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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Licença para gastar!

Em ano de eleições, Passos Coelho, o tal que afirmou que os portugueses andavam a viver acima das suas possibilidades, resolveu, para não se "lixar" nas eleições, dar licença para gastar. E à grande: Poupança das famílias cai para mínimos históricos.
Entrementes, com a "licença para gastar", lá se foi o único sucesso de que o governo Passos/Portas se podia, legitimamente, gabar: o excedente externo, verificado nos primeiros anos desta legislatura que, como sempre se afirmou, era nem mais. nem menos do que  o resultado da  política de austeridade "custe o que custar" que lançou centenas de milhares  de portugueses na pobreza e pôs milhões de portugueses a pão  e água. 
Com a "licença para gastar" foi um ar que lhe deu. Ao excedente.
Não era Passos quem dizia "Que se lixem as eleições" ? Ou era o Coelho?
Certo, certo  é que a afirmação não passava de mais uma balela de Passos Coelho.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Isso é que era bom: Sol na eira e chuva no nabal!

Gaspar reduziu os incentivos à poupança, mas, mesmo assim, admira-se que os portugueses (com um rendimento disponível cada vez curto) poupem menos que a média europeia.
Querias, Gaspar, sol na eira e chuva no nabal ? Isso é que era bom!

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Será que sim ?


Em relação às poupanças parece não haver motivo para duvidar, pelo menos em relação às pequenas poupanças, dada a existência do Fundo de Garantia. Já quanto à resistência das instituições financeiras não tenho tanta certeza, embora se deva reconhecer que, até ao momento, ainda nenhuma delas deu sinais de estar em dificuldades.
Será que a pequena dimensão do nosso mercado e a excentricidade da nossa economia, em relação à economia global, por uma vez, vão ser factores a nosso favor ? Há quem diga que sim. E será que, afinal, a supervisão prudencial, a cargo do Banco de Portugal, funcionou? Esperemos que o futuro confirme uma coisa e outra, embora seja pouco credível que os nossos bancos não tenham também em carteira alguns produtos "tóxicos".
(A ilustração é daqui)