitura correcta das palavras de Louçã, então estaríamos de facto perante um consenso. Só que, em tal tal caso, o que Louçã teria para apresentar não era "a maior vitória política do Bloco" mas antes a derrota mais rotunda. Das suas teses, claro está.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Louçã versus Passos Coelho
domingo, 8 de maio de 2011
Megalomania
Com efeito, como é que o Bloco se propõe formar um Governo de esquerda, quando todas as sondagens conhecidas lhe atribuem uma acentuada diminuição nas intenções de voto e quando o ódio a Sócrates (que só tem paralelo no PSD de Passos Coelho) tornam impossível qualquer aproximação ao PS ?
(Reeditado)
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Fazer o mal e a caramunha
Louçã esquece que, com a rejeição do PEC, as notações da dívida da República desceram em catadupa e os juros subiram num ápice, atingindo valores incomportáveis.
Louçã pode ter fraca memória, mas eu, por exemplo, não esqueço.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Hipocrisia versus cobardia
Gente "corajosa" esta !

