domingo, 18 de janeiro de 2015

Um nojo

Faço minhas as palavras do Miguel Sousa Tavares publicadas no "Expresso" de hoje, edição impressa, a propósito da denúncia do chamado Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional relativamente a um pretenso tratamento de favor dado a José Sócrates detido, sem culpa formada, há 2 meses, no Estabelecimento Prisional de Évora: 
"(...) Já vi muitos tipos de sindicatos e de sindicalismos, alguns dos quais muito pouco recomendáveis. Mas nunca tinha visto nada tão aviltante como a denúncia, por confirmar, do Sindicato dos Guardas Prisionais, de que José Sócrates terá feito telefonemas de uma zona não autorizada da prisão de Évora e que, crime dos crimes, usará umas botas que não são as do regulamento. E que tais factos estarão a pôr em causa "a segurança da prisão". Isto não é sindicalismo: é canalhice, pura e simples. É a miserável valentia lusitana de pisar e descalçar as botas de quem já está caído".
Sem dúvida: uma atitude como a dos dirigentes do dito sindicato só pode provir de gente muito reles. Esta gente e este sindicato metem nojo!