sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Vai ser o salve-se quem puder

Nenhuma sociedade organizada, de que o Estado é o exemplo mais acabado, vive sem regras. Estas podem ser mais ou menos perfeitas e, se não forem adequadas ao bem comum, devem ser modificadas. Mas enquanto  se mantiverem em vigor e não forem consideradas injustas pela sociedade em geral, há que observá-las. Se o próprio Estado se encarrega de violar as regras que ele próprio estabeleceu, não é de esperar outra coisa que não seja o caos instalado.
Esse vai ser o resultado das medidas arbitrárias do Orçamento de Estado que o actual governo pretende ver aprovado. 
Vai ser o salve-se quem puder. 

1 comentário:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Há uma frase de um cartaz na manif de sábado que me ficou na memória, Francisco:
" Quando já não tiveres nada a perder, o que serás capaz de fazer?"