quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Um país de equivalentes








Relvas é obviamente um equivalente a "licenciado";






António Borges, o equivalente a ministro e a "boneco" falante do ventríloquo Relvas.










Álvaro, o equivalente a uma anedota.Também serve para equivalente a vendedor de pastéis de nata.






Aguiar-Branco, o equivalente a uma nulidade.







Este banhista que aparece aqui estirado numa "manta rota", tendo condenado o pais à recessão e ao desemprego galopante e não tendo sequer atingido o,  para ele, mais importante objectivo (a consolidação das contas públicas) está hoje inteiramente nas mãos e à mercê da troika. É óbvio, pois, que não passa dum equivalente a 1º ministro.








Pelas vestes e pose, dir-se-ia que este cavalheiro é um Presidente da República. A verdade é que o hábito não faz o monge, como uma vez mais se comprova. Quem não cumpre a Constituição, nem a faz cumprir, como constitucionalemente lhe compete, não é o  Presidente da República. Quando muito, o seu equivalente.




4 comentários:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Com tantas equivalências, ainda vamos ter o Portas equivalente a comandante de submarinos...

Evaristo Ferreira disse...

Caro Francisco,
Este post sobre as "equivalências" atribuidas a esta "gente honrada" é de antologia. Parabens.

Anónimo disse...

Está brilhante e com muito espírito
A.I.

Luis Moreira disse...

Embora não corresponda à verdade tem um saudável sentido de humor.