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sábado, 3 de novembro de 2012

Entrada de leoa, saída de sendeira

A queixa da senhora Guedes contra José Sócrates por ele ter considerado que o "Jornal da Sexta" por ela dirigido era "um telejornal travestido, um espaço noticioso que tem como único objectivo o ataque pessoal" tinha desde o início a marca duma palhaçada, embora disfarçada de entrada de leoa. Termina agora com a desistência da "queixosa", com o fundamento, imagine-se, de que  Sócrates é agora um simples cidadão, a “quem não reconhece a qualidade para difamar”, desistência que só pode ser vista como uma saída de sendeira, tanto mais que Sócrates, no seu requerimento reafirma a sua posição, pois :“não retira uma palavra ao que disse sobre a qualidade do programa que durante semanas o atacou com recurso à mentira, à manipulação dos factos e a juízos impróprios numa democracia”. 
Resta à senhora Manuela Moura Guedes conformar-se com a sua insignificância.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Quem se lixa...

...nem sempre é o mexilhão. Bairrão também termina em "ão" e, para o par Guedes/Moniz,  é quanto basta.
Pelo menos, é o que o "Expresso" garante. Aqui. 

sexta-feira, 1 de julho de 2011

De objecto útil a inútil

Como bem se nota aqui: 
"a) enquanto Sócrates esteve no poder, a sra. Guedes ia ter um programa na SIC;
b) quando foram marcadas as eleições, o programa da sra. Guedes ficou em stand-by;
c) como o PSD ganhou as eleições, a sra. Guedes foi descartada.A senhora Guedes não se apercebeu de que não passou de um objecto".
De facto, são coincidências a mais para não se concluir que a senhora Guedes foi tratada pela SIC do Dr. Balsemão como um objecto que, de útil, passou a inútil. Não serei eu a chorar lágrimas de crocodilo: só teve o que merece.  

terça-feira, 30 de novembro de 2010

O produto

Manuela Moura Guedes está de regresso aos ecrans de televisão pela mão da SIC.
“A partir de agora sou um produto SIC” (Manuela Moura Guedes)
Se ela o diz... não se deve contrariar, mas, mantendo o mesmo registo, diria eu que MMG é mais que um produto. Que tal um subproduto ?
(Reeditado)

sábado, 3 de julho de 2010

Lixo é no caixote do lixo

Não era difícil prever o encerramento, agora noticiado, do inquérito instaurado na sequência da apresentação da queixa de Manuela Moura Guedes contra o primeiro-ministro.
Logo que anunciada a sua apresentação se considerou aqui que a queixa não passava de uma parvoice da senhora. Como tal, o seu destino só podia ser o caixote do lixo.
Pelos vistos, nem a dita "jornalista" se mostra surpreendida, embora não comungue do meu ponto de vista, como é óbvio. A senhora, no entanto, já alcançou o que pretendia (permanecer na ribalta e desencadear mais uma campanha contra José Sócrates, duas obsessões de tão "excelsa" pessoa). Mais do que isso estava fora do seu alcance. Como se concluiu.
No meio de toda esta "estória", o que é verdadeiramente digno de admiração e de espanto é que o processo tenha estado largos meses à espera do destino merecido e que, só há poucos dias, uns magistrados  tenham tido a ideia peregrina de endereçar à Assembleia da República um pedido de levantamento da imunidade parlamentar ao primeiro-ministro. O que não lembrava ao diabo, mas lembrou a tão "doutos" magistrados. E assim vai a Justiça!
(Imagem daqui)

quinta-feira, 24 de junho de 2010

A queixa da Guedes

Que Manuela Moura Guedes tenha entendido apresentar queixa contra José Sócrates por ele ter considerado que o "Jornal da Sexta" por ela dirigido era "um telejornal travestido, um espaço noticioso que tem como único objectivo o ataque pessoal" é, de facto, uma ironia como salienta o primeiro-ministro. Ironia, porque é a completa inversão das coisas: o queixoso não é a vítima (Sócrates), mas a caluniadora. Ironia também, porque José Sócrates acaba por qualificar (honrosamente) como noticioso, aquilo que não passava de um nojo.
Para além de irónico, o caso revela também que a motivação da senhora Guedes ao apresentar a queixa contra o primeiro-ministro só pode residir no desejo dela em não sair da ribalta. Com efeito, muitos outros qualificaram o seu "trabalho" em termos bem mais ofensivos do que os usados por José Sócrates. Até em directo e cara a cara: o Bastonário da Ordem dos Advogados, por exemplo. Porque não apresentou queixa contra ele ? Ou porque não se queixa ela dos milhares (onde me incluo) que consideram o seu "jornalismo" um nojo?
E por falar nojo, o que dizer da actuação (relatada aqui e aqui) das autoridades judiciárias (Ministério Público e juiz de instrução) neste caso? É só aselhice e incompetência, ou algo mais ? Fiquemo-nos pela aselhice que é já quanto basta para considerar, uma vez mais, que mal vai a justiça deste país.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Onde é que esta gente anda com a cabeça ?

Então, está  uma senhora "de baixa psiquiátrica há cinco meses" (M. Sousa Tavares dixit e eu não tenho razões para duvidar) e uns senhores da Comissão de Ética convidam-na a depor ?
Que ela aceite, compreende-se. Será próprio da doença. Agora que haja alguém que se tenha lembrado de a convidar, é que já não dá para entender. Onde é que esta gente anda com a cabeça ?

O tiro e o ricochete (e vão três)


Tiro:
Ricochete:
A directora da PJ decidiu apresentar uma queixa-crime contra Manuela Moura Guedes.
 
Conselho: Cala-te, "boca".
(Imagem daqui)

quinta-feira, 4 de março de 2010

O tiro e o ricochete (e vão dois)


O tiro:
A excelentíssima ... senhora Guedes, na Comissão de Ética: "Enquanto eu fazia remates à minhas peças, Sousa Tavares faz comentários. Só não faz comentários ao Governo"
O ricochete:
Miguel Sousa Tavares: "Constatei por que ela está de baixa psiquiátrica há cinco meses"
(Imagem daqui)

Tiro e ricochete: “Uma pura atoarda”


António Vitorino, pelos vistos e ao contrário do Rei de Espanha,  conhece a Manuela Moura Guedes e, mais do que isso, sabe que o que ela disse  na Comissão de Ética, em relação ao seu alegado envolvimento na suspensão do jornal da sexta não passa de "uma pura atoarda", desmentindo também "categoricamente que tenha feito qualquer tipo de pressão sobre a Prisa, em [seu] nome ou em nome de quem fosse” e garantindo que "não deixará de fazer o que considerar adequado" para preservar o bom nome profissional.
A excelentíssima ... senhora anda aos tiros. Terá que esperar pelos ricochetes. E aqui vai um.
(reeditada)
(Imagem daqui)