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terça-feira, 3 de novembro de 2009

A Europa segue dentro de breves momentos

Com a assinatura da lei de ratificação, por parte do Presidente da República Checa, cessou o último entrave à entrada em vigor do Tratado de Lisboa, passando a União Europeia a dispor dos mecanismos jurídicos indispensáveis para se prosseguir no sentido da construção de uma Europa mais integrada e para se poder tratar do alargamento aos países que estão interessados em entrar.
Pondo de lado as peripécias por que passou a ratificação e os obstáculos que, artificialmente, lhe foram sendo levantados, nesta altura, importa, sobretudo, sublinhar que a sua conclusão é uma boa notícia. Num mundo cada vez mais globalizado, é a união que faz a força.

sábado, 10 de outubro de 2009

Tratado de Lisboa: o penúltimo passo está dado

Com a ratificação do Tratado de Lisboa por parte da Polónia, fica a faltar idêntico procedimento por parte da República Checa, para a entrada em vigor do Tratado de Lisboa. A renitência na ratificação ficou agora apenas reduzida a Praga. As exigências de última hora feitas pelo Presidente da República Checa, Vaclav Klaus, não são de molde a constituir um obstáculo intransponível. Seria um ónus demasiado pesado para a Europa e também para os checos que estes não quererão assumir. Por sua vez, estou certo, o eurocéptico Presidente checo não tem ombros para arrostar, sozinho, com as consequências do seu euroceptismo.
(reeditada)

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Haja esperança !

(Imagem copiada aqui)
Com esta decisão do Parlamento britânico, a ratificação do Tratado de Lisboa ganha novo alento, o que é uma boa notícia para os europeístas.
Se os poucos países, que ainda não ratificaram o Tratado, seguirem o exemplo de Londres, parece seguro que a Irlanda terá que tomar, a breve trecho, uma decisão num ou noutro sentido (auto-exclusão da União ou ratificação), pois dificilmente suportará ficar isolada e arrostar com a incompreensão e má vontade dos demais países União.