A notícia do falecimento de Manuel António Pina, poeta, escritor e jornalista, meu conterrâneo, porque natural do mesmo concelho (Sabugal), onde ainda não há muito tinha sido homenageado, tão frequentes vezes aqui citado, apanhou-me desprevenido.
É verdade que já há algum tempo que não via publicadas as suas crónicas no JN, crónicas que era um prazer ler, porque cheias de humanidade e de humor.
É mais uma perda, e grande, para as letras portugueses e para cada um dos seu leitores, onde me incluo.
(síntese da sua biografia: aqui)
