domingo, 16 de setembro de 2012

"Jaz morto, e arrefece"

Não é o "Menino de Sua Mãe" do poema de Fernando Pessoa, com o mesmo título, donde extraí a citação em epígrafe.
É o governo de Coelho, Gaspar, Portas & Cª que não só arrefece, como "jaz morto e apodrece" (nova citação extraída do mesmo local).
São, aliás, múltiplas as vozes que garantem que o "morto" já fede.
Estou em crer que sim, da mesma forma que acredito que o fedor está para durar, porque as autoridades sanitárias, com competência na matéria, não se mostram, para já, interessadas em remover o cadáver.

1 comentário:

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Morto, está, mas é preciso ainda enterrá-lo!