quinta-feira, 18 de julho de 2024

Navegando por águas...

 ...do Tejo, há muito navegadas, ao encontro de Lisboa (Terreiro do Paço) ...





... onde, paciente, nos aguardava D. José I, "rei de Portugal e dos Algarves", montando o seu não menos paciente cavalo, pois dele não desmonta, há séculos.

segunda-feira, 15 de julho de 2024

Um erro (de escolha) clamoroso

Erros de escolha qualquer pessoa os comete e, obviamente, também um primeiro-ministro está sujeito a cometê-los. Erros clamorosos, porém, já não estão, ou não devem estar, ao alcance de todo e qualquer um. E no caso de um primeiro-ministro o erro clamoroso é mesmo intolerável, dadas as graves consequências do erro. No actual governo liderado por Luís Montenegro, os erros de escolha de responsáveis ministeriais não são incomuns, muito pelo contrário, mas para já e até mais ver, fiquemo-nos pela escolha de Ana Paula Martins para ministra da Sáude que essa é, verdadeiramente, um erro que até brada aos céus. 

Não vou perder tempo com os dislates que a senhora profere de cada vez que se dispõe a falar, nem as as vezes em que, sistematicamente, se vê obrigada a rectificar declarações anteriores, tal como me dispenso, porque os factos são do conhecimento geral, de referir as peripécias com demissões e nomeações em catadupa.

Uma coisa parece certa:  Luís Montenegro pode ter visto no currículo da actual ministra dados, que do seu ponto de vista, justificariam a escolha. Entretanto, o resultados dessa escolha estão à vista: se o SNS já não respirava muita saúde, hoje caminha-se para o caos. O INEM é apenas e só o caso mais gritante.

(imagem supra da ministra obtida a partir do portal do XXIV Governo da República Portuguesa )



quinta-feira, 20 de junho de 2024

Secretaria de Estado da Imobilidade

 "Cristina Dias é secretária de Estado da Mobilidade, Alexandra Reis foi secretária de Estado do Tesouro (por uns dias apenas), a atual governante foi administradora da CP, recebeu 80 mil euros para sair da empresa pública por decisão própria e foi, nesse momento, para uma entidade reguladora. Já Alexandra Reis foi ‘despedida’ da administração da TAP, recebeu uma indemnização de 500 mil euros e passados uns meses foi convidada para a gestão de outra empresa pública, a NAV."

"Cristina Dias ou Alexandra Reis, qual é o caso mais grave?", pergunta em artigo aqui publicado, o jornalista António Costa que é também o autor do extrato publicado supra, integrante do mesmo artigo.

Independentemente de um caso ser mais grave do que o outro (ponto muito questionável, onde é possível aduzir argumentos num sentido e noutro, usque ad infinitum), os dois casos são considerados graves, pelo menos do ponto de vista ético, a merecer, consequentemente, tratamento idêntico ou semelhante. Dissemelhante é que nunca!  

Alexandra Reis, como se sabe, no seguimento das notícias sobre o seu caso, não só cessou funções como secretária de Estado do Tesouro, como devolveu a indemnização que lhe tinha sido atribuída pela administração da TAP.

Ao invés, Cristina Dias, não parece disposta a demitir-se e, estranhamente, também não parece haver da parte do actual governo qualquer manifestação no sentido de a pressionar a tomar tal decisão. O que é estranho visto que o PSD que lidera o actual governo esforçou-se, à outrance, por tirar dividendos do caso Alexandra Reis. É verdade que, em política, para algumas gentes, a noção de moralidade é muito elástica. O que era imoral ontem, deixou de o ser hoje, se tal for "conveniente". Mesmo assim há limites e não parece que este governo e o PSD os respeitem.

É claro que Cristina Dias tem todo o direito de se defender e apresentar os seus pontos de vista, mas não venha dizer que, querendo sair da CP para ir assumir outras funções muito melhor remuneradas, é moral ir pedir à empresa donde se quer sair um prémio de cerca de 80 mil euros. Moral não é, senhora secretária de Estado e a verdade é que o vulgar cidadão não compreende o duplo critério para situações que, não sendo completamente iguais, são, no essencial, idênticas. Trata-se, em ambos os casos, do recebimento de, como já alguém disse, "bónus indecentes". Logo, imorais. 

*

Já agora, seja-me permitida uma pitada de humor (certamente não conseguido, como é hábito, pelo que, do facto, peço imediata desculpa), mas não resisti: A secretaria de Estado que Cristina Dias tutela é, curiosamente, designada por Secretaria de Estado da Mobilidade, uma designação um tanto estranha quando liderada por alguém tão agarrada ao lugar como uma lapa. Não tenho dúvidas de que, para uma "lapa", a designação de Secretaria de Estado da Imobilidade, seria a opção certa. 

(Imagem daqui)

quarta-feira, 19 de junho de 2024

Quis custodiet ipsos custodes?

Ministério Público (MP): autonomia ou anarquia?

Comprova-se que o M P não tem, actualmente, nem rei, nem roque. Não admira, por isso, que surjam, cada vez com mais frequência, actuações à margem da lei, actuações a que os políticos, em representação dos cidadãos que democraticamente os elegeram para esse efeito, têm de pôr termo, transformando uma magistratura que funciona actualmente em roda livre, à margem do estatuído constitucionalmente. Com efeito, a Constituição da República concebe o MP como um corpo que tem que ser, simultaneamente, autónomo do poder político, mas ao mesmo tempo dependente de uma hierarquia a quem o povo, através dos seus eleitos, possa exigir contas.
Hoje, tanto quanto é dado ver, no MP não há, nem quem peça, nem quem preste contas, salvo a alguém que se atreva a afirmar publicamente que o "rei vai nu". Chegámos a um ponto de tantos abusos que temos mesmo que questionar: "Quis custodiet ipsos custodes?"
Os poderes legitimados pelo voto popular estão à espera de quê para pôr cobro ao desmando de um colectivo que, convém lembrá-lo, é formado por agentes que não têm qualquer legitimação popular?
"Quosque tandem"?

segunda-feira, 17 de junho de 2024

Falando de mínimos (e de mistérios) na governação

Há que exigir de quem tem responsabilidades ministeriais, uns quantos mínimos que, para o caso, resumiria a:

- respeitar como pessoa todo e qualquer subordinado, sem prejuízo do direito de avaliar, com justiça e isenção, o trabalho de cada uma/um ;

- falar verdade, em qualquer circunstância e, em caso de erro, ainda que involuntário, reconhecê-lo de pronto e sem tergiversar;

- assumir que errar é  humano e o facto de se desempenhar um alto cargo público não confere o dom da infalibilidade; 

- lembrar a toda a hora que a humildade é uma virtude, ao contrário da arrogância que, por sinal, até nem compensa.

A actual ministra da Saúde, pelo que se tem visto até hoje, não cumpre os mínimos.

 A razão por que permanece  em funções é, para já, um mistério. E, porventura um erro. O tempo o dirá.

domingo, 16 de junho de 2024

Arte urbana em Almada # 6: "projeto: EMPATIA"

 

"projeto: EMPATIA"
Autoria: rosarlette meirelles
Local: Rua Lourenço Pires de Távora - Almada   
(na entrada de um posto de transformação de energia eléctrica existente no local)
Data: ano de 2023
(fotografia datada de 15 - Junho - 2024)

terça-feira, 11 de junho de 2024

Inverosímil ?

- Marcelo para Montenegro: ou apoias o Costa para o Conselho Europeu, ou "vais de vela"!

- Montenegro para Marcelo: Sim, senhor Presidente. Nem é tarde, nem é cedo. Logo à noite o povo vai ficar a saber o quão forte é o apoio da AD e do Governo ao António Costa.

(Diálogo ficcionado, mas "promessa cumprida". Logo ontem. Essa é que é essa!)

segunda-feira, 10 de junho de 2024

Muita parra, pouca uva!

 Não sendo comentador de coisa nenhuma, partilhava com a generalidade dos comentadores da nossa praça a ideia mais comum (que, por sinal, nem era a mais lisonjeira) sobre as, mesmo assim, muitas qualidades e capacidades de Luís Montenegro, enquanto político.

Confesso, no entanto, que só ontem me dei conta das suas enormes qualidades como orador. De facto, não me lembro de ter assistido a um tão entusiástico e tão longo discurso proferido por quem acabava de averbar uma derrota eleitoral. Tão longo foi o discurso que, devido ao adiantado da hora, acabei por perder, mais que uma vez, o poder de audição. Por certo, foi devido a esse facto que fiquei com a ideia de que Montenegro acabou por não dizer coisa com coisa. Culpa minha, claro.

domingo, 9 de junho de 2024

"Imaginem se não fosse"...

" (...) Apesar de representar apenas 29% dos eleitores e da confortável situação económica e orçamental que herdou (mas fala como se tivesse recebido o inferno), este Governo quer ser marcadamente ideológico. Enchendo os seus pacotes de generalidades e redundâncias, apresentando tudo em catadupa, apostando na preguiça do comentário que se deslumbra com a forma — “eles estão a governar” —, ignora o conteúdo, impede o debate que se fez, por exemplo, com o Mais Habitação. Mas debaixo de tanta palha há um rumo: destruição do sistema progressivo de impostos, privatização do SNS, combate à regulação imobiliária, cerco aos imigrantes. Diz-se um Governo de “moderação e diálogo”. Imaginem se não fosse."

Daniel Oliveira: Política soterrada em palha (Excerto)

sexta-feira, 7 de junho de 2024

Pedido de esclarecimento antes do final da campanha eleitoral.

Porque estamos a minutos do final da campanha eleitoral para as eleições europeias, é suposto estarmos todos devidamente informados sobre a composição das diversas listas e, em princípio, já deveriamos ter uma ideia sobre a lista onde votar.
É suposto, mas, lamentavelmente, não é o meu caso. Acontece, com efeito, que, apesar de procurar informar-me sobre as diversas candidaturas, lendo, ouvindo e vendo o que se vai passando, acabo de chegar à aflitiva conclusão de que, neste momento, não faço ainda a mínima ideia sobre quem são os candidatos integrantes da lista da AD que se mantêm na obscuridade criada pela luz dos holofotes que incidem sobre a figura do cabeça da lista da AD que dá pelo nome de Sebastião Bugalho. Tratando-se, certamente, de pessoas dotadas de larga experiência política, pelo menos muito mais ampla do que a do  novato Sebastião Bugalho, é, aparentemente, muito estranho tamanho apagamento.
Daí o presente apelo: Alguém terá a gentileza de fazer o favor de me dar a conhecer as ilustres personalidades que as luzes incidentes sobre a figura de Bugalho não consentem que um simples eleitor, como eu, as consiga ver ? 
Antecipadamente, agradeço.

A ver passar navios...


O ministro Leitão não faz a coisa por menos e a tirada que proferiu por certo que vai ficar nos anais da estória. Diz ele: “Estamos a governar com muita intensidade? Esperem que vem aí mais nas próximas semanas”.(Cito o Expresso)

Confesso que, até hoje, certamente devido à rapidez da execução, ainda não tinha vislumbrado o mínimo sinal da sobredita intensidade e cheguei a temer o pior. Se com a intensidade actual eu já não via coisa nenhuma, com o anunciado aumento nas próximas semanas, que seria de mim? Teria de me contentar e limitar a ver navios desde que, claro, passassem com a necessária lentidão para olhos pouco lestos?

Confesso que me custou a acreditar nas palavras do ministro e disso me penitencio, mas tenho que lhe dar razão depois de tomar conhecimento dos métodos de governação seguidos pela ministra da Saúde que, suponho, estarão de acordo com os do regimento do governo Montenegro.

Dizem, com efeito, os jornais que "A Ministra da Saúde [a tal que se intitula a ela própria de "Rainha de Inglaterra") remete responsabilidade pelo Plano de Verão aos administradores hospitalares". (Fonte)

Diz o texto que a ministra da Saúde remeteu. Vale por dizer que, com a remessa de responsabilidade, o que da parte do governo havia a fazer está feito. E sem mexer uma palha. Bastou, ou uma caneta ou um teclado. Maravilha! Isto não é apenas "muita intensidade". Isto é uma autêntica "revolução"! E com enormes consequências.

Dou um exemplo:

Portugal precisou de um novo aeroporto em Lisboa? Precisou, mas, pela lógica deste governo, já não precisa. O governo Montenegro decidiu, há dias, em conselho de ministros, contruir o novo aeroporto de Lisboa (NAL) na zona de Alcochete, aceitando a solução proposta pela Comissão Técnica Independente nomeada durante um dos Governos António Costa.
Quem tem a obrigação contratual de construir o novo aeroporto é, sabe-se, a concessionária ANA - Aeroportos de Portugal. Supondo que o governo Montenegro, dada a intensidade a que labora, já remeteu à Ana a indicação do local da construção, é evidente que para este governo, seguindo o sobredito procedimento, a construção do aeroporto é um assunto arrumado e conta como mais uma obra feita.
Não garanto, no entanto, que os aviões já lá consigam aterrar, levantar voo e parquear. Mas também que importância tem isso ? Não se vêm aviões no ar? Virem-se os olhos para o Tejo. Sempre (espera-se) há-de haver um ou outro navio a passar. Nem que seja um cacilheiro...

quarta-feira, 8 de maio de 2024

Um governo de "gente séria"

"Em resumo, Ana Jorge é acusada de incompetência, é corrida do cargo à pressa para não ser indemnizada e depois é ameaçada de cometer um crime se deixar as funções que incompetentemente exerce. Não sei se Ana Jorge é má ou excelente provedora da Santa Casa. Mas isto sei: o tratamento de que foi alvo é uma absoluta obscenidade. O mundo da política pode ser feio, porco e mau, como o filme de Ettore Scola, mas convém impor alguns limites ao descaramento. Quem trata pessoas assim não é gente séria." João Miguel Tavares, in "Público", de ontem, dia 7.

João Miguel Tavares que não é propriamente um simpatizante socialista (muito pelo contrário) toma na crónica donde extraio este excerto, uma posição que o honra e que faz com que eu próprio me sinta obrigado a rever a opinião (nada favorável) que tinha dele.
E sim, neste passo, concordo inteiramente com ele. De facto, a pessoa a quem ele se dirige (a ministra do do Trabalho Solidaridade e Segurança Social, no caso em questão, não se comporta como gente séria. O estranho, quanto a mim, é que ela continue a ser ministra mas também confesso que, num governo como este, já nada me causa estranheza.

sábado, 4 de maio de 2024

"Os portugueses adoram ser enganados" ?


A expressão em título não é minha, mas de Pedro Garcias que, com ela, termina um texto publicado hoje no suplemento "Fugas" do "Público", numa coluna com o título "Elogio do Vinho", onde escreve habitualmente, título que é altamente redudor, pois a qualidade da escrita não se limita a tratar de assuntos do vinho, como poderão ver pelo extracto que tomo a liberdade e o gosto de transcrever: "Bugalho, por seu lado, mostrou uma vez mais o poder da SIC (...). Sebastião comeu a papa a toda a gente: ele nunca quis ser jornalista; na verdade, nunca foi um verdadeiro jornalista. Ele sempre trabalhou para uma carreira política. Era o seu sonho e confessou-o várias vezes. Os portugueses adoram ser enganados."

A pergunta em título fica sem resposta da minha parte em relação ao caso Bugalho. Espero é que, pelo menos desta vez, sendo tão evidente o engodo, os eleitores portugueses não deixem ser levados ao engano. Para enganos, já tivemos, este ano, mais que o suficiente. Chega!
(Fonte da imagem: aqui)

segunda-feira, 11 de março de 2024

Festejos breves

 

Estou em crer que serão breves os festejos dos militantes e simpatizantes da AD relacionados com os resultados saídos das eleições que ontem tiveram lugar.
Luís Montenegro, em particular, tem poucos ou nenhuns motivos para festejar, pois, como provável primeiro ministro a indigitar por Marcelo (o pai do desastre consumado) já tem na mão um bom punhado de castanhas prestes a estalar.
Mesmo que se disponha a satisfazer as reivindicações de professores, polícias, guardas, médicos, enfermeiros e tutti quanti, duvido que venha a ter condições para se aguentar perante a tormenta que se avizinha e adivinha. É que, por muito larga que seja (e é) a herança herdada dos governos socialistas, esta não é ilimitada, ao passo que as exigências dos reivindicantes não têm limites. Ou melhor dizendo, têm como limite o céu. Nunca alcançável, porque o céu não existe.
(Na imagem, Luís Montenegro, presidente do PSD e lider da AD)

E agora, Marcelo ?

Marcelo, calculo eu, com o resultado das eleições de ontem (10 de Março 2024), vai acabar o seu 2º mandato com um nível de popularidade igual ou mesmo inferior ao do final do mandato de Cavaco.
Justificadamente, acrescento, perante o resultado das eleições de hoje. A composição da AR que delas sai aponta claramente para uma situação de difícil governabilidade ou mesmo, porventura, de ingovernabilidade, resultado que não pode deixar de lhe ser imputado, pois tal situação é fruto da dissolução da AR que é da sua exclusiva responsabilidade, visto que na AR existia uma maioria em condições de assegurar o apoio parlamentar a um governo do PS.
Não sei mesmo se, perante tal situação, Marcelo não deveria tomar a decisão de renunciar ao mandato, pois é evidente que a partir de ontem deixou de estar em condições de assegurar a estabilidade da governação e das instituições em geral. Em vez de garante de estabilidade transformou-se em factor de instabilidade. Nem mais, nem menos.

sábado, 9 de março de 2024

Portugal é um caracol !

Quem não suspeitava já disso?
Surge agora a prova. Ei-la:



Portugala inchoata (Morelet, 1845)*
*Espécie de caracol terrestre com distribuição circunscrita a Portugal e Galiza.
(Avistamento: Parque da Paz - Almada; 6 - Março - 2024)

terça-feira, 5 de março de 2024

Votando AD, vota Chega

Estou em crer que, por uma vez, Ventura diz a verdade: “se houver uma maioria de direita, mesmo com o PS a vencer as eleições, haverá um governo à direita” formado pela AD e pelo Chega, garantindo Ventura contar desde já com o apoio das “forças vivas do PSD”, incluindo nas ditas forças: "Miguel Relvas, Rui Gomes da Silva e Ângelo Correia e o próprio Passos Coelho".
Concluindo: no próximo dia 10 quem votar AD também vota Chega. Não tenho a menor dúvida sobre isso. Ainda estamos a tempo de evitar a desgraça!
(Citações daqui)

sábado, 20 de janeiro de 2024

Sobre o trigo e joio (na comunicação social)

Na comunicação social é actualmente muito difícil distinguir entre o trigo e o joio, tão raro é o trigo. Tão escasso ele é, que encontrá-lo é quase tão difícil como encontrar uma agulha num palheiro.
Disse.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

Estranha forma de vida ...

Pinheiro derrubado, mas vivo com a ajuda de um dos seus ramos em (quase) forma de gente.
(Parque da Paz - Almada)