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segunda-feira, 11 de março de 2024

Festejos breves

 

Estou em crer que serão breves os festejos dos militantes e simpatizantes da AD relacionados com os resultados saídos das eleições que ontem tiveram lugar.
Luís Montenegro, em particular, tem poucos ou nenhuns motivos para festejar, pois, como provável primeiro ministro a indigitar por Marcelo (o pai do desastre consumado) já tem na mão um bom punhado de castanhas prestes a estalar.
Mesmo que se disponha a satisfazer as reivindicações de professores, polícias, guardas, médicos, enfermeiros e tutti quanti, duvido que venha a ter condições para se aguentar perante a tormenta que se avizinha e adivinha. É que, por muito larga que seja (e é) a herança herdada dos governos socialistas, esta não é ilimitada, ao passo que as exigências dos reivindicantes não têm limites. Ou melhor dizendo, têm como limite o céu. Nunca alcançável, porque o céu não existe.
(Na imagem, Luís Montenegro, presidente do PSD e lider da AD)

terça-feira, 5 de março de 2024

Votando AD, vota Chega

Estou em crer que, por uma vez, Ventura diz a verdade: “se houver uma maioria de direita, mesmo com o PS a vencer as eleições, haverá um governo à direita” formado pela AD e pelo Chega, garantindo Ventura contar desde já com o apoio das “forças vivas do PSD”, incluindo nas ditas forças: "Miguel Relvas, Rui Gomes da Silva e Ângelo Correia e o próprio Passos Coelho".
Concluindo: no próximo dia 10 quem votar AD também vota Chega. Não tenho a menor dúvida sobre isso. Ainda estamos a tempo de evitar a desgraça!
(Citações daqui)