Mostrar mensagens com a etiqueta PàF. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta PàF. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 8 de setembro de 2015

"Portugal não pode mais" com tanto "êxito"!

Portugal teve um dos piores desempenhos económicos da UE ;

Crédito mal parado de famílias e empresas aumenta face a julho: "O crédito malparado das famílias e das empresas aumentou em julho face ao mês anterior para os 18.867 milhões de euros, representando mais de 9% do total do crédito concedido(...)"
Ora então...

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Quo vadis, Portas?

Paulo Portas suicidou-se politicamente no dia em que resolveu voltar com a palavra atrás em relação à sua "irrevogável" decisão de se demitir do governo de Passos Coelho. Nesse mesmo dia ficou a saber-se o que vale a sua palavra: NADA. E ele, que tem a obrigação de se conhecer a si próprio melhor que ninguém, deve ter tido consciência disso, porque todas as bandeiras por ele defendidas, com maior ou menor demagogia, ao longo dos anos (agricultores, reformados, contribuintes) foram sendo sucessivamente abandonadas por ele e pelo seu partido. 
Mais relevante, porém, é que o suicídio político de Portas teve, em simultâneo, como consequência fazer desaparecer o CDS enquanto força política com alguma valia e autonomia. Na verdade, o CDS, nos dias de hoje, não é mais que um mero "apêndice do PSD". 
A melhor prova da actual e, porventura, definitiva  irrelevância política de Portas e do partido que ele lidera (?), o CDS, nem é a formação da coligação "Portugal à Frente" (para andar para trás, permito-me eu acrescentar), aceite incondicionalmente pelo CDS. O sinal mais evidente da perda de autonomia do CDS é participação de Portas e de alguns quadros do CDS na "festa do Pontal" organizada pelo PSD, manifestação onde Portas apareceu, não como dirigente de um partido com uma ideologia e valores próprios, mas transformado em mero soldado às ordens de Passos Coelho, encarregado de endereçar setas e farpas aos adversários. Sem grande habilidade e nula eficácia, diga-se.
(Reeditado)

domingo, 16 de agosto de 2015

Dedicado aos profissionais da banha da cobra em acção na "festa do Pontal"

Por uma vez, sem grande risco de se tornar vezo, estou de acordo com Passos Coelho: dizem as crónicas que, na "festa do Pontal", que ontem teve lugar, o dito cujo pediu aos eleitores chamados às urnas no próximo dia 4 de Outubro, um "resultado inequívoco".
Secundo o pedido: este governo destroçou o país, lançando milhares no desemprego, na pobreza e na miséria e empurrando centenas de milhares de portugueses para a emigração. Consequentemente, não só espero, como desejo, que os partidos que integram o actual governo, agora coligados na PàF (!), sofram nas urnas uma derrota sem margem para dúvidas. Ou inequívoca, se preferirem.
Todo o resultado que represente menos que uma derrota estrondosa nas próximas eleições legislativas significará também, inequivocamente, que, em Portugal, os vendedores de banha da cobra (papel que Passos e Portas desempenharam na perfeição na "festa do Pontal"), têm todas as condições para alcançarem sucesso.
Infelizmente, face aos antecedentes, é uma possibilidade que não pode ser levianamente descartada, muito por culpa dos partidos alinhados à esquerda do espectro partidário a quem se pede que, em vez de se digladiarem entre si, se concentrem na luta contra a direita radical que tomou conta do destino do país, em meados de 2011. Já, nessa altura, alguma esquerda teve culpas no cartório. Lamentavelmente, pelo que tenho visto e ouvido, ultimamente, essa esquerda parece que não aprendeu nada com a dolorosa experiência.
(imagem e citação: daqui)

sábado, 15 de agosto de 2015

O que os aldrabões da "festa do Pontal" não vão dizer...

. .. é que ""há ainda um longo caminho a percorrer até se atingirem os níveis do PIB de 2010", PIB que, desde 2010 ( o último ano da década que os aldrabões apelidam de "década perdida") caiu 8, 1%.
A manter-se o anémico crescimento que agora se verifica (1,5%) a recuperação do PIB para valores de 2010, nem durante toda a próxima legislatura de 4 anos poderá ser alcançada. Mesmo que tudo o resto corra pelo melhor.
O tempo que o PIB levará a recuperar dá uma ideia, ainda que pálida, do grau de destruição da economia portuguesa provocado pela política de austeridade "custe o que custar" levada a cabo por este governo. 
Digo pálida, porque, em boa verdade, só as famílias mais afectadas pela austeridade imposta pelos ora coligados na PàF (!) e, em particular, os milhares que foram lançados na pobreza é que estão em condições de avaliar a dimensão do desastre.
Disto não falarão Passos, nem Portas, na festa do Pontal. Aposto.
(imagem daqui)

A linha que separa a verdade da mentira (PàF!)

(Fonte)

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

"Portugal à frente" andando para trás # 1

(Imagem obtida no facebook sem indicação de autoria)

Proíbido, mas não para vigaristas

«PSD/CDS. Licença para uso de figurantes foi obtida já cartazes estavam nas ruas"

(...)
A licença destas imagens foi resolvida ao fim do dia de quarta-feira [...] com a compra de uma licença Premier da Shutterstock, a qual permite o uso de imagens num contexto político", informou fonte do gabinete de imprensa da empresa que detém as imagens.

A empresa prestou este esclarecimento numa resposta escrita enviada à agência Lusa e depois de lhe serem enviadas as imagens usadas nos cartazes da coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP). Desde o início da semana que a utilização de figurantes estrangeiros em cartazes da coligação tem sido tema nas redes sociais e na imprensa.

Os quatro cartazes da coligação que utilizam quatro figurantes adultos estrangeiros chegaram há poucos dias às ruas e têm associadas frases como "crescimento do turismo", "recuperação da confiança, das empresas e dos consumidores", "recorde nas exportações" e "aumento do investimento e do emprego".

A mesma fonte explicou que até à obtenção desta licença era "estritamente proibido o uso do conteúdo [do banco de imagens] num contexto político", nomeadamente promoção, publicidade, ou apoio a qualquer candidato ou político eleito.
(...)»

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

PàF: sem caras para "dar a cara"

Compreende-se perfeitamente a opção da coligação "PàF"(!) em recorrer a modelos profissionais estrangeiros para ilustrar os seus cartazes de propaganda. Com tanta aldrabice junta ["+ igualdade" (em quê?); "Portugal à Frente" (na dívida?); "Agora Portugal pode mais" (estranho e nunca visto caso digno de novela)] não era, seguramente, nada fácil encontrar, uma portuguesa/um português que "desse a cara" por patranhas de tal calibre.
Uma australiana que, com grande probabilidade, nem viu o cartaz onde a sua cara foi pespegada, nem conhece uma palavra de português, com excepção de "euros", vinha mesmo a calhar . E assim foi: PáF!