sábado, 10 de agosto de 2013

Os custos duma idiotice

"Na reunião da semana passada, que acabou depois da meia-noite, os ministros que têm agora novas orgânicas não se entendiam quanto aos números. O problema não era ainda o valor dos cortes a fazer, mas a base de partida, ou seja, qual era o número real do orçamento deste ano para, a partir daí, fazer contas para o do próximo ano. Isto porque até quase ao fim de Julho (data da remodelação), a composição dos ministérios era uma e nos restantes cinco meses será outra.
Este exercício de feitura de um orçamento, quando ainda nem sequer estão aprovadas as respectivas leis orgânicas, “não é nada fácil”, admitiu ao SOL fonte do Governo.
A dificuldade extra atinge o ministério da Economia, de Pires de Lima, o da Agricultura, de Assunção Cristas, e o recém-criado Ambiente, de Jorge Moreira da Silva.
A passagem da secretaria de Estado do Emprego do Ministério da Economia para a Segurança Social implica a passagem de oito organismos (entre os quais o Instituto de Emprego e Formação Profissional e a Autoridade para as Condições de Trabalho). O caso do novo ministério do Ambiente é o mais complicado, pois herda uma parte da Economia (a Energia) e outra do Ministério da Agricultura (Ambiente e Ordenamento). Demorará meses.
Havia ainda indefinições sobre onde colocar alguns serviços, como, por exemplo, o Instituto das Florestas, que tanto cabe no Ambiente como na Agricultura." (Fonte)

A ideia idiota dum governo minúsculo germinada na cabeça dum primeiro-ministro "impreparado" e com falta de capacidade de liderança (Gaspar dixit) foi no que deu.

1 comentário:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Hoje, na SIC Notícias, o Nuno Magalhães descaiu-se e deixou perceber a bagunça que vai na coligação. Ou terá sido estratégia?