sábado, 17 de maio de 2014

Um novo lema, a mesma política

Pelo que já se conhece, através do DEO, a política deste execrando governo continuará a pautar-se pela austeridade. Se houvesse necessidade de confirmação,  aí estão as palavras da eminência parda que dá pelo nome bem apropriado de Moedas que garante que o fim do programa de assistência financeira a Portugal "não significa o fim do ímpeto reformista", ímpeto que até agora não se traduziu noutra coisa que não fosse em aumento dos impostos, sem paralelo no passado; em cortes perfeitamente arbitrários nas pensões e nos salários dos funcionários públicos e, last, but not least, na desvalorização sistemática e por todos os meios, legais e ilegais, do factor trabalho.
O tal "ímpeto reformista" decorreu até agora sob o signo do "empobrecimento", mas a expressão deve ter, entretanto, perdido o encanto de que gozava nos corredores governamentais e um novo lema foi descoberto, mais apropriado para levar ao engano os incautos. É com isso que este governo está a contar quando agora fala em "Caminho para o Crescimento".
Depois de tanta mentira, só alguém muito distraído, se deixará cair no logro. Distraídos, no entanto e pelo que se tem visto até agora, é algo que em Portugal não falta.
Hélas!

4 comentários:

Graça Sampaio disse...

Ao pés destes títeres, o MIRN podia ser considerado de esquerda!

Majo disse...

~
~ Eles náo reformaram nada, eles destruíram Portugal.

~ Arrasaram as famílias, a sociedade, o estado social e a economia.

~ A passifidade pode terminar de um momento para o outro, de forma explosiva.

~ ~ ~ Já não há paciência! ~ ~ ~

Majo disse...

~
~ Peço desculpa pelo lapso:

~ ~ ""passividade""

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Boa malha!