Quatrocentos inspectores (e mais uma mancheia de outra gente, incluindo juízes) à procura de uns dois milhões de euros, supostamente desencaminhados (em 2022) é obra!
Perante a dimensão da força empenhada na investigação é lícito concluir que a justiça (à portuguesa) é, afinal, tão rica que até pode dar-se ao luxo de desperdicar milhões à procura de umas "ninharias" que já cheiram a mofo!
E, já agora, parece lícito concluir que quando outros valores mais altos se levantam, o "vale-tudo" é mesmo para levar a sério.
Boa noite.
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